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Jesse Jackson quis cortar o ** do Obama

Iniciado por hunter em 10/07/2008 · 5 mensagens

hunter#1
Um microfone da Fox flagrou o Jesse Jackson num desabafo.

Irritado com o comentário de Obama sobre a falta de responsabilidade dos pais negros que abandonam suas famílias, Jesse Jackson disse que queria cortar o saco de Obama.

http://www.youtube.com/watch?v=quch7x3R6gw
roger#2
Não tenho amigo negro!!! Não estou comemorando e nem lamentando. Estou apenas informando.
Todos com quem tentei ser amigo, me tratavam como se eu fosse branco.
uriel#3
E os judeus também, né, Caio?
uriel#4
"toda generalização é racismo".

Lord ASS responde:

"Num forte apache de escola quatro meninos se reuniam para generalizar. Gostavam de gritar generalizações bem alto, mesmo generalizações absurdas como “Todo chinês é caolho” e “Toda advogada é preta”. De tanto em tanto, uma menina com cara de foca metia a cabeça pela janelinha do forte apache e dizia com voz chatinha, “Gente, não vamos generalizar”. Jogavam potinhos vazios de iogurte nela, e lascas de madeira, e vidrinhos com fetos que tinham roubado do laboratório. Mas ela se limpava e dizia, “Nhá, típico comportamento da burguesia paulista”, e ia se queixar com sua amiga Jasmine do quanto era absurdo dizer que toda advogada era preta, e que tinha umas que não eram. “Tem umas que são até clarinhas. Nhá.”

Elas ficavam falando mal dos meninos e enumerando cores de pele de advogadas, que eram surpreendentemente muitas (Jasmine insistia que conhecia uma advogada azul), dando grandes pausas entre uma cor e outra e adormecendo os bem-te-vis nas amoreiras. Mas chegava uma hora que isso cansava, e a menina com cara de foca voltava ao forte apache para ouvir o que os meninos estavam dizendo.

Depois que ela disse “Gente, não vamos generalizar”, no que devia ser a sexta ou sétima vez naquela manhã, e levou com um tatu bolinha na cara e palitos de sorvete lambuzados (nenhum deles premiado) e uma flauta de bambu com a inscrição ESTA FLAUTA PERTENCE A CARLOS NOVAES SERPIERI NETO ALUNO DO MATERNAL DO COLÉGIO GUILHERMINA FRUMPKE, voltou para perto da Jasmine e disse, “Olha que absurdo, Jasmine”, ela disse, “eles disseram, os meninos disseram, que todo paraguaio tem uma cara de macaco na barriga, que todo leproso é telepata e que quem não gosta de generalizar é gay”. Mas nisso Jasmine parou de brincar um pouquinho com seu fogãozinho de plástico todo esculhambado e disse, como era esperado, “Nhá”, revirando os olhinhos na manhã friorenta com desprezo very lady-like.
uriel#5
Não sei o que aconteceu com os quatro meninos generalizadores do Colégio Guilhermina Frumpke; alguns cresceram, outros morreram, outros diminuiram. Mas o prazer da generalização continua a embriagar todo menino com sangue nas veias, ranheta na cara e remela nos olhos inocentes. Qualquer frase que diga que todos os membros de determinado grupo são derterminada coisa é (sempre, sempre) verdadeira, e se não é verdadeira é menos chata que as suas verdades cheias de exceções enumeradas escrupulosamente, ó comentador-ressentido-de-blogs. Nhá.
http://www.apostos.com/soaressilva/2005/01/o_clube_d…ores_do.html

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Negros americanos em geral recebem mais benefícios do governo, são mais "corporativistas", cometem mais crimes e têm mais filhos fora do casamento.
Sim, é uma generalização.
E é estatístico.

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