Este esquema de excluir Deus das ciências não estava presente na época de grandes cientistas como Newton que logicamente ao descobrir leis, se referia fartamente ao legislador.
Por volta da revolução francesa e antecedendo a ela, os movimentos horizontais, humanistas, racionalistas, etcetertistas, estavam na moda e paulatinamente essa tendencia foi se IMPONDO POLITICAMENTE sob pretexto de laicismo que, apoiado por relatos historicos onde abusos religiosos-civis e civis-religiosos (os famnosos "emnomedeDeuspossomandaredesmandar") foram dando sustentação a uma reação anti-Deus, anti-Biblia, anti-cristo, anti-religião e "previdencialmente" foram se excluindo Deus de todos os ensinos, de todas as escolas, de todas as materias, da sociologia, filosofia, historia, paleontologia, geologia, arqueologia, biologia, antropologia, e de todas as "logias" que se conhece, até da propria teologia..rs..(tem teólogo que até ateus ficariam admirados com tamanho ceticismo)
Então , se minha análise estiver mais ou menos numa direção correta, o criacionismo não é simplesmente um movimento religioso, nem cientifico sob asregras do MC atuais, muito menos está em oposição a "apenas" a TGE (Teoria Geral da Evolução), pois a inclui em diversos aspectos, mas o criacionismo seria uma tentativa revolucionaria não só na ciência, mas em todas as áreas de ensino e encontra como oponentes mais o ateísmo e o ceticismo negativo que cientistas e professores neutros propriamewnte ditos, e estes oponentes se valem da semente naturalista-materialista que eles historicamente e reacionariamente ao dominio catolico-romano, semearam em movimentos politicos e oficializaram como "regra do jogo" intelectual atual.
Criacionismo então seria mais um movimento politico-cientifico-filosofico-religioso er não poderia ser ciência sob as atuais regras ateístas que se impuseramj sobre ela.
Mas confesso que estou tentando entender ainda o que realmente representa o criacionismo
O pessoal de hoje fica num "faz de conta" de que não existe Deus uma vez que as viseiras do MC não permitem prová-lo...e assim, seguem sdua trajetoria livre e "felizes" com aquela sensção de falsa liberdade e neutralidade intelectual; ser ateu hoje virou, nas instituições de ensino, na midia nas conversas, uma atitude "racional". O eixo pradigmático teocentrico de toda a historia antiga e moderna se inclinou antropocentricamente e a hipocrisia deste "novo" modelo de pensamento é tanta, que ser "ateu" pelo menos nas abordagens virou sinônimo de ser politicamente "correto"
Ô texto
excelente, pelo menos até o parágrafo "fundamentalismo"
Eles escolherram Jesus pra Cristo, respeitam qualquer outra coisa que não lembre Cristo, qualquer religiosidade africana, oriental,qualquer mediocre teoria sem lógica, etc... mas quando é a vez de Cristo, de Biblia, de judeus, eles estratetizam tudo e um pouco mnais para condenar e descredibilizar.
As vezes esse quadro me dá uma sensação de que os homens não estão possuidos de razão, mas possuidos por um espirito anticristo, anti-bilia, anti-religião, "apenas" judaico cristã.
Rodrigo,
O literalismo radical é uma burrice defendida apenas por pessoas com baixo QI e muita preguiça. Mas se você acha que todo religioso tem que ser um literalista radical, peça uma audiência com o Papa Bento XVI para explicar isso para ele, pois me parece que você acha que ele é um Católico de boteco. Tenho certeza que ele vai reconhecer a sua sapiência superior.
Um coisa ridícula nos seus “argumentos” é que você acha que sabe o que um Cristão deveria ser, mas que vão totalmente contra ao que a grande maioria dos Teólogos Cristãos dizem. Você constrói um Cristão Franquista, um literalista e daqui a pouco outra caricatura e quer que os Cristãos acreditem que esse é o ideal deles. Se você quer bater no Cristão franquista que você inventou, fique à vontade, ele é todo seu. Mas pelo menos tenha a consciência que ele só existe nos seus delírios juvenis ou com muita sorte em algum manicômio da Espanha.
Acho que todos concordam que o Gênesis Bíblico é simbólico. Como um poema da criação, especialmente a criação do homem enquanto filho de Deus.
O problema é que os criacionistas querem ver isso como ciência. Aí destilam um monte de argumentos completamente absurdos e até ridículos, e se tornam caricaturas de si mesmos.
Não há nenhuma contradição entre Deus e evolucionismo. Muitos evolucionistas são religiosos ou crentes em algum Deus (e a própria ICAR já reconheceu a Teoria da Evolução).
Criacionismo só devia existir como curiosidade histórica. Insitir nisso é piada de mau gosto e só revela profunda ignorância e fanatismo.
3. Ignorância é, pelo contrário, continuar a ser evolucionista numa época onde toda a ciência possui tecnologia que a desmente diariamente. Estou falando, por exemplo, de microscópios eletrônicos e dos avanços que a teoria genética conquistou no final do século XX. Não tem nada mais anacrônico do que ser evolucionista hoje.
Nenhuma tecnologia desmente o evolucionismo. Muito menos microscópios eletrônicos ou a genética moderna.
Não tem nada anacrônico em ser evolucionista hoje, vc poderia explicar isso? Não faz sentido algum essa afirmação.
Há algum link para algum documento oficial do vaticano ou pronunciamento do gênero que faça esse reconhecimento?
O Papa João Paulo II enviou, em 22 de outubro de 1996, uma nota à Academia Pontifícia de Ciências, onde citava que o evolucionismo era embasado por pesquisas independentes feitas em diversos campos do conhecimento humano, sendo portanto uma teoria e não simplesmente uma hipótese.
Pesquisando rapidamente, achei este link (em português) da Rádio Vaticano e algumas referências a publicações do vaticano (como o do L'Osservatore Romano - o jornal oficial do Vaticano), bem como a posição da igreja em alguns casos jurídicos nos EUA envolvendo ensimo do criacionismo:
Você estar precisando ser iniciado no pensamento simbólico e metafórico.
Não se pode falar em incesto na alegoria de Adão e Eva porque o seu tempo é mítico e eles estão anterior à civilização.
É um raciocínio semelhante ao da mitologia pagã e grega em que o caos é o início do universo e todos os seres são filhos do céu e da terra, todos os seres iniciais, inclusive a famosa Guerra dos Titãs entre Saturno e Júpiter, envolveriam milhares de incestos, caso sua estrutura não fosse a da diacronicidade e ao mesmo tempo sincronicidade da estrutura mítica.Neste caso, ainda nem precisaríamos falar em arquétipos.
Se você quer uma leitura acadêmica e oficial sobre o assunto "incesto" e sua possibilidade como conceito apenas no plano civilizacional, estude a Antropologia Estrutural de Lévi-Strauss.
Para mim, a Bíblia continua infinitamente mais sábia.
Fala ainda que prefere a dialética materialista...
Qualquer dia eu explico a ele as origens místicas da dialética, (cuja materialização é apenas um sofisma baseado numa absurda petição de princípio) e a influência do Taoísmo na dialética hegeliana que será invertida por Marx e super-historicizada.
Essa super-historização marxista do método dialético é feita apenas com o pretexto de pensar a realidade processual dos complexos fenômenos sociais, cujo sentido explícito seria a salvação pela história mesma, através da ação coletiva da classe proletária.
Pura Torá disfarçada em método pedante e materialista, o sentido da salvação judaica é coletivo e não individual como no Cristianismo, Marx apenas historicizou o conceito de proletariado assumindo-o como o messias coletivo que traria o sentido da ação humana no mundo. Entendendo, é claro,a ação humana em sua totalidade paradoxalmente reducionista e meramente histórica-coletiva.
Ele deve se lembrar que uma das características fundamentais que diferenciam o Cristianismo da religião pagã antecessora é que na ordem cósmica cristã não existe nenhum tipo de encarnação do espírito num sistema político determinado ou numa estrutura social determinada.
Já na cosmologia materialista marxista existe a encarnação no mundo histórico de uma estrutura determinada que vai realizar o sentido da vida e da "liberdade humana".
Por isto, o raciocínio do Rodrigo é absurdo. Não há estrutura social que encarne a realidade da cosmologia cristã na sociedade. Coletivismo, comunitarismo são apenas conceitos descontextualizados, neste caso.
O Rodrigo também não pode esquecer nunca que outro grande traço diferenciador do Cristianismo é a ênfase na salvação individual e não coletiva.
- Rodrigo.
-
- “Como o espiritual afeta o material”?
Resposta: A chamada “lei da unidade” presente em todas as religiões tradicionais, em todas as místicas de todas as iniciações espirituais do mundo, presente também na metafísica a milênios e sabiamente tomada por Mário Ferreira dos Santos como o princípio da sua decadialética é a afirmação da positividade do ser dotado de existência e que positiva a si mesmo, inclusive, a positividade dos seres materiais.
Esta unidade confunde-se com a própria realidade do ser, este ser participa ainda de acordo com sua extensão, da Unidade Suprema da qual é uma emanação lógica e essencial, respeitado ainda os devidos acidentes que a constituem em seu contexto finito e existente, e, ao contrário da Unidade Suprema, não há neste a perfeita coincidência entre sua essência e sua existência.
A existências das coisas materiais no mundo são dotadas de ontologia e de participação ontológica na unidade do Ser Supremo. A ontologia da coisa é afirmada desde os gregos a Heidegger em sua análise crítica do kantismo, e pela moderna fenomenologia de Edmund Husserl em que os conceitos assumem o status de essências e não apenas de meros signos do real.
O mundo material encontra-se nesta ordem lógica e metafísica por mim demostrada, este mundo é afetado pela mesma lei ontológica que garante a sua integridade e sua participação ontológica na Sabedoria do Ser Supremo. É desta forma que o espiritual afeta o material.
Ou você vai querer negar que os acidentes das coisas materiais finitas não são reflexos invertidos da potência infinita, criadora do ato puro e das possibilidades mesmas da existência de infinitos campos fenomenológicos distintos???? Infinitos devido, é claro, não à sua acidentalidade, mas à sua verdadeira propriedade essencial que emana do princípio da unidade e que a esta pertence.
Uma leitura (para mim poética e lógica-metafísica) do Bhagavad Gita o fará perceber Visnhu como a entidade que preside o mundo material e que participa ao mesmo tempo da Unidade Suprema.
"Se cerébro e mente são a mesma substância, como podem ter propriedades distintas"?
Resposta: Eis aqui um problema lógico de linguagem. Leia as Categorias de Aristóteles e tente pensar a linguagem como um sistema lógico e ontológico (e não meramente arbitrário como o fez Saussure, por exemplo, para não falar de seus epígonos) e raciocine a partir do conceito de substância primeira ou “Ousía” as demais categorias do ser determina desde suas potencialidades os predicativos lógicos e a realidade possível deste mesmo ser, somado a isso, é claro, os acidentes que o vão constituindo.
Existe uma separação clara entre o cérebro como atividade motora e biológica e a mente: entidade abstrata e adsente (do latim adsum), algo como uma presença metafísica no ser, o que também é característico do discurso religioso e seus discernimentos espirituais.
Desta forma e neste caso, as “propriedades distintas” dizem respeito enquanto Categorias Aristotélicas a uma divisão ontológica real da substância.
Isto, partindo apenas do seu raciocínio.
Porque o meu diferencia as substâncias destes respectivos fenômenos e abre a possibilidade ontológica para o recurso à substância primeira.
Conheço sim o fato da Teoria Crítica ocultar suas influências místicas e digo que a dialética negativa que Horkheimer apresenta junto com Adorno na Dialética do Iluminismo,( ou ilustração ou ainda esclarecimento dependendo do idioma que a gente lê) como forma de desmistificar a sociedade burguesa foi meramente instrumentalizada com objetivos emancipatórios diretos de se "conquistar" o devir histórico.
Uma dialética que pretensiosamente pretendeu libertar o sujeito histórico das tiranias e ambiguidades da identidade coletiva, terminou por conceber um tipo de homem-massa cuja socialização era mediada não mais por indivíduos concretos, mas pelas personificações ideológicas na técnica e na reprodução das formas racionais de dominação.
Para quem criticava a razão instrumental foi um verdadeiro tiro no pé.
Você conhece a falácia de Laclau ao querer retirar da excperiência mística a idéia do UNO, tratando-o apenas como quantidade e não como realidade ontológica???
Ver Misticismo, retórica e política.
É outro cara que tem que ler As Categorias de Aristóteles.
Aí Laclau e Mouffe querem falar em democracia política e em luta pela hegemonia socialista na linha granscista e nas relações entre as práticas ideológicas e as articulações de classe, dissolvendo como sempre em sua perspectiva relativista e reducionista de "discurso" a idéia de verdade, de parâmetros para verificabilidade científica e pasmem!!! pelo esvaziamento do próprio conceito de sociedade.
Isto vem de um cara que ainda por cima defendeu tese de doutorado para dizer que a Classe operária nunca apoiou o fascismo.
E um dos autores mais queridos das Universidades brasileiras, o que não é de se espantar nem um pouquinho...
Já que o adolescente ateu aí em cima acha que Cristianismo tem alguma coisa haver com socialismo, realmente existe uma passagem da Bíblia que mostra bem o primeiro socialista do mundo(João 12, 1-9):
"Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi para Betânia, onde morava Lázaro, que ele havia ressucitado dos mortos.Aí, ofereceram um jantar para Jesus. Marta servia e Lázaro era um dos que estavam à mesa com Jesus. Então, Maria levou quase meio litro de perfume de nardo puro e muito caro. Ungiu com ele os pés de Jesus e os enxugou com os seus cabelos. A casa inteira se encheu com perfume. Judas Iscariotes, um dos discípulos, aquele que ia trair Jesus disse: "Porque esse perfume não foi vendido por trezentas moedas de prata, para dar aos pobres?" Judas disse isso não porque se preocupava com os pobres, mas porque era um ladrão. Ele tomava conta da bolsa comum e roubava do que era depositado nela. Jesus, porém, disse: "Deixe-a. Ela guardou esse perfume para me ungir no dia do meu sepultamento. No meio de vocês sempre haverá pobres; enquanto eu não estarei sempre com vocês."
Na minha opinião, o marxismo será tudo aquilo que você quiser que seja para ganhar a discussão. Mas digo que se você tem coragem de dizer e sustentar que marxismo é o controle pelo estado de todos os meios de produção e nada mais, pelo menos você é mais honesto do que a maioria dos seus pares. Não sei se alguém aqui terá o saco de te explicar por que isso é uma coisa inviável, mas é assunto já bem debatido e as referências são fartas. Entretanto eu acho que se essa discussão ocorrer, o seu marxismo vai sofrer uma metamorfose fantástica para sair absolvido. Eu não sou muito chegado a essas discussões e apesar de ter levantado a bola, vou passar.
Pelos seus últimos comentários dá para entender um pouco melhor o que você pensa. Você vê e analisa qualquer coisa sob as categorias marxistas/socialistas. Natural afinal você é um marxista antes de tudo, certo? Em contraponto um Cristão vê e analisa qualquer coisa sob as categorias Cristãs. Quando as duas visões entram em choque, você diz que Jesus é um imoral. Ao contrário, eu digo que o socialismo está errado. Então eu proponho para você o seguinte: porque você não tem um surto ético e vai explicar nas comunidades de esquerda (e comunidades Cristãs) do Orkut que para ser marxista de verdade você terá de admitir que Jesus Cristo é um imoral? Que o verdadeiro marxismo é ateu? Que não é possível fazer um socialismo Cristão? Eu acho que essa limpeza ética será muito interessante para purificar o movimento socialista da imoralidade Cristã. Não acha?
Mas Rodrigo, se os meios de produção são do estado, é inevitável que ele controle o que eu possa ter. Nada poderá ser produzido sem a anuência do estado. Ou você acha que as coisas aparecem na sua frente vindas do nada?
A verdade, quer você queira quer não, é que os socialistas só querem uma coisa: cuidar da bolsa comum para roubá-la, como Judas. O discurso de vocês é o de Judas não de Cristo. Vocês se apropriam de palavras Cristãs apenas para arrebanhar desavisados que idioticamete acreditam poder unir socialismo com Cristianismo. Não dá. Mas o fato é que todo movimento socialista tem tanta ética que não pensa duas vezes em esconder a sua essência anti-Cristã ofertando uma síntese impossível entre socialismo e Cristianismo, não é mesmo? Essa é a sua ética, como colocou bem o Glenwood aí em cima: dissimulação, engodo, mentira. Um baita medo de dizer o que vocês realmente são.
Mas você que se diz um grande entendido em Marx e socialismo e não negará ser um cara ético, responda algumas perguntas para que a discussão possa ser mais produtiva:
1 - Qual é a essência do Socialismo? O que você diria que tirado do socialismo o tornaria outra coisa? (dica: pode ser mais de um item, OK?)
2 – Se seu ponto é prévio ao do Marxismo, me diga então qual é?
Não sei se você vai responder as perguntas, mas realmente não deve ter dado tempo. Não sei se posso supor que o seu fundamento é o materialismo ateu, é isso? Porque daí a gente pode começar a discutir isso e ver quanta fé você tem.
Eu não sei o que o seu comentário de Cuba tem haver com o que estamos falando, talvez você só queira mesmo desviar o assunto, criar confusão, mas se quiser saber como é Cuba, eu tenho vários depoimentos interessantes de pessoas que visitaram a ilha prisão. Tenho certeza que lá não existe nenhum milionário, pois lá não existe nem alimentação decente para a população.
A educação para os estudantes pode levar em conta temas como o que é a vida que, obviamente, incluiria o ensino religioso, assim como outras filosofias; mas deve incluir outros como como a vida funciona que leva, inevitavelmente, a conhecer teorias de Wegener sobre a Deriva Continental e sua evolução metodológica e conceitual como a Tectônica de Placas, bem como a Seleção Natural de Darwin, o lamarckismo e sua revitalização, Stephen J. Gould etc. Isto tudo pode ter desdobramentos metafísicos, como queiram, além da disciplina específica em outro momento do cronograma.
Dito isto, o que não é justo é que o criacionismo ou o evolucionismo seja imposto como cosmovisão única.
Advogo o evolucionismo, mas acho extremamente interessante estudar teorias criacionistas ou, se preferirem, ensino religioso.
Como professor de Geografia, me limito a minha área e não acho que deva impor uma crença, mas dentro de minha atribuição, devo dizer o que já foi construído em termos de conhecimento que domino formalmente. Outros professores, teólogos ou não, têm que ter o mesmo espaço.
Compreendo que o mais adequado seria um campo de disciplinas opcionais na formação do currículo.
...
O que não é possível e justo, mas se efetiva é a deturpação, como vi em colégios adventistas que misturam dados bíblicos com conhecimento antropológico e arqueológico, bem como geológico.
O desrespeito não é, antes que me julguem, exclusividade de religiosos. Professores que façam proselitismo ateu (e eu sou ateu) devem ser punidos (formas, sou todo ouvidos) quando ultrapassarem suas atribuições específicas doutrinando alunos, seja em matéria de fé, seja em matéria de política, seja em matéria de propaganda cientificista em detrimento de outras crenças.
Exemplos: questões de prova não precisam por em cheque visões religiosas, mesmo por que, com todo o respeito, elas não são relevantes para entender um ciclo de formação das rochas. Alguém, com sua fé, pode entender
...isto como obra divina, o que não invalida o ensino científico em si, desde que o mesmo possa ser analisado, independentemente, de cânones e pressupostos religiosos estritos.
Em suma, os mais "puristas" de ambas tradições de pensamento, pensem o que quiserem, têm que, no espaço público da sala de aula, abrir mão de exceder seus comentários para além do foco do tema.
Mesmo por que, para eu comentar a tectônica de placas, não preciso citar o Gênesis. Quem faz isto está "enrolando a aula".
Se um aluno quiser saber minha opinião particular sobre este assunto, há o período do intervalo, no qual respondo como cidadão qualquer e não com a autoridade instituída de professor.
Discordem se quiserem, mas creio ser uma posição equilibrada e de bom senso.