No último dia 9 de outubro, Alexandre Pereira, morador de rua que vivia na Rua Senador Vergueiro, no Flamengo, Rio de janeiro, foi baleado na mão pela aposentada Maria Dora Arbex, ficando gravemente ferido. Dora deveria ser punida por porte ilegal de arma e por agressão, mas não pegou nenhuma pena e ainda foi condecorada pelo vereador Carlos Bolsonaro (PP) com uma medalha. "O certo é botar essa mendigada num navio e jogar longe", declarou Dora, e completou: "Ocuparam os morros, agora tomaram as calçadas... Se o prefeito não limpa a cidade, eu vou limpar nem que seja com balde d'água". Enquanto isso, Ném (como Alexandre é connhecido) está preso.
Uma manifestação está sendo chamada contra esta política racista de exclusão e extermínio dos moradores de rua. A manifestação será na próxima quinta-feira, 09/11, às 13 horas, na Praça José de Alencar, no Flamengo.http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2006/11/364814.shtml
Isto foi em 2006
O que o site não disse é que o morador de rua era um
assaltante. Não disse também que a vítima
era uma senhora de 67 anos, que ouviu do assaltante que se ela não entregasse o celular ele mataria o cachorro dela. Não disse, ainda, que o bandido foi reconhecido pelos moradores da área
como alguém que vinha há tempos assaltando idosos. Enxergar luta de classe numa legítima defesa contra uma tentativa de roubo é "política de exclusão e extermínio de moradores de rua" (!)
O Ministério da Saúde adverte: Doutrinação esquerdista mata neurônios. Fumar é menos nocivo.