“A religião de um homem pode muito bem não convir com outro homem – porque ela corresponde ao nível do ser. (...) Um homem não somente pensa ou sente sua religião, ele a vive o tanto quanto pode.” (Gurdjieff)
Muito longe dos preconceitos geralmente estabelecidos a Gurdjieff, há nesta proposição uma ótima questão observada: Por que um homem se submete à macumba ou magia negra? Por que há satanista? A resposta de Gurdjieff é: “A religião corresponde ao nível do ser”. A prática religiosa do macumbeiro e do satanista correspondem ao nível do seu próprio ser; uma conversão ao cristianismo, por exemplo, implicaria uma mudança no ser. O nível humano é condizente com sua religião. Mas, o que dizer dos ateístas?
Muito longe dos preconceitos geralmente estabelecidos a Gurdjieff, há nesta proposição uma ótima questão observada: Por que um homem se submete à macumba ou magia negra? Por que há satanista? A resposta de Gurdjieff é: “A religião corresponde ao nível do ser”. A prática religiosa do macumbeiro e do satanista correspondem ao nível do seu próprio ser; uma conversão ao cristianismo, por exemplo, implicaria uma mudança no ser. O nível humano é condizente com sua religião. Mas, o que dizer dos ateístas?