A notícia seguinte após o caso das FARC foi de um amortecimento psicológico espantoso. Conseguiram encaixar uma notícia com termos como "tortura" e "ditadura militar" de imediato. Além do mais, deram a notícia sobre as FARC quase como uma "retratação" apenas, sem imagens nem nada. Fizeram o que podiam pra dar à notícia um formato de irrelevância.
Sobre o modo como foi divulgado no JN.
Reparei a mesma coisa. Até tinha postado ali no outro tópico. Não me surpreende que eles tenham feito esse "equilíbrio" entre as notícias, mas me chamou a atenção a total irrelevância da notícia sobre a didatura. Simplesmente não era uma notícia.
A divulgação da notícia sobre o governo e as FARC durou cerca de 30 segundos! Se essa imprensa não é comprada eu sou o Lula.
A divulgação da notícia sobre o governo e as FARC durou cerca de 30 segundos! Se essa imprensa não é comprada eu sou o Lula.
E o William Bobôner com aquela cara de corno: "O Palácio do Planalto não quis comentar" a notícia.
Fora globo, o povo não é bobo.
pela globo ter aderido na última hora às diretas-já;
pela globo ter aderido na última hora às diretas-já;
Agora que a casa caiu, a imprensa brasileira vai tentar de todo jeito usar eufemismos e tentar desqualificar o governo colombiano e a revista.
"...amortecimento psicológico espantoso"
Essa é a característica mais sutil e marcante do noticiário da Globo.
Assassinatos (nem todos) e crimes fiscais chocam o público. TUDO O MAIS é almofadadas no telespectador.
Essa é a característica mais sutil e marcante do noticiário da Globo.
Assassinatos (nem todos) e crimes fiscais chocam o público. TUDO O MAIS é almofadadas no telespectador.
Pior do que não noticiar, é noticiar com a aparência de assunto corriqueiro.
Se não explicar para o povão o que isso significa e o quanto é grave, vai passar batido.
E assim, de record do absurdo em record do absurdo, o Brasil vai cavando mais e mais para baixo depois do fundo do poço.
Se não explicar para o povão o que isso significa e o quanto é grave, vai passar batido.
E assim, de record do absurdo em record do absurdo, o Brasil vai cavando mais e mais para baixo depois do fundo do poço.
