É raro para um terrorista do Islã se livrar do estilo de vida jihadista. É ainda mais raro para o mesmo terrorista então testemunhar reprovando o terror islâmico e se tornar um Cristão.
E quando você conta isso, sempre aparece um engraçadinho tradiçionau dizendo: "ah, mas tambem inclui as conversões ao protestantismo! preferia seguir Maomé!" Pra ver o tipo de Cristão que tu é...
Mas naum vou entrar nesse mérito, se um dia tu te acordares do sonho pomposo de roma com certeza Cristo te acolherá.
Gostaria que tu apresentasse fontes da tua pesquisa.
A noticia é boa mas receio que o Islã, a menos que os mais respeitados sensos mundiais sejam tendenciosos, seja a religião que mais cresce no mundo, e eles precisam de muito jejum e oração para se livrar do engodo.
Analisemos a sua frase: ""Pois se for para deixar de ser muçulmano e virar católico e começar a frequentar bailes funks, noitadas e etc é preferivel ser um jihadista islãmico"
Ora, estah claro na frase que vai acima que um muculmano ao se converter nao poderia ser entao um catolico que frequente baile funk e noitadas. Bom, poder ateh poderia, mas voce preferiria entao que ele fosse um jihadista islamico.
Um jihadista islamico eh aquele que tem como missao lutar por Alah e a causa Islamica, podendo morrer na defesa ou expansao deste, levando alias muitos inocentes junto. Afinal, os terroristas extremistas se veem como martires, nao?
Se isso pra voce merece mais consideracao que um catolico que vai a baile funk e noitada, paro aqui e sugiro que veja a diferenca do termo "martir" no Cristianismo.
Oswaldo, entendi. E? Eh a sua comparacao que eh descabida, ora bolas.
==== Quem te disse que a igreja católica se opõe a bailes funck e carnaval?
Muito timidamente ela fala contra a parada gay apesar de admitilos em seu sacerdócio
Bixo, se controla. A sua medicacao tah acabando???
O problema, mais uma vez, foi o seu embananamento com as palavras e a comparacao ridicula, para dizer o minimo.
Eu estou aqui com paciencia te mostrando que preferir um jihadista a um catolico que vai a baile funk ou noitada eh, para dizer o minimo, ridiculo.
Eu de noitada saio um bocado. Tu nao? Jah nem todo baile funk eh putaria dos horrores, se bem me lembro - mas fica aqui um parenteses, pois nao vivo no pais ha um bocado de tempo, e as coisas devem ter obviamente piorado.
Com trabalho pode-se resgatar catolicos desviados ou perdidos, os tais "liberal catholics".
Jah sobre a sua generalizacao e exacerbacao histrionica nos ultimos posts eu nem comentarei - tenho coisas melhor a fazer. Vou jantar.
Achei que esse era tópico para comemorar, não para outras coisas, mas eu já não sei mais nada...
Minha esposa tem uma amiga queniana, ela é católica desde pequenininha. Falávamos com ela e com o irmão sobre religião e minha esposa perguntou sobre religiões africanas, como habitualmente as chamamos lá na Banânia. A menina olhou para ela com uma cara de quem não entendeu nada, disse que só tinha católicos, evangélicos (na maioria pentecostais) e muçulmanos por lá. Conclusão: só brasileiro é que ainda fica matando galinha em encruzilhada. Esse forte misticismo do paganismo africano contaminou e muito o catolicismo brasileiro. Muita gente se diz católica e não é. Isso já sabemos. Agora na África, fico com a impressão de que devam ser católicos mais sérios. Como aliás costumam ser os cristãos recém convertidos.
Apesar de me considerar reformado (porém não puritano), não tenho o menor problema em me alegrar com o crescimento do catolicismo africano. A despeito das diferenças, que devem ser ressaltadas, não crio que convém esse ódio todo. Me senti um bocado excluído na infância enquanto evangélico no brasil, mas sei que aqui nos EUA foram os católicos que sofreram com isso. Uma pendenga sem sentido. Foi justamente o tipo de ódio fratricida que acabou lançando a Europa no abismo de secularismo que engrossa as fileiras dos marranos por lá.
Seria um número maior se os houvesse apoio dos Estados e dos organismos intergovernamentais incentivando a divulgação do Evangelho.
Não é normal um medievalista defender tais coisas. A não ser que o Ricardo tenha isso em mente como estratégia de longo prazo. Um tanto maquiavélico, mas pode ser isso.