De todo modo, a "preocupação" é válida. Toda vitória da "cultura de morte" é de ser temida e lamentada. Mesmo que o Ob(s)ama não se eleja, ele ainda vai continuar a ser um nome a propagar as besteiras revolucionárias por ai...
Não concordo que precisamos de messias. Esse aliás, é um dos graves motivos que levam o brasileiro a ser essa anta que é (afinal, o paternalismo é uma forma de messianismo).
Penso assim, do ponto de vista da religião já temos um Messias (o que vai julgar os vivos e os mortos).
Agora, afastando o foco religioso, que cada um seja o seu messias, mas que não "aliene" as expectativas de vida e morte, ainda mais para um maluco fake como o rapaz muçulmano do norte.