Fala-se desse socialismo do séc XXI, da revolução cultural e outras novas formas de expressão da mente revolucionária, mas na faculdade de história da USP eles continuam com os velhos slogans. Passando por esta faculdade a algumas semanas vi esse cartaz em letras garrafais pendurado nos fundo da faculdade:
http://img530.imageshack.us/my.php?image=imagem007fq0.jpg
E depois os tomates (vermelhos de miolo mole) ainda insistem em chamar os outros de nazista ou facista...
Ah, saudosa USP...
Eu reclamava da Faculdade de Direito, mas ali ainda existe um departamento de Civil que não adere demais aos paradigmas marxistas. Já a FFLCH é uma coisa medonha. Alguém lembra da invasão? Até na faculdade de Letras os caras dão um jeito de babar ovo para o Noam Chomsky.
Os partidos políticos estão pesadamente envolvidos na política acadêmica na USP, foi essa uma das razões pela qual deixei de ser esquerdista, de modo a bloquear a participação política de alunos não ligados a partidos. Os professores são em sua grande maioria ligados à esquerda ou coniventes com ela. Encontrei poucos professores contrários a essas tendências que falavam abertamente, como Manuel Gonçalves Ferreira Filho da FD e Fernando Augusto Albuquerque Mourão (da FFLCH mas lecionava na FD, ex comunista profundamente crítico do antigo ideal). Mas esses dois já aposentaram. A velha guarda está saindo. Os professores mais novos se formaram, na melhor hipótese, na França, cujo ambiente universitário é fortemente esquerdista.