Vacina contra rubéola esteriliza
Ontem houve uma campanha de vacinação contra rubéola no trabalho. O movimento suscitou, nos corredores, debates sobre a importância e coisa e tal. Jocoso, comentei sobre um estapafúrdio e-mail recebido indicando a possibilidade de tal campanha esconder o funesto objetivo de esterilizar homens e mulheres em idade reprodutiva.
Bobagem, claro. Mas tem gente que gosta de uma teoriazinha de conspiração…
Um colega mesmo defendeu a idéia, dizendo que havia lido no blog de um Julio-sei-lá-o-que e no site de uma tal mídia-sem-sei-lá-o-que. Referência incontestável, certo? (pesquisando no Google, só encontramos menção sobre essa bobagem em sites fundamentalistas - o que atesta a pouca credibilidade da notícia, portanto).
Adiantava dizer que o problema da superpopulação já não faz parte da agenda política de um sem número de países? Que a tendência, visto a diminuição crescente da taxa de natalidade, é um pavoroso mundo em que a população jovem esteja numericamente muito menor do que aquela que está desejosa em curtir uma aposentadoria? Que seria uma política suicida esterilizar, em massa, determinada população?
Devo confessar que meus argumentos pouco adiantaram, já que meu debatedor é um daqueles que - pasmem! - imaginam que o governo que aí está quer, em uma medida anti-cristã (SIC!), conter o crescimento populacional natural via estímulo do aborto, práticas homossexuais e laqueaduras/vasectomias gratuitas.
É mole?
Ontem houve uma campanha de vacinação contra rubéola no trabalho. O movimento suscitou, nos corredores, debates sobre a importância e coisa e tal. Jocoso, comentei sobre um estapafúrdio e-mail recebido indicando a possibilidade de tal campanha esconder o funesto objetivo de esterilizar homens e mulheres em idade reprodutiva.
Bobagem, claro. Mas tem gente que gosta de uma teoriazinha de conspiração…
Um colega mesmo defendeu a idéia, dizendo que havia lido no blog de um Julio-sei-lá-o-que e no site de uma tal mídia-sem-sei-lá-o-que. Referência incontestável, certo? (pesquisando no Google, só encontramos menção sobre essa bobagem em sites fundamentalistas - o que atesta a pouca credibilidade da notícia, portanto).
Adiantava dizer que o problema da superpopulação já não faz parte da agenda política de um sem número de países? Que a tendência, visto a diminuição crescente da taxa de natalidade, é um pavoroso mundo em que a população jovem esteja numericamente muito menor do que aquela que está desejosa em curtir uma aposentadoria? Que seria uma política suicida esterilizar, em massa, determinada população?
Devo confessar que meus argumentos pouco adiantaram, já que meu debatedor é um daqueles que - pasmem! - imaginam que o governo que aí está quer, em uma medida anti-cristã (SIC!), conter o crescimento populacional natural via estímulo do aborto, práticas homossexuais e laqueaduras/vasectomias gratuitas.
É mole?
