Não se deve generalizar, uma vez que existem verdadeiras obras de arte que foram engendradas por roteiristas e diretores geniais, e que podem, sim, ser um caminho para adquirir a verdadeira alta cultura. Como exemplo, posso citar toda a obra de Stanley Kubrick, além de muitos dos filmes de: Ingmar Bergman, Orson Welles, Michelangelo Antonioni, Fritz Lang, entre outros autores de filmes-cabeça.
Também existem aqueles filmes que contam a vida de personagens famosos e que, quando bem feitos, podem ultrapassar o estágio de filme-pipoca. Como exemplo desse tipo de filme eu cito, "João Paulo II", (2005), muito fiel à realidade, e brilhantemente interpretado por John Voight, que mostra, além da vida religiosa do Papa Peregrino, todos os bastidores da derrocada do comunismo.
"Há alguns problemas na dramaturgia. O primeiro é acreditar que a Bíblia, o livro mais vendido no mundo, algum dia será um artigo raro. Como é possível que não se ache sequer um único exemplar dos escritos que estão nas gavetas de criado-mudo de muitos quartos de hotel? Outro ponto é o poder superestimado do livro. Não era possível criar uma seita com qualquer outra escritura? Toda essa mobilização ao redor da Blíblia pode ofender os ateus e agnósticos."
Filme pipoca: "Um Drink no Inferno":produção de 1996, dirigido por Robert Rodriguez e com roteiro de Quentin Tarantino. O filme conta a historia de dois irmãos assassinos que tentam chegar ao México. No meio do caminho sequestram um pastor e seus dois filho. Ao passarem pela fronteira param em um estranho bar de motoqueiros, o que não sabem é que neste bar todos são vampiros. NOTA 8
Mais um bom "pipoca": Filme de Quentin Tarantino que usa e abusa do humor negro e da violência. Contudo, o diretor também utiliza como incredientes atuações marcantes (John Travolta, Samuel L. Jackson e Bruce Willis, entre outros), enquadramentos perfeitos, trilha sonora da pesada e diálogos inteligentes. O melhor fime produzido na década de 90. NOTA 10
Tem a assinatura de Tarantino: filme pipoca, trilha sonora sensacional, direção perfeita e atuações memoráveis (Michael Madsen, Harvey Keitel e Tim Roth , entre outros)
Conta a história de um grupo de ladrões contratados para fazer um roubo a uma joalheria. Os membros deste grupo não se conheciam e era ordem que não passassem nenhuma informação pessoal entre eles, nem mesmo o nome, pois, no caso de algum ser eventualmente descoberto, a polícia não teria como chegar aos outros. Sendo assim cada membro do grupo recebia o nome de uma cor. Porém no dia do assalto algo errado acontece. A polícia invade a joalheria no momento do roubo e fogem. Suspeitam então que entre eles existe um policial infiltrado, mas como ninguém se conhece, o espião pode ser qualquer um.
(Wiki)
Trata-se do primeiro filme realizado por Quentin Tarantino, lançado primeiramente no Sundance Film Festival. O nome do filme é uma referência a uma frase usada por um cliente de uma loja de vídeo na qual Tarantino trabalhava.
' "A visão do filme renovou em mim, e penso em todos os que o conheceram, o sentido de profunda gratidão a Deus por ter dado à Igreja e ao mundo um papa de tão grande caráter humano e espiritual". Papa Bento XVI- (Agência Efe) Em processo de beatificação pela Igreja Católica, Karol Wojtyla foi um dos Papas mais influentes e amados de todos os tempos, dedicando 26 anos de vida ao pontificado. Nascido na pequena cidade polonesa de Vadovice, Wojtyla teve uma infância marcada por várias tragédias familiares. Sozinho aos 21 anos, terminou por estudar num seminário e dedicar-se a vida eclesiástica. Interpretado pelo ganhador do Oscar, John Voight, o filme começa com o atentado sofrido pelo Papa na praça de São Pedro em 1981, pelas mãos do terrorista turco Ali Agca. Outros temas destacados são sua influência na queda do regime comunista, a debilitação de sua saúde com o surgimento do mal de Parkinson e suas últimas horas de vida. Produzido na Polônia e na Itália, a obra do diretor John Kent Harrison teve como colaboradores importantes membros do Vaticano, como o porta-voz da Igreja, Joaquim Navarro Valls e o monsenhor Stanislao Dziwisz, secretário particular de João Paulo II. Uma obra ideológica, religiosa e humana sobre um dos Papas mais admirado e querido por todos os povos.'
Achei o filme Memento muito bom e tambem bem interessante a maneira que o diretor Christopher Nolan (que tambem fez Batman: The Dark Knight, The Prestige, Inception) organizou a historia e as cenas. Vale a pena assistir.
A vida de William Wilberforce (Ioan Gruffudd) é a história de como a perseverança e a fé de um homem mudaram o mundo. Líder do movimento abolicionista britânico, o filme mostra a luta épica para criar a uma lei com o objetivo de acabar com o tráfico negreiro. Durante esta jornada, Wilberforce encontra oposição intensa dos que acreditavam que a escravidão estava diretamente ligada à estabilidade do império britânico. Em seus amigos, incluindo John Newton (Albert Finney), um ex-capitão de navio negreiro que compôs o famoso hino Amazing Grace, encontrou suporte para continuar lutando pela causa
Excelente filme retratando a fuga de prisioneiros políticos em um gulag soviético e sua fantástica jornada através de um continente inteiro para escapar do paraíso do proletariado. Baseado - dizem - em uma história real.
Todos, eu disse todos os filmes americanos das últimas décadas tem como tema principal, embora imposto sutilmente, em alguns casos, cenas de chupação, lambição e trepadas, geralmente não se passam dez minutos sem isso.
Além disso, acabaram com as trilhas sonoras, substituindo-as por diarréias de dar nojo e dor de cabeça. O resto é tema secundário. Nem perco mais meu tempo indo a cinemas, as salas foram feitas para surdos e/ou dementes. A salvação é que ainda existem alguns poucos filmes feitos em outros países, mas aos poucos todos vão aderindo, como capachos, aos ditames ianques.
Assisti ontém a "Katyn" (2007), mencionado pelo GabrielCapote logo acima. Belíssimo filme polonês, retrata não apenas o sanguinário ato do massacre, mas a engenharia de propaganda soviética para atribui-lo aos neo-inimigos alemães e apagar da história o fato conhecido, numa aplicação massiva do clássico "acreditas em mim ou nos teus olhos"?
É emblemática a cena inicial, em que uma massa de exilados poloneses vinda do oeste ao fugir da ocupação nazista encontra-se, em meio a uma ponte, com outro grupo vindo do leste a anunciar a invasão comunista.
O problema é que todos os filmes ianques, e a maioria é, ficam impondo cenas de chupação, lambição e enrabadas a todo instante, e a falta de vergonha ultrapassa todos os limites do bom senso. Qualquer coisa é motivo para chuparem aquelas bocas pútridas.
Era muito melhor quando a censura cortava fora o besteirol, porque graças a essa enchição de saco é que só dá depravação, devassidão, adolescentes grávidas e descambando para a prostuitição gratuita, gayismo, destruição da família e dos princípios, etc...
Monster - Desejo Assassino. Filme que contém umas das melhores atuações femininas da história do Cinema. Charlize Theron, ganhou um Oscar por sua atuação espetacular neste filme. O filme conta a dramática história de vida de uma famosa serial killer dos EUA.
Cinema é a maior diversão. O slogan continua valendo, no entanto a praticidade e a qualidade dos DVDs também permitem aos mais interessados em adquirir cultura cinematográfica que assistam a verdadeiras obras de arte no conforto de seus lares, pela TV, ou, de preferência, com a tecnologia de um bom home theather.
Segundo Jean-Luc Godard: "O cinema não é um ofício. É uma arte. Cinema não é um trabalho de equipe. O diretor está só diante de uma página em branco. Para Ingmar Bergman estar só é se fazer perguntas; filmar é encontrar as respostas. Nada poderia ser mais classicamente romântico".
Algumas boas dicas são os filmes de gênios do cinema como Stanley Kubrick ("O Grande Golpe", "Gloria Feita de Sangue", "Dr. Fantástico", "O Iluminado", Lolita" etc) e Ingmar Bergman ("O Ovo da Serpente", "Cenas de um Casamento", "O Olho do Diabo", "Através de um Espelho", "O Sétimo Selo" etc). Qualquer filme dos dois é muito bom.
Mas o cinema nacional também tem seus mestres, alguns deles da novíssima geração. Assim, além dos filmes que estão em cartaz, o Barrazine sugere aos amantes da Sétima Arte que também confiram os filmes de dois dos maiores, mais inovadores e mais polêmicos diretores do cinema nacional. São eles: José Padilha ("Ônibus 174", "Tropa de Elite", "Tropa de Elite 2: O Inimigo Agora é Outro" etc) e Claudio Assis ("Amarelo Manga", "Baixio das Bestas" etc). Novamente, qualquer filme dos dois é muito bom.
Para José Padilha, um dos melhores nomes do cinema brasileiro em todos os tempos: "Só trabalho em filmes quando sinto que é o ideal, quando acrescento alguma coisa minha. Faço filmes para mim mesmo e não fico nervoso, não tenho problemas com expectativas e se vai funcionar ou não. Apenas procuro manter sua integridade e dirigir da melhor maneira possível. Todo o resto não me interessa".
Já para o premiadíssimo diretor brasileiro Claudio Assis: "Não faço marketing, odeio publicidade. Quando falo mal do cinema da Globo Filmes, que vicia o olhar e despolitiza, arrumo inimigos entre os cúmplices desse cinema. Mas tem mais gente que não participa disso. O cinema feito com dinheiro público deveria ser, no mínimo, honesto. Não interessa quem eu sou, mas a arte que estou fazendo."
Em plena Manhattan vive Max (Sean Gullette), um jovem gênio da matemática e computação que vive escondido da luz do sol, que lhe dá constantes dores de cabeça, e evita o contato com outras pessoas. Max conseguiu construir um supercomputador que lhe permitiu descobrir o número completo do pi, o que fez ainda com que compreendesse toda a existência da vida na Terra, já que percebeu que todos os eventos se repetiam após um determinado espaço de tempo. Com isso Max pôde adivinhar o que viria a acontecer no mercado da bolsa de valores, já que conhecia as tendências que se repetiriam, e passa a ser cobiçado por representantes de Wall Street e também por uma seita (seita Judaica) que busca decifrar os mistérios da matemática.
Esse filme, que conta um pouco da história de Josemaria Escrivá e da fundação do Opus Dei, usa a Guerra Civil Espanhola como pano de fundo para mostrar o que o homem é capaz de fazer e o que Deus é capaz de fazer.
.