PCC quer grampear autoridades públicas
O PCC quer monitorar autoridades públicas por meio de escutas telefônicas e se transformar em um grupo terrorista nos moldes do IRA (Exército Republicano Irlandês) ou a Yakuza, a máfia japonesa, de acordo com o Ministério Público da região, que investiga o 'braço jurídico' da organização criminosa. A discussão desses planos foi flagrada pelo Gaerco (Grupo de Atuação Especial Regional para a Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) do Vale do Paraíba, por meio de interceptações telefônicas na investigação a respeito do esquema dos 'gravatas' --advogados, na gíria da facção-- com um orçamento de R$ 250 mil mensais. Os promotores acompanharam conversas em que membros da cúpula da facção discutem a compra de equipamentos de 'grampo telefônico'. O Gaerco, que denunciou 11 pessoas por ligação com o braço jurídico do PCC, não identificou quem seriam os alvos do 'grampo' clandestino dos criminosos. O PCC, criado em Taubaté, busca infiltrar-se nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
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O PCC quer monitorar autoridades públicas por meio de escutas telefônicas e se transformar em um grupo terrorista nos moldes do IRA (Exército Republicano Irlandês) ou a Yakuza, a máfia japonesa, de acordo com o Ministério Público da região, que investiga o 'braço jurídico' da organização criminosa. A discussão desses planos foi flagrada pelo Gaerco (Grupo de Atuação Especial Regional para a Prevenção e Repressão ao Crime Organizado) do Vale do Paraíba, por meio de interceptações telefônicas na investigação a respeito do esquema dos 'gravatas' --advogados, na gíria da facção-- com um orçamento de R$ 250 mil mensais. Os promotores acompanharam conversas em que membros da cúpula da facção discutem a compra de equipamentos de 'grampo telefônico'. O Gaerco, que denunciou 11 pessoas por ligação com o braço jurídico do PCC, não identificou quem seriam os alvos do 'grampo' clandestino dos criminosos. O PCC, criado em Taubaté, busca infiltrar-se nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
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