Karl Marx disse que “[A Religião] é o ópio do povo” e “O comunismo começa desde o início com o ateísmo; mas o ateísmo está a princípio longe de ser o comunismo; na verdade, o que o ateísmo ainda é em maior parte uma abstração.”
Vladimir Lenin escreveu de forma semelhante em relação ateísmo e comunismo: “Um marxista deve ser um materialista, ou seja, um inimigo da religião, mas numa dialética materialista, ou seja, uma que trata da luta contra a religião não de uma forma abstrata, e não com base no remoto, puramente teórico, nunca variando a pregação; mas de uma forma concreta, com base na luta de classes que se está a se passar na prática e na educação das massas de uma forma melhor e maior do que qualquer outra coisa poderia fazer.”
Estima-se que, em menos de os últimos 100 anos, os governos sob a bandeira do comunismo causaram a morte de algo em torno de entre 40.472.000 a 259.432.000 de vidas humanas. Dr. R. J. Rummel, professor emérito de ciência política na Universidade do Havaí, é o primeiro estudioso que cunhou o termo democídio (morte por governos). Dr. R. J. Rummel estima que o comunismo provocou a morte de cerca de 110.286.000 pessoas entre 1917 e 1987.
A teoria da evolução desempenhou um papel proeminente no que diz respeito ao comunismo ateu. Comunistas, em particular Stalinistas, favoreceram uma versão do Lamarckismo chamado Lysenkoism desenvolvido por Trofim Denisovich Lysenko. Lysenko foi feito membro do Soviete Supremo e chefe do Instituto de Genética da Academia de Ciências soviética. Mais tarde Lysenko tornou-se presidente da União das Academias de Ciências Agrárias. Muitos geneticistas foram presos e executados por sua ciência burguesa, e as políticas agrícolas baseadas no Lysenkoismo que foram adotadas nos regimes de Josef Stalin e Mao Tsé-Tung causou a fome e a morte de milhões de pessoas.
Vladimir Lenin escreveu de forma semelhante em relação ateísmo e comunismo: “Um marxista deve ser um materialista, ou seja, um inimigo da religião, mas numa dialética materialista, ou seja, uma que trata da luta contra a religião não de uma forma abstrata, e não com base no remoto, puramente teórico, nunca variando a pregação; mas de uma forma concreta, com base na luta de classes que se está a se passar na prática e na educação das massas de uma forma melhor e maior do que qualquer outra coisa poderia fazer.”
Estima-se que, em menos de os últimos 100 anos, os governos sob a bandeira do comunismo causaram a morte de algo em torno de entre 40.472.000 a 259.432.000 de vidas humanas. Dr. R. J. Rummel, professor emérito de ciência política na Universidade do Havaí, é o primeiro estudioso que cunhou o termo democídio (morte por governos). Dr. R. J. Rummel estima que o comunismo provocou a morte de cerca de 110.286.000 pessoas entre 1917 e 1987.
A teoria da evolução desempenhou um papel proeminente no que diz respeito ao comunismo ateu. Comunistas, em particular Stalinistas, favoreceram uma versão do Lamarckismo chamado Lysenkoism desenvolvido por Trofim Denisovich Lysenko. Lysenko foi feito membro do Soviete Supremo e chefe do Instituto de Genética da Academia de Ciências soviética. Mais tarde Lysenko tornou-se presidente da União das Academias de Ciências Agrárias. Muitos geneticistas foram presos e executados por sua ciência burguesa, e as políticas agrícolas baseadas no Lysenkoismo que foram adotadas nos regimes de Josef Stalin e Mao Tsé-Tung causou a fome e a morte de milhões de pessoas.