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Grandes mentiras - O Evolucionismo como fato

Iniciado por marcos_14 em 05/09/2008 · 3 mensagens

marcos_14#1
"[...] No número de dezembro de 1960 da revista Science pode-se ler, escritas pelo ex-presidente da Sociedade Para o Progresso da Ciência, dos EUA, as seguintes idéias: "Acompanhe-nos, agora, a uma excursão especulativa à pré-História. Faça de contra que está na era em que a espécie sapiens emerge do genus Homo"

"Avance velozmente através dos milênios, sobre os quais a informação depende, na maior parte, de conjetura e interpretação, até a era dos primeiros registros escritos, dos quais se podem colher alguns fatos"

Conjetura e interpretação… Que colossal distância para os "fatos provados" da mistificação criminosa ou do embuste irresponsável!

De resto, já o conhecido cientista britânico L. M. Davies, referindo-se à famosa obra de Darwin, "A Origem da Espécies", afirmou: "Calcula-se que nada menos de 800 frases no modo subjuntivo (do tipo suponhamos, presumamos, etc.) podem ser encontradas em seu texto."

Tais fatos, talvez, é que explicam a razão pela qual, menos comedido na linguagem, haja um fisiólogo da Comissão de Energia Nuclear dos EUA escrito: "Os cientistas que estão ensinando que a Evolução é um fato são grandes vigaristas, e a estória que contam talvez seja o maior logro que já houve. Não possuímos um único fato para explicar a Evolução".[...]"

(BOAVENTURA, Jorge; Ocidente Traído: A Sociedade em Crise; Excerto do capítulo 7: Grandes mentiras; Bibliex; Rio de Janeiro; 1980; página 61)
rafael_2#2
Os que defendem tão ardorosamente Darwin desconhecem algumas coisas a respeito de sua teoria. Esta não engloba o "surgimento" da vida, ao contrário do que muita gente repete por aí. Seu ponto de partida é um mundo já existente e infinitamente complexo e já habitado por seres vivos. Ainda que admitamos que Darwin estava certo ao dizer que os seres evoluíram, teremos que nos perguntar de onde os ancestrais destes seres vieram. E de onde vieram os ancestrais destes... e assim ad infinitum. A teoria da evolução, como qualquer outra teoria científica, só pode trabalhar com o já existente, não alcança indagações metafísicas. Em outras palavras, encontra o já criado.

Acho que o Olavo explica o ponto um pouquinho melhor que eu neste texto:

1 - A existência pressupõe a possibilidade. Logo, antes (cronologicamente) e acima (ontologicamente) do existente, está a possibilidade infinita ou universal, também chamada de onipossibilidade ou - um tanto inexatamente - onipotência. Teologicamente, "Deus".

2 - A possibilidade limita a existência, mas não é limitada por ela, não podendo portanto extrair dela as condições da sua manifestação. Logo, a possibilidade se torna existência desde si mesma e não desde algo existente. É por isso que a força de passar à existência sem depender de algo preexistente é descrita teologicamente como "criação" (ex nihilo) e não como mera "transformação".

3 - A existência considerada "em si" e abstratamente é ainda mera potência de existir, que só passa ao ato através dos existentes, dos seres. O conjunto da existência, uma vez instaurado, divide-se, portanto necessariamente em dois aspectos: (a) os entes existentes; (b) as possibilidades ilimitadas da existência ainda não manifestada. No simbolismo bíblico, a mera potência de existir denomina-se "as águas", os entes já existentes denominam-se "terra", as possibilidades em reserva denominam-se "céu".
http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=4261
rafael_2#3
É por isso que a força de passar à existência sem depender de algo preexistente é descrita teologicamente como "criação" (ex nihilo) e não como mera "transformação".

Isto põe um obstáculo instransponível para uma teoria meramente biológica da vida, porque as explicações dadas pelos biólogos necessitam de algo preexistente para explicar o que é existente atualmente. A ciência não explica a criação, mas as transformações dependentes de algo preexistente.

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