Já podeis da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade,
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil,
Houve mão mais poderosa,
Zombou deles o Brasil;
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil;
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiros!
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil;
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá temor servil
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil;
Ou ficar a Pátria livre,
Ou morrer pelo Brasil.
HOJE, DOMINGO, ACORDEI TARDE, PELO MEIO-DIA, E CONFESSO QUE QUASE ESQUECI DE QUE ESTE É O DIA DA INDEPENDÊNCIA AQUI NO BRASIL.
ACORDEI E NADA DE BARULHO DE AERONAVES DA FAB EM VÔOS RASANTES PELOS CÉUS DE FORTALEZA. NEM DE SIRENES DE VIATURAS DOS BOMBEIROS, DE VEÍCULOS MILITARES, DE MOTOS DA POLÍCIA MILITAR. NEM SONS DE HINOS AO LONGE. NEM BURBURINHO DE ESTUDANTES E FAMILIARES INDO OU VOLTANDO DE DESFILES ALUSIVOS À INDEPENDÊNCIA.
LIGUEI A TV A CABO E VI UMA PROGRAMAÇÃO ABSOLUTAMENTE NORMAL, MESMO NAS TVs PÚBLICAS, COMO A TVC, EM FORTALEZA OU OUTRAS, PELO PAÍS. NENHUMA REPORTAGEM ESPECIAL, NENHUMA COBERTURA AO VIVO DE DESFILES ALUSIVOS, NENHUMA PROGRAMAÇÃO CULTURAL ESPECÍFICA. NADA.
SE HOJE NÃO FOSSE DOMINGO, CERTAMENTE EU PERCEBERIA QUE ERA UM FERIADO.
E, MAIS TARDE, DAS 18:00 ÀS 21:00, VERIA NOS TELEJORNAIS, ALGUMAS REPORTAGENS EXTENSAS SOBRE MANIFESTAÇÕES DO "GRITO DOS EXCLUÍDOS" E UMAS PASSAGENS RÁPIDAS SOBRE DESFILES MILITARES NAS PRINCIPAIS CAPITAIS.
MAS COMO HOJE É DOMINGO, CERTAMENTE VEREI EXATAMENTE ISSO NO FANTÁSTICO.
E NADA MAIS ALÉM DAS BONITAS ALUSÕES QUE ALGUNS FIZERAM NESTA BEM FREQUENTADA COMUNIDADE DO ORKUT.
Brizola era meio ou totalmente maluco. Existe algo de "anormal" em uma nação ser dependente finaceiramente de outro(s) país(ses)? Isso é apenas uma troca e não quer dizer que seja uma troca injusta. Não é um "meu" mundo ideal, pois tenho inclinações medievalistas. Brizola era nacionalista, nunca foi patriota. Socialistas no geral não é patriota. A doutrinação prega "amor" incondicional ao Estado e repúdio a símbolos da Pátria considerados por eles alienantes para as massas. Não vejo problema algum um país viver sob a "proteção" de um império, desde que não seja um império do mal. O império romano fez muito pelos povos ocidentais, sempre respeitou os costumes e leis locais e apenas exigia fidelidade.
Muito bem sacado isso que você escreveu. Outra coisa do Engenheiro que eu nunca entendi direito era aquele papo dele de "perdas internacionais". Ele repetia aquilo como um mantra. Me explica, por favor, o que é essa porra de "perdas"...
Não sei te responder de imediato. Me despertou a curiosidade e vou ver se descubro, talvez não signifique nada porque os discursos de L Brizola, que era um político pupulista e no geral é ôco de conteúdo. Como "perdas internacionais", imperialismos americanos, essas coisas, eu imagino que ele se refere a perdas comerciais em negócios desvantajosos ou simplesmente uma variante do clichê "exploração histórica" dos paises ricos.
Deve ser o mesmo que Lula fala promover a "Justiça Social", reparar danos aos explorados por séculos de História. Aí temos uma variante interessante. Brizola falava em "resolver as perdas internacionais", comércio exterior ou emprétimos da banca internacional. Lula fala em fazer justiça para os oprimidos. Dois focos diferentes. Um pensando nos interesses da nação o outro nos interesses dos indivíduos mais precisamente de classes específicas, no fundo os interesses são deles mesmo (demagogia populista).
Brizola voltou do exílio no início dos 80 dizendo que havia aproveitado o tempo lá fora para aprender a cantar de partitura. Antes, reconhecia, só cantava de ouvido. Era uma leve insinuação de autocrítica em relação ao papel que desempenhou na política brasileira antes de 64. Contudo, isso não demorou muito. Logo Brizola foi readquirindo a desenvoltura e as certezas de sempre. Uma delas: a de que toda a tragédia brasileira, nosso subdesenvolvimento e nossa pobreza, se deve às "perdas internacionais".(...)
Se perguntassem a ele o que era isso, preto no branco, ele jamais esclareceria. Continuava cantando de ouvido(...)
A cada pergunta objetiva ele respondia: "Meu filho, o povo tem as respostas certas. Deixe o povo falar em eleições livres que ele mostrará o caminho."(...)
O fato é que Brizola, com sua conversa de "perdas internacionais", ganhou duas eleições para governador do Estado do Rio.(...)
Pouca gente fala hoje em "perdas internacionais". A razão é que elas não existem. Nunca existiram.(...)
P.S.: Não sei quem escreveu isso, mas parece que foi Rogério Lessa Benemond, jornalista do Monitor Mercantil, a matéria não está assinada.
A verdadeira comemoração da data nacional acontece hoje, em Brasilia, patrocinada pela associação dos Amigos da Familia Imperial, com a presença de D. Luis de Orleans e Brgança, D. Antonio e D. Cristine de Ligne.
O resto é plagio fruto de golpismo, onde tremulam as bandeiras vermelhas que esparramam o ódio da luta de classes por esse pobre Brasil.
Que Nossa Senhora Aparecida e São Pedro de Alcantara, nossos padroeiros, afastem da nossa terra querida os males do igualitarismo.
N apraça dos 3 Poderes as bandeiras que tremulam são vermelhas. Da cor do ódio que essas utopias requentadas inspiram nos desavisados.
A nossa bandeira é verde e amarela. Balela que o verde representa as nossas matas e o amarelo as nossas riquezas. O verde representa a Casa de Bragança, origem do nosso 1º imperador D. Pedro I, e o amarelo a Casa dos Habsburgos, de D. Leopoldina.
Ah, e com o brasão armilar do Império no centro do losango, que aquele globo é muito positivista.
APESAR DE, AMANHÃ (8 DE SETEMBRO), NAS CAPAS DOS JORNAIS, MUITO PROVAVELMENTE, COMO SÓI ACONTECER NOS ANOS MAIS RECENTES, POUCA OU NENHUMA ÊNFASE SER DADA AOS DESFILES E COMEMORAÇÕES ALUSIVOS À DATA MÁXIMA DO PAÍS, MAS A "GRITOS DE "EXCLUÍDOS"", ENDEUSAMENTO DE ATLETAS (EXCLUSIVAMENTE) DO FUTEBOL, FAÇANHAS DE CRIMINOSOS, FOFOCAS DE "CELEBRIDADES" E OUTROS ASSUNTOS, ULTIMAMENTE IMPOSTOS AOS BRASILEIROS COMO MAIS IMPORTANTES.
Em Brasília perdeu-se cada boa chance de disparar acidentalmente contra a tribuna... [aos censores: não estou a falar a sério, o pá]
Da parca cobertura sobre a razão de estarmos todos sem trabalhar hoje, destaca-se a concentração assombrosa de especialistas a falar asneiras sobre nossa história, nosso caráter, nossas instituições. Se as ciências sociais no Brasil estão mortas há tempos, o cadáver continua a perfumar a sala em posição honrosa.
O Hino é belíssimo e grandioso, tal como já foi o Brasil, que só retornará a ser o Impávido Colosso quando caírem os impostores, vigaristas e corruptores da República. Tombarão, tomara a Deus.