No texto "Gestapo terceirizada", para corroborar com seu ponto de vista, Olavo a seguinte informação:
O professor Francisço Pessanha Neves, do Colégio de Aplicação da UFRJ, foi surrado por seus alunos por insistir em lhes ensinar filosofia grega em vez de marxismo.http://www.olavodecarvalho.org/semana/060713jb.html
Achei um tanto estranha esta informação, posso dizer com a autoridade de quem já foi professor e deus aulas ao ensino médio, que isto não é e nunca foi motivo para agreção a um professor.
Agreções só ocorrem quando o professor encontra-se despreparado para a função, e deixa-se levar por diferenças pessoais, exerce um autoritarismo exacerbado, ou mesmo quando tem uma atitude de desrespeito e pejoração em relação às idiossincrasias do aluno. Dei aula por 02 anos à turmas do ensino médio e nunca tive casos de indisciplina na sala ou desrespeito à minha pessoa, não há nenhum segredo senão usar as palavras certas e ter as atitudes corretas diante das diversas situações que ocorrem no dia-a-dia.
Fui dar uma checada na informação, e, ao que parece Olavo a tirou daqui:
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=57972&tid=2424096753944120870&na=1&nst=1[/url]
Obviamente não vou justificar a ação dos alunos, que foi equivocada e que deve ser punida. Contudo, o professor colocou apenas a sua versão da história, atribuindo a agressão ao pensamento marxista inoculado nos alunos, que os faria rejeitar a filosofia clássica.
Isso me pareceu mais uma saída pela tangente, para tentar colocar-se no papel de vítima absoluta da situação.
Ora, ensinar o pensamento de Sócrates, Platão e Aristóteles jamais motivaria um aluno a desenhar suásticas no quadro. Se o referido professor apenas discordasse do marxismo, bastaria a ele argumentar a respeito, se isso não tivesse efeito nos alunos sobre a idéia, ao menos o faria ter o respeito da turma.
Acredito que faltou um certo critério ao Olavo ao colocar esta informação em seu texto, parece ter havido uma aceitação passiva desta.
O professor Francisço Pessanha Neves, do Colégio de Aplicação da UFRJ, foi surrado por seus alunos por insistir em lhes ensinar filosofia grega em vez de marxismo.http://www.olavodecarvalho.org/semana/060713jb.html
Achei um tanto estranha esta informação, posso dizer com a autoridade de quem já foi professor e deus aulas ao ensino médio, que isto não é e nunca foi motivo para agreção a um professor.
Agreções só ocorrem quando o professor encontra-se despreparado para a função, e deixa-se levar por diferenças pessoais, exerce um autoritarismo exacerbado, ou mesmo quando tem uma atitude de desrespeito e pejoração em relação às idiossincrasias do aluno. Dei aula por 02 anos à turmas do ensino médio e nunca tive casos de indisciplina na sala ou desrespeito à minha pessoa, não há nenhum segredo senão usar as palavras certas e ter as atitudes corretas diante das diversas situações que ocorrem no dia-a-dia.
Fui dar uma checada na informação, e, ao que parece Olavo a tirou daqui:
[url]/CommMsgs.aspx?cmm=57972&tid=2424096753944120870&na=1&nst=1[/url]
Obviamente não vou justificar a ação dos alunos, que foi equivocada e que deve ser punida. Contudo, o professor colocou apenas a sua versão da história, atribuindo a agressão ao pensamento marxista inoculado nos alunos, que os faria rejeitar a filosofia clássica.
Isso me pareceu mais uma saída pela tangente, para tentar colocar-se no papel de vítima absoluta da situação.
Ora, ensinar o pensamento de Sócrates, Platão e Aristóteles jamais motivaria um aluno a desenhar suásticas no quadro. Se o referido professor apenas discordasse do marxismo, bastaria a ele argumentar a respeito, se isso não tivesse efeito nos alunos sobre a idéia, ao menos o faria ter o respeito da turma.
Acredito que faltou um certo critério ao Olavo ao colocar esta informação em seu texto, parece ter havido uma aceitação passiva desta.