12 de Setembro de 2008
O Departamento de Estado americano anunciou nesta sexta-feira que o embaixador da Venezuela será expulso dos Estados Unidos. “Lamentamos as ações tanto do presidente (venezuelano) Hugo Chávez quanto do presidente (boliviano) Evo Morales, que expulsaram nossos embaixadores na Venezuela e na Bolívia, respectivamente. Isso reflete a fraqueza e o desespero desses líderes ao lidar com desafios internos”, disse Sean McCormack, porta-voz do Departamento de Estado americano, segundo a agência de notícias Reuters.
Os Estados Unidos também impuseram sanções a dois altos funcionários venezuelanos no país – Hugo Armando Carvajal Barrios e Henry de Jesus Rangel Silva. Acusados de manter vínculos com rebeldes colombianos envolvidos com tráfico de drogas, eles tiveram os bens congelados.
Paus e pedras - As medidas americanas representam uma escalada na tensão entre os Estados Unidos, de um lado, e Bolívia e Venezuela, de outro. Na quarta-feira, Chávez, havia seguido a decisão do governo da Bolívia e ordenado a expulsão do embaixador dos Estados Unidos de seu país. Além disso, ele ameaçara suspender as vendas de petróleo para os americanos, o que, segundo ele, pressionaria ainda mais os preços da commodity no mercado internacional.
Chávez e Morales, por sua vez, acusam os Estados Unidos de fomentar as manifestações contra o líder boliviano. Morales enfrenta há três dias uma das piores crises de seu governo, com uma escalada da violência realizada por grupos separatistas opositores.
A morte de oito pessoas em confrontos no departamento de Pando, na quinta-feira, despertaram em diferentes setores o temor de que ocorra uma guerra civil na Bolívia. Brasil, Argentina e Colômbia teriam se oferecido para viajar a La Paz e participar das negociações na Bolívia. No entanto, Morales teria declinado da oferta por considerar a situação um problema doméstico.
O Departamento de Estado americano anunciou nesta sexta-feira que o embaixador da Venezuela será expulso dos Estados Unidos. “Lamentamos as ações tanto do presidente (venezuelano) Hugo Chávez quanto do presidente (boliviano) Evo Morales, que expulsaram nossos embaixadores na Venezuela e na Bolívia, respectivamente. Isso reflete a fraqueza e o desespero desses líderes ao lidar com desafios internos”, disse Sean McCormack, porta-voz do Departamento de Estado americano, segundo a agência de notícias Reuters.
Os Estados Unidos também impuseram sanções a dois altos funcionários venezuelanos no país – Hugo Armando Carvajal Barrios e Henry de Jesus Rangel Silva. Acusados de manter vínculos com rebeldes colombianos envolvidos com tráfico de drogas, eles tiveram os bens congelados.
Paus e pedras - As medidas americanas representam uma escalada na tensão entre os Estados Unidos, de um lado, e Bolívia e Venezuela, de outro. Na quarta-feira, Chávez, havia seguido a decisão do governo da Bolívia e ordenado a expulsão do embaixador dos Estados Unidos de seu país. Além disso, ele ameaçara suspender as vendas de petróleo para os americanos, o que, segundo ele, pressionaria ainda mais os preços da commodity no mercado internacional.
Chávez e Morales, por sua vez, acusam os Estados Unidos de fomentar as manifestações contra o líder boliviano. Morales enfrenta há três dias uma das piores crises de seu governo, com uma escalada da violência realizada por grupos separatistas opositores.
A morte de oito pessoas em confrontos no departamento de Pando, na quinta-feira, despertaram em diferentes setores o temor de que ocorra uma guerra civil na Bolívia. Brasil, Argentina e Colômbia teriam se oferecido para viajar a La Paz e participar das negociações na Bolívia. No entanto, Morales teria declinado da oferta por considerar a situação um problema doméstico.