O Chile vive uma perspectiva de deixar os vizinhos mortos de inveja: a
de entrar para o time dos países ricos em curtíssimo prazo. Mantido o
ritmo atual de crescimento, faltam apenas doze anos para o país
atingir 21000 dólares de renda per capita. Esse patamar de renda – o
triplo do brasileiro – é o mínimo exigido para um país ser considerado
de Primeiro Mundo. A previsível mudança de categoria na comunidade
internacional é fruto de duas décadas em que a economia chilena
cresceu a uma média anual de 5,2%, superior ao índice regional de
2,6%. Nesse período, as taxas de criminalidade e de pobreza
tornaram-se as mais baixas da América do Sul. Estima-se que em 2020,
quando o país deve entrar no grupo dos desenvolvidos, seus indicadores
sociais estejam iguais aos da Nova Zelândia, um dos melhores do mundo.
Por Thomaz Favaro, em Data marcada para ser rico
(saiu na Veja, transcrevi do blog do Reinaldo Azevedo)
Comentário:
Considero isso muito importante simbolicamente para toda a América Latina. Ainda é bastante comum na região a crença idiota de que é impossível um país da região se tornar um país capitalista desenvolvido porque os EUA não deixam. Daí o Chile quebrando essa barreira ajuda a ir destruindo a idiotice esquerdopata da região, que insiste em tentar brigar com os EUA, tentar algum tipo de socialismo, etc.