Bombeiros forçados a participar de parada do orgulho gay
Quatro bombeiros estão processando a cidade de San Diego por terem sido forçados por seus superiores a participar da parada anual do “orgulho gay”, onde sofreram uma tempestade de provocações sexuais e gestos obscenos.
A chefe de bombeiros de San Diego, Tracy Jarman, é abertamente lésbica. Ela chamou a parada de 21 de julho de um “evento de diversão” no qual “todos os funcionários são incentivados a participar”.
Mas os bombeiros disseram que, diferente dos anos anteriores, eles receberam ordens de participar da parada vestidos em seus uniformes e em seu caminhão de bombeiro, apesar de seus protestos repetidos.
O Centro Legal Thomas More, responsável pela defesa legal dos bombeiros, afirmou que os homens só tinham duas escolhas: “violar sua consciência ou serem disciplinados por desobedecer a uma ordem direta”.
Os bombeiros, descritos como maridos e pais dedicados, declararam que foram submetidos aos tipos mais vulgares de assédio sexual.
“Não dava nem mesmo para olhar para aquela multidão de homossexuais sem ser alvo de algum tipo de gesto sexual”, disse um bombeiro, acrescentando: “Se algum bombeiro pendurasse no quartel fotos do que viu, ele seria disciplinado”.
Durante três horas inteiras, os bombeiros ouviram várias provocações sexualmente obscenas. Quando se recusaram a responder às provocações da multidão de gays, alguns homossexuais ficaram hostis e começaram a gritar: “Vão tomar no… seus bombeiros”.
Charles LiMandri, jurista de San Diego e diretor regional do Centro Legal Thomas More, insiste que o município já devia saber, pelas experiências passadas, “os tipos de atividades ofensivas que ocorrem nesse evento”.
“Esse foi um caso claro de assédio sexual que violou leis estaduais e federais e violou também o próprio código de conduta municipal”, disse ele.
Quatro bombeiros estão processando a cidade de San Diego por terem sido forçados por seus superiores a participar da parada anual do “orgulho gay”, onde sofreram uma tempestade de provocações sexuais e gestos obscenos.
A chefe de bombeiros de San Diego, Tracy Jarman, é abertamente lésbica. Ela chamou a parada de 21 de julho de um “evento de diversão” no qual “todos os funcionários são incentivados a participar”.
Mas os bombeiros disseram que, diferente dos anos anteriores, eles receberam ordens de participar da parada vestidos em seus uniformes e em seu caminhão de bombeiro, apesar de seus protestos repetidos.
O Centro Legal Thomas More, responsável pela defesa legal dos bombeiros, afirmou que os homens só tinham duas escolhas: “violar sua consciência ou serem disciplinados por desobedecer a uma ordem direta”.
Os bombeiros, descritos como maridos e pais dedicados, declararam que foram submetidos aos tipos mais vulgares de assédio sexual.
“Não dava nem mesmo para olhar para aquela multidão de homossexuais sem ser alvo de algum tipo de gesto sexual”, disse um bombeiro, acrescentando: “Se algum bombeiro pendurasse no quartel fotos do que viu, ele seria disciplinado”.
Durante três horas inteiras, os bombeiros ouviram várias provocações sexualmente obscenas. Quando se recusaram a responder às provocações da multidão de gays, alguns homossexuais ficaram hostis e começaram a gritar: “Vão tomar no… seus bombeiros”.
Charles LiMandri, jurista de San Diego e diretor regional do Centro Legal Thomas More, insiste que o município já devia saber, pelas experiências passadas, “os tipos de atividades ofensivas que ocorrem nesse evento”.
“Esse foi um caso claro de assédio sexual que violou leis estaduais e federais e violou também o próprio código de conduta municipal”, disse ele.