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Por Jorge Serrão
A União Soviética ressurge no modelo bolchevique tupiniquim. A dita-dura ou democradura petista, no melhor estilo comuno-socialista pregado pelos radicalóides do Foro de São Paulo, está mais que implantada no Brasil. O chefão Lula da Silva, cada dia mais poderoso e popular, promove amanhã seu maior Ato Institucional contra a Liberdade de Informação.
O chefão comete o crime de enviar ao Congresso projeto de lei do Executivo que prevê a possibilidade de punição criminal ao veículo de imprensa ou jornalista que divulgar escutas telefônicas, legais ou ilegais, sob segredo de Justiça. Lula não tem o direito de cercear a liberdade de informação. Ao fazer isso, rasga a Constituição em vigor. Lula dá um golpe institucional. E fica tudo por isto mesmo?
Tal comportamento anti-democrático e contra a segurança do Direito é digno de um legítimo “filhote da ditadura” (termo que o falecido Leonel Brizola usou para designar o “sapo barbudo” em diversas ocasiões). O mais grave é que a iniciativa de Lula conta com o apoio de ninguém menos que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que é muito bem pago e tem emprego público vitalício para zelar pelo respeito à Constituição.
A proposta de Lula autoriza um juiz a condenar um veículo de comunicação, jornalista ou fonte caso entenda que a ação teve objetivo ilegal como chantagem, calúnia, injúria e difamação. Passa a ser crime "produzir, fabricar, comercializar, oferecer, emprestar, adquirir, possuir, manter sob sua guarda ou ter em depósito, sem autorização, equipamentos destinados à interceptação telefônica".
Por Jorge Serrão
A União Soviética ressurge no modelo bolchevique tupiniquim. A dita-dura ou democradura petista, no melhor estilo comuno-socialista pregado pelos radicalóides do Foro de São Paulo, está mais que implantada no Brasil. O chefão Lula da Silva, cada dia mais poderoso e popular, promove amanhã seu maior Ato Institucional contra a Liberdade de Informação.
O chefão comete o crime de enviar ao Congresso projeto de lei do Executivo que prevê a possibilidade de punição criminal ao veículo de imprensa ou jornalista que divulgar escutas telefônicas, legais ou ilegais, sob segredo de Justiça. Lula não tem o direito de cercear a liberdade de informação. Ao fazer isso, rasga a Constituição em vigor. Lula dá um golpe institucional. E fica tudo por isto mesmo?
Tal comportamento anti-democrático e contra a segurança do Direito é digno de um legítimo “filhote da ditadura” (termo que o falecido Leonel Brizola usou para designar o “sapo barbudo” em diversas ocasiões). O mais grave é que a iniciativa de Lula conta com o apoio de ninguém menos que o presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que é muito bem pago e tem emprego público vitalício para zelar pelo respeito à Constituição.
A proposta de Lula autoriza um juiz a condenar um veículo de comunicação, jornalista ou fonte caso entenda que a ação teve objetivo ilegal como chantagem, calúnia, injúria e difamação. Passa a ser crime "produzir, fabricar, comercializar, oferecer, emprestar, adquirir, possuir, manter sob sua guarda ou ter em depósito, sem autorização, equipamentos destinados à interceptação telefônica".