Pau nesses nesses vagabundos! Dessa vez foram longe demais! Do jeito que as coisas andam no Brazil, mais dia ou menos dia isso iria acontecer. Eu fico indignado com um absurdo desses, sou católico com muito orgulho e me recuso a compactuar com esse lixo que se infiltrou na NOSSA Igreja.
O problema do católico é esse - tem um respeito absoluto pela batina...
Se o Fernandinho Beira-Mar vestir uma batina o discurso vai ser o mesmo - não podemos criticar porque é um membro da Igreja. Tem que expulsar esse vagabundos da Igreja mesmo. Lugar de comunista e pedófilo é na cadeia e não na Igreja.
Mas aí é que está - a CNBdoB querem que os terroristas sejam tratados como heróis e os que baixavam a porrada nos terroristas sejam tratados como criminosos.
A tortura (ou métodos heterodoxos de interrogatório) só é aceitável ou discutível em casos extremos, para salvar vidas (aquele dilema Jack Bauer etc).
Não foi o caso no regime militar na maioria dos casos.
Aliás, a prática da tortura continua existindo em delegacias de polícia civil no Brasil e na polícia em toda a América Latina. Mas trabalhador civil não-comunista torturado não ganha indenização nenhuma.
Gostaria que a CNBB também cobrasse a punição dos terroristas sequestradores e torturadores,muitos dos quais estão no poder.
Se tortura é imprescritível, sequestro e terrorismo também é.
E militar que torturou mesmo tem de ser punido também, porra.[3]
Não vou discordar. Tortura é um crime cruel e cruel tem que ser a pena, mas não podemos esquecer que a Lei da Anistia anistiou dos dois lados, torturadores e terroristas. A questão é: se criarmos uma nova lei para punir os militares (livrando os terroristas, claro) ainda assim eles seriam beneficiados por lei anterior, isso é um princípio jurídico fundamental. Caso aconteça (a revisão da Lei da Anistia e futuras punições) é uma prova concreta que vivemos um processo revolucionário, em que a desordem da justiça também entra na pauta. A questão não é só vingança ou perseguição aos militares, é sondagem de terreno para avançar. Vem coisa muito pior por aí, a menos é claro que se dê um basta. Não vejo nem ao mesmo membros da Magistratura preocupados com o fato, logo parece que até o Poder Judiciário já está domado.
O resumo da história é a influência maligna de alguns sacerdotes da IC, principalmente do Sr. Geraldo Lyrio. Católicos conservadores, se rebelem contra essa corja. Não contra a IC, que não tem nada a ver com esses fdps.
O problema aqui é seguinte, existe um certo extremismo em relação aos bispos católicos brasileiros por parte de uma ala da comunidade, outros não gostam da generalização é o caso da Fernanda por exemplo e ao que parece do david também. Diferenças de opiniões nesse caso, normalmente leva todo mundo ao irracionalismo, prefiro me ater nos aspectos técnicos-jurídicos da revisão da Lei da Anistia. Discutir a CNBB nesse tópico, não vai dar muito resultado. Bispos da CNBB podem ser contra ou a favor da revisão por motivos mil, inclusive ideológicos. Quem está contra a revisão da Lei da Anistia tem mais a ganhar analisando a iniciativa, refutando e discordando, inclusive do Presidente da CNBB.
Dependesse de OdeC, todos os bispos brasileiros seriam excomungados. Ele tem suas razões (e certezas) para pensar assim, como outros tem suas razões (e certezas) para não concordar com ele. Vai virar a mesma situação criada pela afirmação "EUA, o Povo mais Cristão do História". Demais para mim, fico em cima do muro nos dois casos. Tem o caso também de Rev. Moon, parece que o Olavo está menos preocupado com essas coisas que seus admiradores.
Parabéns a Puggina e tantos outros que têm se levantado contra essa aberração que é a CNBB, fazendo coro com prof. Olavo que há anos vem denunciando essa instituição marxista.
"Não espanta que a própria entidade que personifica esse catolicismo ante o público seja, ela própria, uma fraude publicitária: a CNBB fala em nome da Igreja e posa, ante os fiéis, como expressão suma da autoridade eclesiástica, mas não é sequer uma entidade da Igreja, é uma simples sociedade civil sem lugar nem função na hierarquia católica. Os bispos, individualmente, têm autoridade para falar em nome da Igreja. A CNBB, não. Quando a CNBB repreende um bispo, ela falsifica e inverte a hierarquia. Está na hora de os fiéis, em massa, tomarem consciência disso."
Ludibriando os católicos, Olavo de Carvalho. 18.10.2010.