Reproduzo aqui post da comunidade MUSEU DA MENTIRA PROTESTANTE ( . [url]/CommMsgs.aspx?cmm=32876590&tid=5243051352022472275[/url] . ) do participante "**THEOTÓKOS 1**":
A MAÇONARIA E OS BATISTAS NO BRASIL
"Os emigrados dos EUA que se estabeleceram em Santa Bárbara em São Paulo fundaram em 10/09/1871 a Igreja Batista em Santa Bárbara (4. pg. 230), a primeira Igreja Batista estabelecida em solo brasileiro (Pr. Richard Ratcliff), fundaram também em 1874 a Loja Maçônica 'George Washington' (4, pg. 44), onde se encontravam cerca de oito batistas sendo que pelo menos cinco deles foram também fundadores da Primeira Igreja, entre eles estava o Pastor Robert Porter Thomas .
O Pastor Thomas foi interino por diversas oportunidades tanto na Primeira Igreja quanto na Igreja da Estação (2a), fundada em 02/11/1879 (Pr. Elias Hoton Quillin). O pastorado interino do Pr. Thomas nas duas Igrejas somou cerca de 25 anos de profícuo trabalho, sendo o que mais tempo pastoreou tais Igrejas. 17/11/07 Roberto
Em 12/07/1880, a pedido da Igreja da Estação, foi formado um Concílio reunindo as duas Igrejas, para Recepção e Consagração ao Ministério do Irmão Antônio Teixeira de Albuquerque, tendo sido batizado pelo Pr. Thomas. Foi moderador do Concílio que se realizou no salão da Loja Maçônica, o Pastor Ouillin, conforme se descreve na carta subscrita pelo moderador e pelo secretário do Concílio (4, pg. 249 - tradução e pg. 407 fac-símile do original) ao Foreign Mission Board of fhe Soufhern Baptist Convention (Richmond, VA., U. S.A. ).
"Destaco o fato curioso de que o Primeiro Pastor Batista Brasileiro, além de ter sido batizado por um Pastor que era Maçom foi ainda consagrado ao Ministério da Palavra no salão da Loja Maçônica.
É importante recordar que a Igreja em Santa Bárbara era uma igreja missionária. Foi ela que insistiu e conseguiu, que a 'Junta de Richmond' nomeasse missionários para o Brasil, estabelecendo-se então em Sta. Bárbara a 'Missão Batista no Brasil'. O primeiro missionário foi o Pr. Ouillin (1878), com sustento próprio. Seguiram-se, sustentados pela 'Junta': Bagby (1880), Taylor (1882), Soper (1885), Putheff (1885) e outros sendo que Bagby, Soper e Putheff foram pastores da Igreja em Sta. Bárbara, que tinha entre seus membros, um expressivo grupo de maçons
Em 1921, Salomão Luiz Ginsburg, Missionário da Junta de Missões Estrangeiras de Richmond, publicou o seu livro 'Um Judeu Errante no Brasil ',
sua autobiografia.
Encontra-se em algumas partes de seu relato a descrição de sua condição de Maçom (5, pg. 82 e 83 ).**
"Da imensa obra de Ginsburg desejo destacar poucos tópicos.
Foi Ginsburg o editor do primeiro Cantor Cristão (16 hinos) em 1891 e na edição atual do referido Cantor ele aparece como Autor ou Tradutor de 102 hinos [protestantes].
Destaco ainda, conforme nos informa o Pr. Ebenezer Soares Ferreira (veja O Jornal Batista nº 30 de 24/07/94), Ginsburg foi o fundador, na cidade de São Fidélis no Estado do Rio de Janeiro, da Loja Maçônica Auxílio à Virtude (02/07/1894)
e da 'Egreja DE CHRISTO, CHAMADA BATISTA' (27/07/1894).
que foi a primeira Igreja Batista em São Fidélis Segundo o mesmo autor (9, pg. 64), o primeiro Templo Batista construído no Brasil, foi o da Primeira Igreja Batista de Campos, edificado sob o pastorado de Salomão Ginsburg e com a colaboração financeira dos Maçons.
O Pastor José de Souza Marques, que foi Presidente da Convenção Batista Carioca e da Convenção Batista Brasileira, tendo em 1940, na Convenção da Bahia, organizado a Aliança dos Pastores Batistas Brasileiros, que mais tarde tomou o nome de Ordem dos Ministros Batistas do Brasil, permanecendo em sua Presidência até 1962, cujo fruto todos conhecem, exerceu cargos importantes na administração maçônica,
tendo sido inclusive presidente, por muito tempo, do Supremo Tribunal de Justiça Maçônica.
Ainda hoje, a única foto existente no Salão do Conselho do Palácio Maçônico do Lavradio, é a do Pr. Souza Marques. No mesmo Palácio, a sala de Tribunal de Justiça tem o nome de José de Souza Marques. Foi também Membro Efetivo do Supremo Conselho do Brasil para o Rito Escocês Antigo e Aceito, encontrando-se em sua sede em exposição, um retrato pintado a óleo do Pastor Souza Marques.
Inúmeros outros "Homens de Fé, verdadeiros cristãos, inclusive batistas de relevância na Denominação", têm sido maçons sem encontrar incompatibilidades entre a Fé Cristã e a prática Maçônica.
Fontes (apud comunidade acima citada):
1 - Aslan, Nicola, A Maçonaria Operativa, Editora Aurora Ltda, Rio de Janeiro (RJ), 1979.
2 - Constituições dos Franco-Maçons de 1723 (As), Reprodução do original e tradução de João Nery Guimarães, Editora A Fraternidade, São Paulo (SP), 1982.
3 - Autores Diversos, O Cantor Cristão, JUERP, Rio de Janeiro (RJ), 1971,4a. edição com música.
4 - Oliveira, Betty Antunes de, Centelha em Restolho Seco, Edição da Autora, Rio de Janeiro (RJ), 1985.
5 - Ginsburg, Salomão Luiz, Um Judeu Errante no Brasil, Casa Publicadora Batista, Rio de Janeiro (RJ), 1970, 2a. edição.
6 - Aslan, Nicola, A História da Maçonaria, Editora Espiritualista Ltda, Rio de Janeiro (Rl), 1959.
7 - Ferreira, Ebenezer Soares, História dos Batistas Fluminenses , Rio de Janeiro (RJ), Edição do Autor, s.d
8 - Aslan, Nicola, Histórica Geral da Maçonaria - Período Opera ivo, Gráfica e Fditora Aurora Ltda, Rio de Janeiro (RJ), 1979.
9 - Reimer, Haroldo, Maçonaria - A resposta a uma carta. Edições Cristãs, Ourinhos (SP)- s.d.
10 - Pereira, Carlos Eduardo, A Maçonaria e a Igreja Cristã, Livraria Independente Editora, São Paulo (SP), 1945, 3a edição.
11- Lyra,.Jorge Buarque, A Maçonaria e o Cristianismo, Editora Espiritualista Ltda, Rio de Janeiro(RJ), 1971, 4a edição.
12 - Prober, Kurt, A História do Supremo Conselho do Grau 33 o Brasil, Livraria Kosmos Editora, Rio de Janeiro (RJ), 1 981.
13 - Pereira, I. Reis, A História dos Batistas no Brasil, JUERP, Rio de Janeiro (RJ), 1982.
Da mesma comunidade: ( . [url]/CommMsgs.aspx?cmm=32876590&tid=5243050153726596691[/url] . )
1o. MISSINÁRIO BATISTAS ERA MAÇONA [sic]
"William Buck Bagby, foi missionário cristão pioneiro na implantação das missões batistas no Brasil e um dos principais colaboradores na luta pela liberdade religiosa em nosso país.
Filho de James e Mary Franklin nasceu no Texas (USA) em 05 de Novembro de 1855. Aos oito anos mudou-se juntamente com sua família para Waco onde depois de cumprir seus estudos preliminares graduou-se em Teologia em 1875 sob orientação de Benajah H. Carroll. Em 1880 Bagby casou-se com Ana Luther, filha de John Luther, presidente da Baylor University.
Muitos fatores influenciaram a vinda dos Bagby´s para o Brasil, mas foi principalmente a determinação de um chamado missionário e um declarado amor pelo povo brasileiro que convenceram a Junta de Missões Batistas a enviar o casal ao Brasil onde anteriormente já havia sido palco de uma frustrada tentativa com o missionário Thomas Jefferson Bowen.
Bagby chegou ao Brasil, desembarcando no Rio de Janeiro em 1880 e rumaram ao interior do Estado de São Paulo, onde organizaram o primeiro trabalho batista em solo brasileiro na cidade de Santa Bárbara d’Oeste para atender aos imigrantes americanos que viviam nas cidades próximas e a comunidade como um todo. Depois de aprenderem à língua portuguesa no Seminário Presbiteriano de Campinas uniram-se ao casal Zacary e Kate Taylor e mudaram-se para Salvador na Bahia onde fundaram em 05 de Outubro de 1882 a Primeira Igreja Batista do Brasil.
(CONTINUA)
"Em 1884, Bagby implantou a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro e em 1889 participou ativamente do processo de proclamação da Republica em nosso país, sendo inclusive um dos consultores na elaboração de nossa primeira constituição.
(!)
Notem no canto esquerdo da tela a chamada clicável "OS LANDMARKS DE PIKE"
Albert Pike é o bomem da doutrina ariosófica e luciferiana. E, indiretamente, o “Patrono” dos protestantes batistas no Brasil per supuesto!
Escreveu Pike:
"O verdadeiro nome de Satan, é o de Yahweh [Jeová] invertido; pois Satan não é um deus negro...
"Lucifer, o portador da luz! Estranho misterioso nome para um espírito das Trevas! Lúcifer, o Filho da Manhã! Não é ele que traz a Luz, e com seu brilho intolerável cega as almas egoístas, fracas e sensuais? Não duvides!
Sim, Lúcifer é Deus, e infelizmente Adonay (Jesus) também é Deus. Pois é a lei eterna: não há luz sem sobra, beleza sem feiúra, nem branco sem negro, pois o absoluto só pode existir noa forma de dois Deuses: sendo a escuridão necessária à luz para servir como seu suporte, assim como o pedestal é necessário à estátua, e o freio à locomotiva...
"A doutrina de Satanismo é uma heresia; e a pura verdadeira religião filosófica é a crença em Lúcifer, o equivalente a Adonay (Jesus); mas Lúcifer, Deus da Luz, e Deus do Bem, está em luta pela humanidade contra Adonay, o Deus das trevas e do mal
Fonte original: (Pike, in A.C. de la Rive, La Femme et l’Enfant dans la Franc-Maçonnerie Universelle (The Womand and the Child in Universal Freemasonry), p. 588)
Resumo:
Missões americanas de maçons ajudaram a implementar o protestantismo no Brasil, com capital americano maçônico e judaico.
E ajudaram também no golpe que derribou a monarquia e trouxe a República laica.
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A Moderação fique à vontade para apagar esse tópico se julgá-lo impróprio
"Albert Pike é o bomem da doutrina ariosófica e luciferiana. E, indiretamente, o “Patrono” dos protestantes batistas no Brasil per supuesto!"
Corrigindo, a Igreja Batista não é protestante e, em sua origem guardava o sábado, ou seja, os dez mandamentos. A Igreja Batista do Sétimo Dia, da qual sou membro, preserva a guarda os dez mandamentos e tem o testemunho de Jesus Cristo, não permite infiltração de qualquer doutrina estranha à palavra de Deus. Portanto, fique isenta de estar relacionada nessa menção.
O papel da maçonaria com a fixação dos protestantes ao Brasil é notório. Vejam o que consta no site da IPB (Igreja Presbiteriana do Brasil):
...Quanto à questão da maçonaria, vários de nossos primeiros missionários americanos eram maçons quando vieram para o Brasil. A maçonaria também era forte no Brasil, sendo formada de indivíduos que eram adversários da Igreja Católica e defendiam a liberdade religiosa e a separação entre a igreja e o estado. Assim, muitos dos primeiros pastores e membros das nossas igrejas eram maçons e não viam conflito entre isso e a sua participação na igreja. Nos primeiros tempos da IPB, os maçons auxiliaram os nossos pregadores em diversas ocasições, defendendo-os da perseguição religiosa e cedendo suas salas para as pregações. Naquela época, a IPB entendia que a maçonaria não era uma entidade de caráter religioso, mas estritamente social e cultural. Assim, entendeu-se que a igreja não devia proibir a filiação de seus membros às lojas maçônicas, deixando isso a critério da decisão pessoal de cada um. Na época da divisão da igreja em 1903, muitos crentes deixaram a maçonaria por amor à paz na igreja. Essa questão continua sendo discutida até hoje e atualmente tem sido objeto de debates no Supremo Concílio, devendo ser estudada novamente na próxima reunião, em 2006.
"Presbiterianismo e Maçonaria: uma análise da contribuição maçônica ao Presbiterianismo brasileiro no período de 1859 a 1889". Trechos da conclusão:
A maçonaria contribuiu para a entrada e fixação do Protestantismo no Brasil, porque está em suas bases a liberdade de pensamento, a Justiça e a Fraternidade. Ela foi a ponte de entrada, que, por meio de seus homens, auxiliaram os missionários no desenvolvimento e fixação do Presbiterianismo no Brasil.
Quando chegaram os primeiros missionários, debaixo da perseguição romana, foi a Maçonaria quem acolheu-os e lhes deu abrigo(...)
Foi nesta situação que o Presbiterianismo encontrou refúgio e o auxílio necessário para o seu bom progresso; sendo presente em várias situações na vida dos protestantes fixados em nosso país. Hora livrando da morte, hora suprindo as necessidades, ou garantindo a liberdade de culto cedendo, quando necessário, suas casas ou Lojas Maçônicas....
Sr. Zenóbio Borges da Costa, Presidente do Conselho de Mestres Instalados;
Srs. Veneráveis Mestres das Lojas Maçônicas de Marília e Região;
Srs. Membros das Lojas;
Sras. e Srs.
Hoje é um dia de lembrar da histórica relação da Maçonaria e da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Relação de amizade e fraternidade cristã, de respeito à liberdade de pensamento e de consciência, de civilidade no trato da profissão de fé cristã, herdeira da Reforma Protestante, do século XVI.
Nossa mensagem nesse dia, se baseia no texto das Escrituras, e em citações do Livro "O Evangelho e a Maçonaria – Uma Parceria que deu certo no Brasil", do irmão Athos Vieira de Andrade – Presbítero da Primeira Igreja Presbiteriana de Belo Horizonte, Presidente do Conselho Deliberativo do Instituto Presbiteriano Mackenzie, Deputado Estadual e Federal pelo Estado de Minas Gerais, Grão Mestre AD VITAM do Grande Oriente de Minas Gerais, Membro da Academia Mineira Maçônica de Letras, Membro Ativo da Loja de Pesquisa "Cel. José Persilva", de Belo Horizonte, MG.
Portanto, aproveito esta oportunidade para agradecer a Deus, neste mês dos 146 Anos da Igreja Presbiteriana do Brasil, a consideração da Maçonaria, pela implantação da nossa Igreja em nosso país, no tempo do Império marcado pela turbulência política, na implantação da República e da intolerância à liberdade de pensamento e religiosa.
O Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, no mês de Julho do ano vindouro, apreciará, estudará e votará em caráter definitivo, quanto ao documento que propõe a não aceitação e a não ordenação de pastores, presbíteros e diáconos maçons.
Este Culto, portanto, é uma excelente oportunidade para intercedermos a Deus, em favor daquela Reunião do Concílio Superior, que governa e dirige as decisões e a vida desta Igreja, na qual servimos ao nosso Senhor Jesus Cristo.
O Rev. Ashbel Green Simonton, missionário que chegou no Porto do Rio de Janeiro, de 1859, enviado pela Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América do Norte, logo no primeiro ano do seu ministério, faz o seguinte registro: "os protestantes com dificuldades em encontrar na cidade de São Paulo um local para os seus cultos e mesmo de impossibilitados de erigir templos próprios, chegamos a optar pelo aluguel de um salão cedido por uma loja maçônica, e por razões financeiras que não podíamos honrar os pagamentos, desistimos de tal salão, entretanto, os maçons paulistas, insistiram que os serviços religiosos continuassem e chegaram a oferecer o salão gratuitamente aos protestantes".
(...)
Deus nos livre da ingratidão, e que esta parceria continue dando certa no Brasil, até o Dia da Volta do Cristo Redentor, de nossas vidas.
Muito obrigado!
Rev. Sílvio Lopes Peres
Pastor da Igreja Presbiteriana Filadélfia de Marília
Sr. Zenóbio Borges da Costa, Presidente do Conselho de Mestres Instalados;
Isso explica o posicionamento de um "Bnoach", confrade cá dessa comunidade, por exemplo.
Será que isso tem alguma cousa a ver também com a tal da "mentalidade revolucionária"?
Eu sinceramente acho sumamente improvável que fatos como a crescente influência da maçonaria, o laicismo agressivo, a dissolução da identidade católica e a profusão de seitas heréticas (quer se proclamem "protestantes" ou não) no Brasil sejam coincidências fortuitas, e nada tenham que ver uns com os outros.
Curiosamente, os "conservadores" brasileiros dificilmente olham para a herança cultural católica do Brasil, e tentam se espelhar nas idéias de liberais, protestantes e maçons anglo-saxônicos. Até mesmo culpam o Catolicismo de todas as mazelas da América Latina, em contraste com a pragmática e libertária América do Norte. Por que será?
Curiosamente, os "conservadores" brasileiros dificilmente olham para a herança cultural católica do Brasil, e tentam se espelhar nas idéias de liberais, protestantes e maçons anglo-saxônicos. Até mesmo culpam o Catolicismo de todas as mazelas da América Latina, em contraste com a pragmática e libertária América do Norte. Por que será? [2]
De fato, no começo do presbiterianismo no Brasil, houve ligações estreitas com a maçonaria.
Isso é público, e não há o que discutir.
Porém, em 2006, o supremo concílio da IPB afirmou a incompatibilidade da maçonaria com a fé cristã:
"O SC-IPB RESOLVE: 1. Afirmar a incompatibilidade entre algumas doutrinas maçônicas, como as retromencionadas,com a fé cristã; 2. determinar a não recepção de membros, à comunhão da igreja, de pessoas oriundas de maçonaria sem que antes elas renunciem à confraria; 3.não eleger, nem ordenar ao oficialato de igreja, aqueles que ainda estão
integrados na maçonaria; 4. orientar com mansidão e amor aos irmãos maçons a,
por amor a Cristo e sua Igreja, deixarem a maçonaria; 5. tratar com o máximo
amor e respeito aqueles que ainda estão na maçonaria, para que seu desligamento seja feito pelo esclarecimento do Espírito mais do que por coerção ou constrangimento."http://www.executivaipb.com.br/Documentos/res_pronta…a%202008.pdf
Mesmo antes disso, as igrejas locais mais conservadoras, sempre condenaram a entrada de membros e ministros maçons.
Nós Maçons , sempre estivemos ao lados dos direitos civis, incluindo o direito de culto.
Na Ordem, existem Metodistas, Batistas,Espiritas Kardecistas, Espiritas do Cadomblé, Budistas, Xintoístas, Muçulmanos, Judeus ( Muitos por sinal) e CATÓLICOS.....isso mesmo....CATÓLICOS.
A Ordem RESPEITA as diferenças. Respeitar as diferenças significa que eu COMO PESSOA , posso até achar uma bobagem uma SESSÃO DE CADOMBLÉ, mas respeito que pessoas achem importante para as suas vidas serem espiritas do cadomblé. Respeito tanto que apoio integralmente que essas pessoas tenham direito a praticarem esse culto e NÃO apoio NENHUMA RELIGIÃO OFICIAL para o meu país , pois vivemos numa republica LAICA.
Já estive por tres vezes no Vaticano e tenho um ENORME E PROFUNDO RESPEITO pela Sacra Igreja Católica Apostolica Romana, berço do Cristianismo e grande baluarte da civilização grego-judaico-cristã. Nunca neguei a importancia da Igreja Católica como berço de um profundo saber filosofico e exotérico, de pessoas como Santo Agostinho e São Tomas de Aquino.Mas também respeito a maneira dos Bahais verem a DIVINDADE, ou o modo dos Muçulmanos crerem em sua fé.
Qual é o MAL NISSO? Onde existe o ruim disso?
Uriel: respeite as diferenças.....e vê se pare de embirrar contra a Ordem e contra os Judeus , pois isso já está se tornando patologico.
Católicos nominais, deve-se dizer, em flagrante desobediência à Santa Sé. Há muitos também nos centros espíritas, nas tendas de cartomantes, partidos comunistas etc.
De resto, toda a doutrina da Igreja, a Sagrada Tradição, a Sagrada Escritura e os Santos Padres e Doutores estão aí para dizer qual é o mal. Isso para não falar da história recente da humanidade, aberta (não obstante o afã obscurantista de certos grupos esotéricos) aos olhos de todos os homens de boa vontade.
Eu tinha escrito "que falta faz o CDC", mas apaguei porque o Alberto disse, melhor do que eu, tudo o que havia para ser dito. CDC é o Código de Direito Canônico, onde se define quem é e quem não é Católico.
Ademais, onde metodistas, batistas, espiritas kardecistas, espiritas do candomblé, budistas, xintoístas, muçulmanos, judeus e até mesmo católicos nominais, unem-se numa declaração universal de crença num mesmo Ser Supremo, este só pode ser um simulacro desfigurado e diluído do Deus verdadeiro, que aliás já condenou ao interdito as abominações pagãs e fez anátema dos que se afastaram da reta doutrina.
Essa insistência "conciliatória" dos maçons é um tremendo absurdo. Aliás, na primeira oportunidade, atacam abertamente a Igreja Católica, acusando-a de perseguidora, intolerante e até - porca miséria! - obscurantista. Que verdadeiro interesse haveria em conciliar os princípios maçônicos com os dogmas de uma instituição assim retratada? Política e diplomacia? Decerto. Mas eu tenho a séria impressão de que, na maioria das vezes, melhor seria ficarem calados.
Declaração sobre a Maçonaria da Congregação para a Doutrina da Fé de 16/11/1983 ( http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfai…onic_it.html ), com um destaque: «I fedeli che appartengono alle associazioni massoniche [...] non possono accedere alla Santa Comunione.»
"Aliás, na primeira oportunidade, atacam abertamente a Igreja Católica, acusando-a de perseguidora, intolerante.."
Quando pessoas ditas "cristãs" avançam o sinal da cordialidade e da verdadeira idéia cristã de tolerancia para com as diferenças ( vc já leu a Biblia, o novo Testamento??? quem é vc para atirar a primeira pedra, cara?), ai então , numa reação previsivel , a Ordem observa o viés obscurantista que alguns CATÓLICOS e não a Igreja , tem para com os que pensam diferente. Só isso.
O que DERROTA o liberalismo economico e depõem contra as forças que sustentam a civilização grego-judaico-cristã, são exatamente pessoas como voce; com as suas idiossincrasias intolerantes ....uma pena.
Torno a perguntar....que mal existe em reunirem-se pessoas de fé e credo diferentes???
Nosso Senhor falou muito mais coisas no Evangelho. A tolerância, aliás, não é um valor absoluto. Em todo caso, não para o cristão. Melhor do que eu fala o Santo Padre Pio:
"[...] o estabelecimento da religião cristã foi, por excelência, uma obra de intolerância religiosa. No momento da pregação dos apóstolos, quase todo o universo praticava essa tolerância dogmática tão louvada. Como todas as religiões eram igualmente falsas e igualmente desarrazoadas, elas não se guerreavam; como todos os deuses valiam a mesma coisa uns para os outros, eram todos demônios, não eram exclusivos, eles se toleravam uns aos outros: Satã não está dividido contra si mesmo. O Império Romano, multiplicando suas conquistas, multiplicava seus deuses, e o estudo de sua mitologia se complica na mesma proporção que o da sua geografia. O triunfador que subia ao Capitólio fazia marchar diante dele os deuses conquistados com mais orgulho ainda do que arrastava atrás de si os reis vencidos. O mais das vezes, em virtude de um Senatus-Consulto, os ídolos dos bárbaros se confundiam desde então com o domínio da pátria, e o Olimpo nacional crescia como o Império.
Quando aparece o Cristianismo (prestem atenção a isso, meus irmãos, são dados históricos de valor com relação ao assunto presente), quando o Cristianismo surge pela primeira vez, não foi repelido imediatamente. O paganismo perguntou-se se, em vez de combater a nova religião, não devia dar-lhe acesso ao seu solo. A Judéia tinha-se tornado uma província romana. Roma, acostumada a receber e conciliar todas as religiões, recebeu a princípio, sem maiores dificuldades, o culto saído da Judéia. Um imperador colocou Jesus Cristo, como a Abraão, entre as divindades de seu oratório, assim como se viu mais tarde outro César propor prestar-lhe homenagens solenes. Mas a palavra do profeta não tardou a se verificar: as multidões de ídolos que viam, de ordinário sem ciúmes, deuses novos e estrangeiros ser colocados ao lado deles, com a chegada do deus dos cristãos, lançam um grito de terror, e, sacudindo sua tranqüila poeira, abalam-se sobre seus altares ameaçados: ecce Dominus ascendit, et commovebuntur simulacra a facie ejus. Roma estava atenta a esse espetáculo. E logo, quando se percebeu que esse Deus novo era irreconciliável inimigo dos outros deuses; quando se viu que os cristãos, cujo culto se havia admitido, não queriam admitir o culto da nação; em uma palavra, quando se constatou o espírito intolerante da fé cristã, foi então que começou a perseguição."
"Quando pessoas ditas 'cristãs' avançam o sinal da cordialidade e da verdadeira idéia cristã de tolerancia para com as diferenças ( vc já leu a Biblia, o novo Testamento??? quem é vc para atirar a primeira pedra, cara?), ai então , numa reação previsivel , a Ordem observa o viés obscurantista que alguns CATÓLICOS e não a Igreja , tem para com os que pensam diferente. Só isso.
O que DERROTA o liberalismo economico e depõem contra as forças que sustentam a civilização grego-judaico-cristã, são exatamente pessoas como voce; com as suas idiossincrasias intolerantes ....uma pena."
Pessoas como eu = cristãos católicos ortodoxos.
Um católico não está, de maneira alguma, primariamente preocupado com o triunfo do liberalismo econômico, mas com o Triunfo sobrenatural de Cristo e da Igreja. Já disse Nosso Senhor: "Meu Reino não é deste mundo".
Curioso esse hábito de não-cristãos ensinando aos cristãos no que consiste o verdadeiro cristianismo, ou dos próprios hereges definirem o que é heresia.