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[url]/Main#CommMsgs.aspx[/url]?
cmm=71479&tid=5248098411197996702&na=2&nst=28
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(retirado de http://www.mst.org.br/)
Resistência à criminalização depende da unidade da esquerda
26/09/2008
Mais de 100 pessoas participaram de ato contra a criminalização das lutas sociais e em solidariedade aos movimentos sociais, na UNIVERSIDADE MACKENZIE, na noite desta quinta-feira, em São Paulo. Participaram do ato professores e alunos da universidade e representantes de organizações de sem-teto, catadores de materiais recicláveis, mulheres e negros.
"É razão de orgulho do MST ter sido atacado por esses promotores", afirmou o historiador Valério Arcary, militante do PSTU, em referência à aprovação de relatório pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) que pede a "dissolução" do movimento.
Depois de uma campanha de solidariedade, atos em todo o país, que demonstraram a reação da sociedade, o MP-RS voltou atrás e retirou esse trecho de uma ata. No entanto, oito processos correm na Justiça com base nas orientações desse relatório.
"Defender as liberdades democráticas do MST é defender as liberdades democráticas de todos nós", disse Arcary. Segundo ele, o caso do MP-RS é "um escândalo mundial" e as "grandes forças democráticas" , que combateram a ditadura no país, deveriam se colocar em defesa do movimento. "CADÊ O SERRA?", perguntou, em referência ao atual governador de São Paulo, que foi exilado durante o período autoritário.
CLAUDINEU DE MELO, professor da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e diretor da Escola de Governo de São Paulo, acredita que a lei deve estar a serviço da Justiça e defendeu as organizações populares.
"OS MOVIMENTOS SOCIAIS ENSINAM E, NA SUA RADICALIDADE, BUSCAM JUSTAMENTE A EDUCAÇÃO. POR ISSO, INCOMODAM", AFIRMOU. DIANTE DE UM QUADRO SOCIAL QUE TRANSFERE A LUTA POLÍTICA PARA O CAMPO CRIMINAL, ELE ESPERA QUE "OS ESTUDANTES DE DIREITO DESSA FACULDADE SE LEVANTEM CONTRA ESSE ESTADO DE COISAS".
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(retirado de http://www.mst.org.br/)
Resistência à criminalização depende da unidade da esquerda
26/09/2008
Mais de 100 pessoas participaram de ato contra a criminalização das lutas sociais e em solidariedade aos movimentos sociais, na UNIVERSIDADE MACKENZIE, na noite desta quinta-feira, em São Paulo. Participaram do ato professores e alunos da universidade e representantes de organizações de sem-teto, catadores de materiais recicláveis, mulheres e negros.
"É razão de orgulho do MST ter sido atacado por esses promotores", afirmou o historiador Valério Arcary, militante do PSTU, em referência à aprovação de relatório pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) que pede a "dissolução" do movimento.
Depois de uma campanha de solidariedade, atos em todo o país, que demonstraram a reação da sociedade, o MP-RS voltou atrás e retirou esse trecho de uma ata. No entanto, oito processos correm na Justiça com base nas orientações desse relatório.
"Defender as liberdades democráticas do MST é defender as liberdades democráticas de todos nós", disse Arcary. Segundo ele, o caso do MP-RS é "um escândalo mundial" e as "grandes forças democráticas" , que combateram a ditadura no país, deveriam se colocar em defesa do movimento. "CADÊ O SERRA?", perguntou, em referência ao atual governador de São Paulo, que foi exilado durante o período autoritário.
CLAUDINEU DE MELO, professor da Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie e diretor da Escola de Governo de São Paulo, acredita que a lei deve estar a serviço da Justiça e defendeu as organizações populares.
"OS MOVIMENTOS SOCIAIS ENSINAM E, NA SUA RADICALIDADE, BUSCAM JUSTAMENTE A EDUCAÇÃO. POR ISSO, INCOMODAM", AFIRMOU. DIANTE DE UM QUADRO SOCIAL QUE TRANSFERE A LUTA POLÍTICA PARA O CAMPO CRIMINAL, ELE ESPERA QUE "OS ESTUDANTES DE DIREITO DESSA FACULDADE SE LEVANTEM CONTRA ESSE ESTADO DE COISAS".