O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) foi o responsável pelas seis maiores devastações realizadas na região Amazônica nos últimos três anos, segundo o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Ele divulgou nesta segunda-feira (29) a lista dos 100 maiores desmatadores da Amazônia, com dados do Ibama.
No total, os assentamentos do Incra teriam desmatado 228.208,649 hectares. “Não sou advogado do Incra, mas em cada um desses assentamentos há centenas de pessoas”, defende Minc. "Vamos detonar esses 100 e levar todos a Justiça", acrescentou o ministro.
O Incra contestou o fato de liderar a lista de desmatadores e disse que já recorreu de todas as multas que foram aplicadas. Segundo o órgão, os assentamentos existem há dez anos.
Mais cedo, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelou que o desmatamento na Amazônia subiu 133% em agosto, na comparação com o mês anterior.
Para Minc, as campanhas eleitorais são as principais responsáveis pelo aumento na área desmatada. Segundo ele, em época de eleição os políticos afrouxam a fiscalização para não perderem votos. Como sugestão para o combate ao desmatamento, Minc defende a criação da polícia do meio ambiente.
De acordo com os dados do INPE, calculados a partir de imagens de satélites, 756,7 km² quilômetros quadrados de floresta foram destruídos em agosto – área equivalente à metade da cidade de São Paulo. Em julho, o instituto registrou 323,9 km² de florestas derrubadas.
Em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento no ritmo de desmatamento da Amazônia em agosto é ainda maior. Atinge a marca de 229% na comparação com agosto de 2007, quando o Inpe registrou o total de área devastada de 230,2 km².
No total, os assentamentos do Incra teriam desmatado 228.208,649 hectares. “Não sou advogado do Incra, mas em cada um desses assentamentos há centenas de pessoas”, defende Minc. "Vamos detonar esses 100 e levar todos a Justiça", acrescentou o ministro.
O Incra contestou o fato de liderar a lista de desmatadores e disse que já recorreu de todas as multas que foram aplicadas. Segundo o órgão, os assentamentos existem há dez anos.
Mais cedo, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) revelou que o desmatamento na Amazônia subiu 133% em agosto, na comparação com o mês anterior.
Para Minc, as campanhas eleitorais são as principais responsáveis pelo aumento na área desmatada. Segundo ele, em época de eleição os políticos afrouxam a fiscalização para não perderem votos. Como sugestão para o combate ao desmatamento, Minc defende a criação da polícia do meio ambiente.
De acordo com os dados do INPE, calculados a partir de imagens de satélites, 756,7 km² quilômetros quadrados de floresta foram destruídos em agosto – área equivalente à metade da cidade de São Paulo. Em julho, o instituto registrou 323,9 km² de florestas derrubadas.
Em relação ao mesmo período do ano passado, o aumento no ritmo de desmatamento da Amazônia em agosto é ainda maior. Atinge a marca de 229% na comparação com agosto de 2007, quando o Inpe registrou o total de área devastada de 230,2 km².