Vocês acham que é coincidência a quantidade de filmes e seriados fabricados pela industria cinematográfica americana, onde o papel de presidente dos EUA é desempenhado por um ator negro, e a "aparição"de um sujeito como o Osama?
24 Hs – Denis Haysbert / D. B. Woodside
Impacto Profundo – Morgan Freeman
O Quinto Elemento – Tommy Lister
Head of State – Chris Rock
A única coisa que sinto, é que essa crise deu a vitória ao Obama...
– A eleição já foi, o McCain já foi. Dificilmente ele se recuperará de uma pancada destas – diz o economista Fernando de Holanda Barbosa Filho, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e economista do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre).
As razões que levam Barbosa Filho a sentenciar a respeito das eleições de forma tão enfática são de diversas ordens. Em primeiro lugar, a constatação de uma tendência: as pesquisas diárias sobre as eleições americanas mostravam vantagem democrata no início da campanha, empate técnico pouco antes das convenções dos dois partidos, chegaram a beneficiar McCain depois da indicação de Sarah Palin para candidata a vice republicana e, ontem, já davam o democrata Obama com índice de oito pontos à frente, pelo instituto Gallup.
Isso não me parece ser uma análise política isenta. O Brasil é cheio de palpiteiros.
O que quero saber é se o MCain vai expor antes da eleição os podres do Obama: da certidão falsa ao boicote à resolução do Congresso em 2005 que poderia ter evitado a Crise, das ligações comuno-terroristas ao fato de que à bolha estourou por causa da irresponsabilidade das políticas sociais desde o Governo Clinton...
Se MCain ficar caladinho igual o Geraldo Alckmin bundão, Obama ganha sem dúvida!
Pelo andar da carroça, prefiro rezar antes do Juízo Final!
Estou com o Jeffrey Nyquist quando ele afirmou que a Russia se moveu no Cáucaso por perceber uma virada no jogo ali logo na esquina....
Me parece que nos EUA as coisas não funcionam como no Brasil, de maneira que McCain nos debates deve dar nome aos bois. A média do povo americano, pela sua tradição democrática é mais difícil enganar. Na melhor pior hipotéses a crise não vai servir para nenhum dos dois, mas a acreditar na responsabilidade da bolha especulativa por parte dos democratas, pode ser vantajoso (se explorada) para os republicanos. A conferir.
A respostas dos deputados, principalmente dos deputados republicanos, é um indício de que os norte-americanos não estão tão preocupados com essa crise. Não querem soluções populistas, logo a tendência é de que preferem soluções conservadoras. McCain na minha opinião bancou o idiota com esse plano de recuperação, via Tesouro. Tomou no C, bem feito.
"a acreditar na responsabilidade da bolha especulativa por parte dos democratas, pode ser vantajoso (se explorada) para os republicanos."
Também acho.... Mas para isso o Bush teria de mudar de lado juntamente com o McCain e passarem a jogar contra o mega-pacote. Coisa que aliás é pensamento da maioria do eleitorado.
Pacote esse que na realidade vai de encontro a tudo que os democratas sempre quiseram, ou seja, colocar todo o mercado financeiro ma mão do estado.
Por isso eles estão tão avidos para a sua aprovação, muito mais do que qualquer um republicano, com excessão do Bush , que ao meu ver esta sendo muito mal acessorado e não tem a menor ideia do que está acontecendo.
Quem conhece bem os males da expansão de crédito desenfrada praticada nos EUA desde a "Era Clinton" já sabia no que ia dar...
Isso inclui os russos que pareciam entender melhor de teoria econômica, motivo pelo qual recomeçaram a Guerra Fria no Cáucaso e em Novembro estarão na Venezuela ajudando Chávez a construir armas nucleares...
A Crise já estava lá a um bom tempo, adiada pela oferta de paliativos. Agora na eleição, só fizeram dizer não para os viciados.
Nossa geração dificilmente não verá coisas muito feias acontecendo...
O mecanismo proposto para resgatar a economia representa uma nova falsificação de valores - e uma nova torção do mercado. O dólar não poderá sobreviver esta nova iniciativa. A $ 700 bilhões bailout é só o começo. É apenas um prenúncio. O que vemos em Washington é um exercício de auto-engano. É o auto-engano de um país que não vê perigo, de um país que ignora a sabedoria dos antepassados e os ABCs da economia.http://www.financialsense.com/stormwatch/geo/pastana…08/0926.html
Mas para isso o Bush teria de mudar de lado juntamente com o McCain e passarem a jogar contra o mega-pacote. Coisa que aliás é pensamento da maioria do eleitorado.[2]
McCain está sendo burro ou está gagá. Entrou no jogo dos democratas. Esse pacote é uma cortina de fumaça, a favor de Obama.
Vocês acham que é coincidência a quantidade de filmes e seriados fabricados pela industria cinematográfica americana, onde o papel de presidente dos EUA é desempenhado por um ator negro, e a "aparição"de um sujeito como o Osama?
Sobre suas dúvidas em relação ao McCain sobre os "temas" da vida de B Obama, me parece que McCain está esperando a hora certa para trazer à tona, via debates. Ou é isso ou ele tá no jogo. Acho difícil essa hipótese. Temos que esperar. Se começar se falar muito sobre isso agora, se esqueçe, o americano também tem seu lado alienado. É uma questão de estratégia, creio eu.
"Quem conhece bem os males da expansão de crédito desenfrada praticada nos EUA desde a "Era Clinton" já sabia no que ia dar..."
Bobagem.... A expansão do credito gerou o boom da economia americana por mais de dez anos....
Fez MUITO, não so pelos americanos mas pelo mundo inteiro.
Aliás, os reflexos dessa crise é uma prova disso.
A torcida do corintians e do flamengo não conseguem ver isso porque foram doutrinadas pela midia e pela educação esquerdista a pensar que a atividade financeira é superfluo que não faz direferença para o "setor produtivo"....
Como se existisse setor produtivo e setor não produtivo nas economias......
Na realidade as opções economicas são as seguintes:
1- Economia com um minimo de regulação, maxima alavancagem, resultando em crescimento economico acima de 4% ao ano, e a cada 10 ou 15 anos uma ressaca como a que está contecendo agora. (EUA)
2- Economia extremamente regulada, com pouca alavancagem e forte intervenção estatal, resultando em crescimento economico de no máximo 1,5% ao ano e mercado de trabalho engessado eternamente. (Europa)