na Coréia do Sul
Uma mulher norte-coreana foi condenada a cinco anos de prisão por seduzir oficiais do Exército sul-coreano em troca de informações secretas sobre instalações militares estratégicas.
Won Jeong-hwa, de 34 anos, admitiu o crime. Ela ainda foi acusada de tentar matar agentes de inteligência utilizando agulhas envenenadas.
O caso veio à tona em agosto quando a mulher foi presa com o padrinho, Kim Dong-sun, de 63 anos.
De acordo com a mídia local, a mulher chegou à Coréia do Sul há sete anos fingindo ser uma desertora e, um tempo mais tarde, conseguiu um emprego com o serviço de inteligência sul-coreano para dar palestras anticomunistas em estabelecimentos militares.
Mas, de acordo com os promotores, a mulher usou de seu charme sexual para envolver os oficiais e conseguir informações que seriam repassadas para o governo norte-coreano.
Segundo os promotores, os dados obtidos por ela teriam sido cruciais para que norte-coreanos conseguissem seqüestrar um empresário sul-coreano na China.
A Coréia do Norte negou que Won teria sido contratada para fazer espionagem e a chamou de "escória humana".
O governo norte-coreano ainda acusou a Coréia do Sul de fabricar a história para fazer propaganda anticomunista.
Os juízes disseram que a mulher poderia ter sido condenada à prisão perpétua, mas teve a pena atenuada por ter confessado o crime e cooperado com as investigações.
O padrinho de Wo também está sendo processado por espionagem.
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/10/15/_espia_…85951435.asp
Uma mulher norte-coreana foi condenada a cinco anos de prisão por seduzir oficiais do Exército sul-coreano em troca de informações secretas sobre instalações militares estratégicas.
Won Jeong-hwa, de 34 anos, admitiu o crime. Ela ainda foi acusada de tentar matar agentes de inteligência utilizando agulhas envenenadas.
O caso veio à tona em agosto quando a mulher foi presa com o padrinho, Kim Dong-sun, de 63 anos.
De acordo com a mídia local, a mulher chegou à Coréia do Sul há sete anos fingindo ser uma desertora e, um tempo mais tarde, conseguiu um emprego com o serviço de inteligência sul-coreano para dar palestras anticomunistas em estabelecimentos militares.
Mas, de acordo com os promotores, a mulher usou de seu charme sexual para envolver os oficiais e conseguir informações que seriam repassadas para o governo norte-coreano.
Segundo os promotores, os dados obtidos por ela teriam sido cruciais para que norte-coreanos conseguissem seqüestrar um empresário sul-coreano na China.
A Coréia do Norte negou que Won teria sido contratada para fazer espionagem e a chamou de "escória humana".
O governo norte-coreano ainda acusou a Coréia do Sul de fabricar a história para fazer propaganda anticomunista.
Os juízes disseram que a mulher poderia ter sido condenada à prisão perpétua, mas teve a pena atenuada por ter confessado o crime e cooperado com as investigações.
O padrinho de Wo também está sendo processado por espionagem.
http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/10/15/_espia_…85951435.asp