"Taylor also comments that, at the time this letter was purportedly written, "Christians" were considered to be followers of the Greco-Egyptian Serapis per Emperor Hadrian's statement--"and that the name of Christ [was] common to the whole rabblement of gods, kings, and priests." Writing around 134 CE, Hadrian purportedly stated:
The worshippers of Serapis are Christians, and those are devoted to the God Serapis, whocall themselves the bishops of Christ. There is no ruler of a Jewish synagogue, no Samaritan, no Presbyter of the Christians, who is not either an astrologer, a soothsayer, or a minister to obscene pleasures. The very Patriarch himself, should he come into Egypt, would be required by some to worship Serapis, and by others to worship Christ. They have, however, but one God, and it is one and the self-same whom Christians, Jews and Gentiles alike adore, i.e., money.
O historiador hebreu,Flavio Josefo confirma a existencia de Jesus Cristo.
"Havia neste tempo Jesus, um homem sábio, se é lícito chama-lo de homem, porque ele foi o autor de coisas admiráveis, um professor tal que fazia os homens receberem a verdade com prazer. Ele fez seguidores tanto entre os judeus como entre os gentios. Ele era o Cristo. E quando Pilatos, seguindo a sugestão dos principais entre nós, condenou-o à cruz, os que o amaram no princípio não o esqueceram; porque ele apareceu a eles vivo novamente no terceiro dia; como os divinos profetas tinham previsto estas e milhares de outras coisas maravilhosas a respeito dele. E a tribo dos cristãos, assim chamados por causa dele, não está extinta até hoje."
O argumento que talvez convença seja o sangue derramado pelos Santos Apóstolos...ou o testamento de São Paulo,que sofreu de tudo mas morreu crendo em Cristo,ele que teve uma revelação do mesmo.Todos não deram sua vida por uma fábula...
Não serve de prova histórica, mas em termos de evidência é notável que o testemunho dos primeiros cristãos é válido. Eles não tinham absolutamente nenhuma vantagem em se dizerem cristãos, pelo contrário, eram perseguidos e mortos por isso, e no entanto davam a própria vida antes que tivessem que renegar sua fé em Cristo. Esses testemunhos eram dignos de fé e multiplicavam o número de cristãos dia após dia.
Se Cristo não existiu, quem inventou Cristo? Com qual objetivo? Essas perguntas não têm respostas razoáveis.
Creio em Deus Pai Todo-Poderoso,
Criador do céu e da terra,
creio em Jesus Cristo Nosso Senhor,
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo,
nasceu da Virgem Maria,
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado morto e sepultado,
desceu à mansão dos mortos,
subiu aos céus,
está sentado à direita de Deus Pai,
de onde a de vir a julgar os vivos e os mortos.
Creio no Espírito Santo,
na Santa Igreja Católica,
na comunhão dos Santos,
na remissão dos pecados,
na ressurreição da carne,
na vida eterna.
Não fique desapontado se Olavo não deu muita atenção a essa hipótese.
Diz um autor, se não me engano Merleau-Ponty, que não há mais nada de ser refutado do que aquilo que não tem o menor fundamento.
E, convenhamos, é muito exótica essa tese de que os cristãos seriam, na realidade, pagãos seguidores de Serápis, e que Cristo, por isso, seria uma invenção.
Nada disso tem a ver com provas específicas sobre a existência de Jesus, mas é uma tentativa, aposto que bem frustrante, de se afirmar que sequer os cristãos existiriam, sendo esse um termo genérico.
Como um historiador prova a existência histórica de Alexandre? De Sócrates? De Maomé? Esse pessoal não tem a menor noção do que é evidência histórica. [2]
"Concordo em boa medida. Se a convicção em torno do divino, seja de qualquer religião, girar em pura e/ou primariamente em critérios historicistas,estaremos em dificuldades.
Muitas figuras religiosas (Osíris, Ksrhna, Odin, Dioniso, Buda...),e não só Jesus, estão num universo muito mais mítico do que histórico; e muitos dos textos sagrados, e não só o NT, não foram escritos com a intenção de ser meras biografias ou relatos históricos (o que não exclue que tenham algum valor histórico, às vezes).
Mas no caso específico do cristianismo, teria que acrescentar uma coisa.
Cristo, enquanto Logos ou Verbo é realmente transcendente e atemporal- no principio era o Verbo...Conhecer o divino, nesta ótica, não depende de nada que seja histórico.
Mas ao mesmo tempo, como acredita o cristanismo, o Logos encarnou como homem,
se fez história- e o Verbo se fez carne...
É o que Agostinho diz que faltou aos platônicos: a encarnação do Verbo no mundo do vir-a-ser. Isso também faltou de certo modo aos gnósticos antigos, cujo Cristo-Sofia era mais um mito cósmico/intemporal: ele até desce ao mundo tenebroso da matéria, mas ou usa um corpo fantasmático e não morre na cruz (docetismo), ou temporariamente se usa do homem Jesus, o qual deixa morrer em seu lugar na cruz (adotacionismo: Valentino e outros). Cristo era elevado demais para morrer numa cruz, como homem comum; tanto que boa parte dos tetxos gnósticos, começam com um Cristo já glorificado, e quase não aludem a fatos ou eventos históricos."
(CONTINUA)
"O cristianismo da ortodoxia é muito mais 'dialético' nessa perspectiva, ao fazer da encarnação real do Verbo, sua paixão e ressurreição, assim como a simultanea humanidade e divindade de Cristo, pontos doutrinários capitais.
Ao mesmo tempo, este descer do Verbo, não exclue uma nova ascensão: Cristo se fez homem, para que pudessemos ser deuses.
(o que se consuma do símbolo da cruz: as hastes vertical e horizontal, que também representam o pólo ou centro do mundo, em seu ponto de intersecção)"
apud Placido
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[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=42033749&tid=5257983853795155720&na=4&nst=41&nid=42033749-5257983853795155720-5258517031071079413[/url]
Para um historiador de outra religião, os relatos do Evangelho podem ser encarados como alegorias ou meras fábulas - assim como vocês não necessariamente acreditam na historicidade de Krishna.
Por exemplo, o massacre de inocentes (Herodes) não é narrado por nenhum cronista da época.
E há outros problemas famosos (por exemplo, a questão de "de quem eram os porcos", - que Jesus expulsa - alguns erros na questão do suposto costume de se libertar um prisioneiro; costume que na verdade não existia - Pilatos - etc etc).
Ora, de Alexandre o Grande temos vários registros históricos de contemporâneos.
Me refiro a evidências da vida de Jesus de contemporâneos e extra-bíblicas.
Essas parece que não há (não que possam satisfazer um historiador).
O que há é uma espécie de "consenso", fruto sem dúvida da influência cultural (take it for granted).
"Abstraindo-me da autoridade corânica, que afirma que Jesus existiu, concordo que os supostos fatos postados pelo Olavo são fraquinhos, mas acredito que ele tenha existido realmente, apesar de não acreditar na ressurreição (como afirma o Alcorão...hehe). O relato dos 3 evangelhos sinópticos é compatível com a visão muçulmana.
Eu não acredito na viabilidade das tentativas de demonstrar essas coisas documentalmente, segundo os critérios da ciência histórica (apesar de considerar que o Alcorão é o que chega mais perto de atender a esses critérios). No Alcorão é dito que o fato de ele ter sido narrado a um analfabeto, e a qualidade do próprio texto, são sinais de sua origem divina. Isso realmente foi o suficiente para convencer a muitos árabes da época, mas duvido que o Islã tenha se expandido graças a isso.
Acredito que o que valida a religião para a grande maioria das pessoas é o fato dela oferecer o alimento espiritual necessitado pelos convertidos, e ser o que há disponível aos que já nascem dentro dela."
(CONTINUA)
"Ou seja, as religiões dependem daquele "lado espiritual independente de religiões", ou algo assim, do perfil do Orkut. A grande maioria das pessoas, senão todas, já nascem com ele.
Para os sábios, a coisa é mais complicada, pois ele está apto para colocar em dúvida se não está sendo desonesto consigo mesmo ao aceitar esse alimento. Daí Al Ghazalli, pesar de ser uma alta autoridade no estudo do Alcorão e da jurisprudência, ter tido uma grande dúvida de fé e partido em busca de algo mais convincente entre os sufis. O analfabetismo do Profeta (saws) e o árabe do Alcorão não lhe foram suficientes.
Acredito, então, que o fator mais importante é esse: os santos, os monges nos monastérios, os sufis, os mestres budistas, etc., são a religião viva, e sua autoridade nas sociedades tradicionais valida ou validava a religião como um todo por tabela.
É claro que essa não é uma prova "científica" de que Jesus ou Buda tenham existido e fossem que diziam ser (o mm se aplica ao Alcorão), mas não acredito que dê para ir muito além disso.
Essa fixação por provas incontestes é uma necessidade moderna devido à ausência dos santos, o que a torna um problema que faz parte da própria natureza do protestantismo. O "sábio" protestante tem de aceitar como provas "históricas" o que nenhum historiador aceitaria. Para o fiel comum, a presença dos santos é substituída pela suposta "presença do Espírito Santo", que, ironicamente, retoma formas cristãs consideradas heréticas exatamente por aqueles que testemunharam a validade do NT que conhecemos (vide, por ex., Irineu)."
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[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=55835541&tid=5222296828937024809[/url]
Uriel, sei não. A OdeC do B, pra mim, é um monte de pedantezinho que leu dois livros esotéricos e, por isso, olha com nojinho pros "olavetes exotéricos".
Creio que a grande questão não é a existência do homem Jesus, o que eu acho extremamente provável e me permito dizer que acredito
Eu acredito que a questão mais interessante é a divindade ou não-divindade d(D)ele, tem várias possíveis contradições lógicas em um Jesus-Deus que me faz achar bem pouco provável a divindade do v(V)ivente =)