Míriam Martinho
De acordo com estudo realizado pelo Centro da Austrália Ocidental de Pesquisa para Promoção da Saúde, as mulheres lésbicas e bissexuais são menos saudáveis do que suas contrapartes heterossexuais.
O estudo, conduzido pela pesquisadora Jude Comfort e sua equipe, se baseou em dados sobre identidade, relacionamentos na comunidade, uso de drogas legais e ilegais, dieta e nutrição, atividade física, incidência de câncer, saúde mental, abuso, práticas de sexo seguro e acesso a serviços de saúde.
A análise do estudo revelou que as taxas de consumo de cigarros entre mulheres lésbicas e bissexuais eram quase o dobro das da população feminina em geral.
Comfort declarou que o consumo de álcool também se mostrou 30% mais alto entre lésbicas do que entre héteros; que mulheres lésbicas e bissexuais consomem mais álcool e bebem com mais freqüência do que as héteros:
“Estamos falando de um grupo que se socializa fundamentalmente em bares e boates, o que – para mim – é um dos grandes problemas que enfrentam.”
A pesquisadora acrescentou que a homofobia externa e a internalizada igualmente podem afetar a saúde dessa população, sua auto-estima, determinando em grande parte se ela estará feliz com sua própria sexualidade ou em conflito com a mesma.
O estudo também revelou que 30% das mulheres lésbicas e bi foram diagnosticadas com depressão; 20% receberam tratamento para algum problema de saúde mental; 20% estavam acima do peso e 23% estavam obesas.
Comfort afirmou que os sistemas de saúde têm sido lentos em responder às demandas dessa população porque não foram criados tendo em vista as minorias sexuais.
Pode-se afirmar que a orientação sexual é um determinante social de saúde, todavia há poucos programas direcionados à população l/bi que visem a promoção de estilos de vida saudáveis para mulheres que se relacionam com outras mulheres.
“Obviamente há lésbicas que são saudáveis, mas, analisando os resultados da pesquisa no geral, as cifras são alarmantes” – declarou a pesquisadora
De acordo com estudo realizado pelo Centro da Austrália Ocidental de Pesquisa para Promoção da Saúde, as mulheres lésbicas e bissexuais são menos saudáveis do que suas contrapartes heterossexuais.
O estudo, conduzido pela pesquisadora Jude Comfort e sua equipe, se baseou em dados sobre identidade, relacionamentos na comunidade, uso de drogas legais e ilegais, dieta e nutrição, atividade física, incidência de câncer, saúde mental, abuso, práticas de sexo seguro e acesso a serviços de saúde.
A análise do estudo revelou que as taxas de consumo de cigarros entre mulheres lésbicas e bissexuais eram quase o dobro das da população feminina em geral.
Comfort declarou que o consumo de álcool também se mostrou 30% mais alto entre lésbicas do que entre héteros; que mulheres lésbicas e bissexuais consomem mais álcool e bebem com mais freqüência do que as héteros:
“Estamos falando de um grupo que se socializa fundamentalmente em bares e boates, o que – para mim – é um dos grandes problemas que enfrentam.”
A pesquisadora acrescentou que a homofobia externa e a internalizada igualmente podem afetar a saúde dessa população, sua auto-estima, determinando em grande parte se ela estará feliz com sua própria sexualidade ou em conflito com a mesma.
O estudo também revelou que 30% das mulheres lésbicas e bi foram diagnosticadas com depressão; 20% receberam tratamento para algum problema de saúde mental; 20% estavam acima do peso e 23% estavam obesas.
Comfort afirmou que os sistemas de saúde têm sido lentos em responder às demandas dessa população porque não foram criados tendo em vista as minorias sexuais.
Pode-se afirmar que a orientação sexual é um determinante social de saúde, todavia há poucos programas direcionados à população l/bi que visem a promoção de estilos de vida saudáveis para mulheres que se relacionam com outras mulheres.
“Obviamente há lésbicas que são saudáveis, mas, analisando os resultados da pesquisa no geral, as cifras são alarmantes” – declarou a pesquisadora