Boa noite!
Seguindo a linha dos livros indicados pelo Site Mídia Sem Máscara, gostaria de recomendar um volume que, creio, irá agradar aos colegas da comunidade: “Os Sete Chefes do Império Soviético” de Dmitri Volkogonov.
Adianto que fiquei primeiramente receoso em adquirir o livro, já que é escrito por um general da ex-URSS. Na minha concepção a obra seria mais uma a infestar as livrarias com a gororoba marxista e a fazer uma ode ao comunismo.
Ledo engano! O autor simplesmente destrói o sistema e, fundamentalmente, passa a limpo o agourento regime comunista na crítica aos sete chefes que tiveram o poder nas mãos. Dmitri não poupa nada, desde o infame leninismo até os dias de perestroika de Gorbachev, passando pela tirania sangrenta de Stálin. Não poupa nem a si próprio, já que foi um general a serviço do sistema soviético. Mas, antes tarde do que nunca, percebeu no erro em que seguia; converteu-se ao cristianismo e, através de seus livros, incluindo este, tenta expiar sua própria culpa.
Portanto, recomendo a todos. Finalizei hoje a leitura e garanto: é um relato dramático de um homem que viu de perto as agruras de um sistema totalitário, vil, que despreza o indivíduo e que corrompe a alma. Tenho certeza que depois de finda sua obra e depois de sua passagem, o autor recuperou esta alma!
Abraços!
Seguindo a linha dos livros indicados pelo Site Mídia Sem Máscara, gostaria de recomendar um volume que, creio, irá agradar aos colegas da comunidade: “Os Sete Chefes do Império Soviético” de Dmitri Volkogonov.
Adianto que fiquei primeiramente receoso em adquirir o livro, já que é escrito por um general da ex-URSS. Na minha concepção a obra seria mais uma a infestar as livrarias com a gororoba marxista e a fazer uma ode ao comunismo.
Ledo engano! O autor simplesmente destrói o sistema e, fundamentalmente, passa a limpo o agourento regime comunista na crítica aos sete chefes que tiveram o poder nas mãos. Dmitri não poupa nada, desde o infame leninismo até os dias de perestroika de Gorbachev, passando pela tirania sangrenta de Stálin. Não poupa nem a si próprio, já que foi um general a serviço do sistema soviético. Mas, antes tarde do que nunca, percebeu no erro em que seguia; converteu-se ao cristianismo e, através de seus livros, incluindo este, tenta expiar sua própria culpa.
Portanto, recomendo a todos. Finalizei hoje a leitura e garanto: é um relato dramático de um homem que viu de perto as agruras de um sistema totalitário, vil, que despreza o indivíduo e que corrompe a alma. Tenho certeza que depois de finda sua obra e depois de sua passagem, o autor recuperou esta alma!
Abraços!