John McCain tem apoio de evangélicos, mas não os fez entrar na campanha
Depois de oito anos sob a guarda do fervoroso evangélico George W. Bush, a direita cristã prepara-se para um ambiente bem menos amigável nos EUA. Os cristãos conservadores tiveram um grande amigo na Casa Branca nos últimos dois mandatos: Bush nomeou dois juízes para a Suprema Corte que são contra o direito ao aborto, destinou recursos para educação sexual que ensina apenas abstinência e apoiou um veto constitucional ao casamento homossexual.
Agora, o grupo se vê diante da possibilidade da eleição do presidente mais liberal da história - Barack Obama é a favor do direito ao aborto, pesquisas com células-tronco e da união civil de homossexuais. Mas, como bons cristãos, eles encaram a possibilidade com resignação.
"Não será muito agradável, mas sabemos que Deus tem o controle de tudo e sabe o que faz", diz Robert Taylor, diretor da Universidade Bob Jones, a mais fundamentalista das universidades cristãs dos EUA. Sentado em seu escritório, cercado de fotos ao lado dos presidentes George W. Bush, George H.W. Bush e Ronald Reagan, Taylor acompanha minuto a minuto as pesquisas. E está conformado. "Não tenho grandes expectativas. Acho que vou parar de receber cartões de Natal da Casa Branca", brinca.
O que Taylor mais teme é a nomeação de juízes liberais para a Suprema Corte - o próximo presidente deve nomear dois - e a vitória de uma maioria democrata no Senado abriria caminho para a aprovação de leis que permitam pesquisas com células-tronco e proíbam o ensino do criacionismo nas escolas.
Na Bob Jones, meninas só podem vestir saia. Tatuagens e piercings são absolutamente vetados. O darwinismo não é visto com bons olhos - os alunos aprendem biologia sob a perspectiva bíblica, ou seja, dinossauros coabitando com Adão e Eva. Mãos dadas ou manifestações públicas de afeto, nem pensar.
Depois de oito anos sob a guarda do fervoroso evangélico George W. Bush, a direita cristã prepara-se para um ambiente bem menos amigável nos EUA. Os cristãos conservadores tiveram um grande amigo na Casa Branca nos últimos dois mandatos: Bush nomeou dois juízes para a Suprema Corte que são contra o direito ao aborto, destinou recursos para educação sexual que ensina apenas abstinência e apoiou um veto constitucional ao casamento homossexual.
Agora, o grupo se vê diante da possibilidade da eleição do presidente mais liberal da história - Barack Obama é a favor do direito ao aborto, pesquisas com células-tronco e da união civil de homossexuais. Mas, como bons cristãos, eles encaram a possibilidade com resignação.
"Não será muito agradável, mas sabemos que Deus tem o controle de tudo e sabe o que faz", diz Robert Taylor, diretor da Universidade Bob Jones, a mais fundamentalista das universidades cristãs dos EUA. Sentado em seu escritório, cercado de fotos ao lado dos presidentes George W. Bush, George H.W. Bush e Ronald Reagan, Taylor acompanha minuto a minuto as pesquisas. E está conformado. "Não tenho grandes expectativas. Acho que vou parar de receber cartões de Natal da Casa Branca", brinca.
O que Taylor mais teme é a nomeação de juízes liberais para a Suprema Corte - o próximo presidente deve nomear dois - e a vitória de uma maioria democrata no Senado abriria caminho para a aprovação de leis que permitam pesquisas com células-tronco e proíbam o ensino do criacionismo nas escolas.
Na Bob Jones, meninas só podem vestir saia. Tatuagens e piercings são absolutamente vetados. O darwinismo não é visto com bons olhos - os alunos aprendem biologia sob a perspectiva bíblica, ou seja, dinossauros coabitando com Adão e Eva. Mãos dadas ou manifestações públicas de afeto, nem pensar.