Uma das missões mais inglórias de que me dispus a fazer foi encontrar um franquista na Espanha. Parece que todo mundo era comunista ou anarquista e participou da resistência apaixonada ao generalíssimo. Nos Estados Unidos é diferente, o republicano é um conservador assumido. Guarda a honra de ser patriota e luterano. Acredita que a democracia é um bem inestimável e tem a convicção de que seu país possui a tutela mundial da liberdade e deve necessariamente exportá-la no mesmo container da coca-cola. No intuito de fazê-la prevalecer possuem uma idéia fixa de que a guerra é o maior benefício que os EUA podem fazer ao planeta.
Conversei longamente com um deles, que me tentou convencer da diferença entre a inteligência, leia-se Obama, e a sabedoria, propriedade de McCain. Funcionário graduado do governo federal dos EUA, esse republicano empedernido explica que a crise da bolha imobiliária não é obra da Era Bush, mas filha legítima da demagogia econômica dos democratas. "Nos últimos 15 anos eles impuseram ao sistema bancário o programa de empréstimos para a aquisição de imóveis a despeito de Bush e, especialmente, McCain terem insistido que isso levaria à bancarrota a economia mais poderosa do mundo. Por aqui o governo não faz as leis, portanto a responsabilidade deve ser tributada aos democratas que sempre dominaram o Congresso."
Perguntei se os custos onerosos da guerra do Iraque não teriam contribuído para a derrocada econômica e imediatamente o republicano de Boston redarguiu que essa imagem é mais uma falácia orquestrada pela mídia democrata e seus conceitos politicamente corretos e absolutamente estúpidos. "Para os EUA a guerra não significa custo, mas investimento de longo prazo em democracia e desenvolvimento econômico." A nova geração do Iraque vai nos agradecer por ter libertado o país árabe do jugo de Sadam, como foram beneficiados no passado o Japão, a Coréia do Sul e o próprio Vietnam, hoje nossos aliados incondicionais."
Conversei longamente com um deles, que me tentou convencer da diferença entre a inteligência, leia-se Obama, e a sabedoria, propriedade de McCain. Funcionário graduado do governo federal dos EUA, esse republicano empedernido explica que a crise da bolha imobiliária não é obra da Era Bush, mas filha legítima da demagogia econômica dos democratas. "Nos últimos 15 anos eles impuseram ao sistema bancário o programa de empréstimos para a aquisição de imóveis a despeito de Bush e, especialmente, McCain terem insistido que isso levaria à bancarrota a economia mais poderosa do mundo. Por aqui o governo não faz as leis, portanto a responsabilidade deve ser tributada aos democratas que sempre dominaram o Congresso."
Perguntei se os custos onerosos da guerra do Iraque não teriam contribuído para a derrocada econômica e imediatamente o republicano de Boston redarguiu que essa imagem é mais uma falácia orquestrada pela mídia democrata e seus conceitos politicamente corretos e absolutamente estúpidos. "Para os EUA a guerra não significa custo, mas investimento de longo prazo em democracia e desenvolvimento econômico." A nova geração do Iraque vai nos agradecer por ter libertado o país árabe do jugo de Sadam, como foram beneficiados no passado o Japão, a Coréia do Sul e o próprio Vietnam, hoje nossos aliados incondicionais."