Barack Obama foi eleito por jornais e TVs. Menos pelos editoriais de apoio, pela cobertura parcial, pelas fotografias enaltecedoras e pelos quadros satíricos que eles fizeram, e mais pelo que eles deixaram de fazer: reportagens, reportagens, reportagens.
A ombudsman do Washington Post analisou as matérias do próprio jornal. Em primeiro lugar, ela destacou a gritante disparidade de tratamento reservada aos candidatos - as matérias sobre Barack Obama e Joe Biden, uma moleza; as matérias sobre John McCain e Sarah Palin, uma paulada, como elas de fato devem ser numa disputa presidencial. Em seguida, a ombudsman tocou no ponto que mais me interessa: a absoluta falta de interesse do Washington Post em investigar temas potencialmente danosos para a campanha de Barack Obama. Em particular, ela citou dois desses temas: seu envolvimento com drogas nos tempos da faculdade e seus negócios com Anthony Rezko, o empresário corruptor que financiou a carreira política e a vida privada de Barack Obama, tendo-o ajudado a comprar sua casa. Anthony Rezko foi condenado criminalmente durante a campanha eleitoral, mesmo assim ninguém deu bola para o caso.
A ombudsman do Washington Post analisou as matérias do próprio jornal. Em primeiro lugar, ela destacou a gritante disparidade de tratamento reservada aos candidatos - as matérias sobre Barack Obama e Joe Biden, uma moleza; as matérias sobre John McCain e Sarah Palin, uma paulada, como elas de fato devem ser numa disputa presidencial. Em seguida, a ombudsman tocou no ponto que mais me interessa: a absoluta falta de interesse do Washington Post em investigar temas potencialmente danosos para a campanha de Barack Obama. Em particular, ela citou dois desses temas: seu envolvimento com drogas nos tempos da faculdade e seus negócios com Anthony Rezko, o empresário corruptor que financiou a carreira política e a vida privada de Barack Obama, tendo-o ajudado a comprar sua casa. Anthony Rezko foi condenado criminalmente durante a campanha eleitoral, mesmo assim ninguém deu bola para o caso.