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O Padre, Obama a Hóstia

Iniciado por hiranclair em 15/11/2008 · 11 mensagens

hiranclair#1
Da AP. Volto em seguida:

Um padre americano disse aos fiéis de sua igreja em Greenville, na Carolina do Sul, que eles não poderiam tomar a hóstia se tivessem votado em Barack Obama porque o presidente eleito dos Estados Unidos apóia o aborto. Para o sacerdote, votar nele foi "cooperação material com a maldade intrínseca". Jay Scott Newman afirmou em um jornal distribuído na igreja católica de St. Mary no domingo que eles estariam colocando suas almas em risco se recebessem a comunhão antes de fazer penitência pelo voto.
"Nossa nação escolheu para seu Executivo o político mais radical pró-aborto que já serviu no Senado americano ou concorreu para presidente", escreveu o padre, referindo-se a Obama por seu nome completo, incluindo o sobrenome Hussein. "Votar em um político pró-aborto quando existe uma alternativa pró-vida plausível constitui cooperação material com a maldade intrínseca", continuou. "Pessoas nessas condições não devem receber comunhão até se reconciliarem com Deus no Sacramento da Penitência, ou então estariam comendo e bebendo de sua própria condenação." Obama venceu o republicano John McCain nas eleições de 4 de novembro, tornando-se o primeiro presidente negro dos EUA. Na Carolina do Sul, parte conservadora do país, a disputa foi vencida por McCain. Durante a campanha, muitos religiosos falaram contra o aborto mais abertamente do que no pleito anterior, dizendo aos políticos e eleitores católicos que a questão deveria ser a mais importante a ser considerada na formação política e na escolha de candidatos.
hiranclair#2
Alguns líderes da igreja disseram que os fiéis arriscaram suas almas ao votarem em candidatos que apóiam o direito ao aborto. Mas as lideranças diferem quanto a legisladores e eleitores católicos não receberem a comunhão se divergirem do ensinamento da igreja sobre o aborto. Cada dirigente aplica suas normas em cada diocese.
Em um encontro anual, bispos católicos americanos prometeram na quinta-feira confrontar a administração Obama por apoiar o aborto. De acordo com pesquisas de opinião, 54% dos católicos votaram no democrata, que é protestante. Na Carolina do Sul, 61% dos eleitores no condado de Greenville votaram em McCain, enquanto 37% optaram por Obama.
hiranclair#3
É um daqueles despachos que ganham o mundo e estão prontos para gerar escarcéu e espanto: “Vejam que absurdo! Olhem que gente reacionária e atrasada! Veja que padre antediluviano!!!” Pois é...
Representantes de outras religiões, em nome dos seus princípios, podem pedir o que for a seus fiéis, e ninguém soltará um pio. Afinal, vocês sabem, devemos ser tolerantes, claro. Menos com os católicos. Vejam esse padre aí: onde já se viu pedir aos católicos uma pequena penitência — um exame de consciência basta — por eventualmente terem votado num candidato pró-aborto? É uma recomendação ao povo americano? Não! Só aos católicos. E ainda daquela localidade.
Ademais, não custa lembrar, ninguém é obrigado a ser católico. Obama é mesmo favorável ao aborto e não se opõe nem mesmo ao chamado aborto com nascimento parcial, realizado no último trimestre da gravidez. Pesquisem pra saber o que é. Quem conseguir distinguir aquilo de homicídio ganha um prêmio de retórica por ser exímio nos sofismas. A questão teria sido debatida com mais vagar nos EUA se a imprensa já não tivesse feito a sua escolha, conforme vêm admitido agora os veículos de comunicação.
Reitero: ninguém é obrigado a ser católico. Às vezes, a penitência é mesmo uma necessidade. Ou que se escolha outra religião, não é?
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/
hiranclair#4
Me chamou atenção a frase: "Nossa nação escolheu para seu Executivo o político mais radical pró-aborto que já serviu no Senado americano ou concorreu para presidente", escreveu o padre, referindo-se a Obama por seu nome completo, incluindo o sobrenome Hussein.
rafael_2#5
Este padre não poderia estar mais correto. Deus o abençoe.
leandro_13#6
Mais radical que a Hillary???
priscila#7
Obama representa com certeza, na questão aborto, O PONTO MAIS RADICAL a que se pode chegar.
Senão vejamos:
http://www.prolifeblogs.com/articles/archives/infanticide/
priscila#8
http://www.bornalivetruth.org/
Os EUA elegeram um defensor do infanticídio como seu presidente.
luisgustavo_2#9
Ácida, proibir a comunhão é um ato de caridade do padre, pois comungar com um pecados destes, como disse Nosso Senhor, "é comer a própria condenação".

Existem açoes punitivas, mas por menos intuitivo que pareça, negar a comunhão não é uma punição.
priscila#10
Ontem eu vi pela primeira vez o rostinho de meu nono neto, Hugo, em sua vigésima segunda semana de vida, em uma ultrassonografia tri-dimensional. Outros de sua idade estão sendo induzidos a nascer antes do tempo, para que morram, a mando de suas mães assassinas. Alguns nascem e lutam por sua tênue vida - mas Barak Hussein Obama é contrário a que sejam considerados, esses pequeninos lutadores, seres autônomos.

Nascidos vivos, eles ainda PERTENCEM ÀS ASSASSINAS. São ainda DELAS.
A torpe, ignóbil e IGNORANTÍSSIMA argumentação de que "o feto é parte do corpo da mãe" deixa de ser necessária, se esvai no buracón da hipocrisia dos maus, que a usaram para tapear a patetalha criminosa e revoltante. Eles sabem perfeitamente que o feto é OUTRA PESSOA, não "faz parte"do corpo de ninguém.
E, depois do tudo dominado, não disfarçam mais nada, porque não PRECISAM disfarçar mais nada. Um projeto de lei do estado de Illinois tentava oferecer a essas crianças, nascidas vivas, os direitos de qualquer pessoa viva nascida nos EUA: o senador por Illinois Barak Hussein Obama, chairman of the board que julgou esse projeto, VETOU, NEGOU a essas crianças o direito a vida, alegando que NADA poderia se contrapor à sanha assassina da mãe matadora. Se ela QUER matar, então ela TEM QUE PODER matar. Segundo Bark Hussein Obama, este é UM DIREITO.

Vou parar de escrever porque senão eu tenho um treco. De tanto ódio, palavra de honra.
Assim Deus me conserve e preserve a minha ira, amém.
uriel#11
Obama defende o infanticídio estilo espartano ("Partial birth abortion")

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