Câncer de Lula pode ser farsa
Desde as primeiras
notícias do suposto câncer de Lula, surgiram várias especulações sobre a
veracidade da doença. Por conta da enorme quantidade de enúncias
envolvendo ministros herdados do governo Lula, parece que o suposto
câncer veio num momento providencial. A atenção foi desviada dos
assuntos importantes do país e os marketeiros de Lula poderiam esperar
uma consternação geral dos brasileiros. Parece que nem tudo foi como
esperado, mas de qualquer forma o câncer ainda favorece Lula mais que o
prejudica.
Bem na época que estoura mais um vazamento de informações do ENEM,
comandado por Fernando Haddad, protegido de Lula; bem na época em que
cai Orlando Silva (que deve ter mandado alguma parte do dinheiro
desviado para alguma ditadura de esquerda, talvez Cuba ou Equador)...
sem contar que Marisa Letícia não esboça nenhuma reação, o que não é
normal em quem descobre que o marido tem uma doença grave; a não ser que
ela também esteja contente com a doença do marido ladrão.
Se lembrarmos que Dilma foi supostamente acometida de um câncer do qual
milagrosamente se recuperou, ou seja, talvez uma estratégia de marketing
de Lula para fazê-la entrar em evidência, uma vez que antes do suposto
câncer a "presidanta" era uma ilustre desconhecida.
Ora, todos sabemos que no Brasil se o maior canalha estiver à beiar da
morte, logo será alçado à condição de santo. E com uma enorme legião de
jornalistas e redes de comunicação apoiando o sujeito, isso é ainda mais
fácil.
Seguindo a orientação de seus marketeiros, Lula hoje deixou-se
fotografarà janela de seu apartamento com a máscara cirúrgica e com a
torre de medicação ao lado. Certamente o próximo passo será aparecer sem
a barba e visivelmente abatido para que o povo o veja como um
"coitadinho".
E em 2014 ele certamente voltará à cena eleitoral, com sua enorme sede
por poder e dinheiro, e dará o golpe de misericórdia: fortalecido,
roubará o máximo possível. E, talvez, aproxime ainda mais o Brasil a um
regime de exceção, implantando a censura e a prisão de adversários
políticos mais afoitos.