Terrorista suicida em Bagdá tinha deficiência mental
As autoridades iraquianas confirmaram que a mulher que cometeu um atentado suicida hoje em Bagdá sofria de retardo mental e que o uso de deficientes nestas ações vem sendo corriqueiro, o que levou à prisão, também hoje, do diretor de um hospital psiquiátrico, acusado de participar delas.
Este atentado, próxima à entrada da chamada Zona Verde, causou seis mortos e quatorze feridos.
Pouco antes, outra bomba havia explodido na passagem de um ônibus de funcionários públicos, também em Bagdá, deixando 12 mortos e cinco feridos.
A confirmação que o responsável do atentado suicida da Zona Verde foi uma mulher com deficiência mental foi feita pelo general Qassem Atta, do Comando de Operações de Bagdá.
O chefe policial não ofereceu outros detalhes sobre a autora do atentado, mas não é a primeira vez que se informa o uso destas pessoas em ações terroristas em Bagdá.
As autoridades iraquianas confirmaram que a mulher que cometeu um atentado suicida hoje em Bagdá sofria de retardo mental e que o uso de deficientes nestas ações vem sendo corriqueiro, o que levou à prisão, também hoje, do diretor de um hospital psiquiátrico, acusado de participar delas.
Este atentado, próxima à entrada da chamada Zona Verde, causou seis mortos e quatorze feridos.
Pouco antes, outra bomba havia explodido na passagem de um ônibus de funcionários públicos, também em Bagdá, deixando 12 mortos e cinco feridos.
A confirmação que o responsável do atentado suicida da Zona Verde foi uma mulher com deficiência mental foi feita pelo general Qassem Atta, do Comando de Operações de Bagdá.
O chefe policial não ofereceu outros detalhes sobre a autora do atentado, mas não é a primeira vez que se informa o uso destas pessoas em ações terroristas em Bagdá.