Por Reinaldo Azevedo
Um relatório preparado por um investigador das Nações Unidas afirma que o terrorismo palestino é "conseqüência inevitável" da ocupação israelense e pode ser comparado à resistência ao nazismo e à luta contra o apartheid, o antigo regime de segregação racial da África do Sul. A comparação enfureceu a diplomacia israelense, que considerou o documento uma espécie de luz verde da organização ao terror.
O documento preparado por John Dugard, investigador independente da ONU para o conflito entre Israel e os palestinos, será apresentado no dia 17 de março no Conselho de Direitos Humanos da organização. Em um de seus trechos mais polêmicos, Dugard diz que é preciso lembrar o "contexto histórico" ao analisar a violência palestina.
"A história está repleta de exemplos de ocupações militares às quais se resistiu com violência, atos de terror. A ocupação alemã foi resistida por muitos países europeus durante a Segunda Guerra", exemplifica, sem distinguir ações contra militares das que atingem civis.
O delinqüente poderia ter comparado, sei lá, a situação à resistência dos argelinos anticolonialistas, notáveis também pelo uso da violência. Não perderia nada em delinqüência teórica, mas, ao menos, não exibiria o ânimo da provocação torpe. A comparação com o nazismo - que tinha como prática o extermínio de judeus e como uma das metas a sua erradicação - é simplesmente inaceitável.
Dia desses, a ONU divulgou um relatório sobre direitos humanos e racismo no Brasil. Nem dei bola. Sabem por quê? Não confio naquela gente. Aquilo é uma repartição pública de incompetentes. Há coisa de uns, sei lá, quatro ou cinco meses, um relatório da entidade, feito com base numa única matéria de um jornalista argentino, afirmava que a cidade São Paulo tinha 1% dos homicídios mundiais. Era mentira. Os dados, velhos. Tiveram de pedir desculpas.
Por isso, quando a ONU disse a Bush: "Não invada o Iraque", pensei: mais um bom motivo para invadir o Iraque. A ONU está sempre errada.
Visão Judaica
Um relatório preparado por um investigador das Nações Unidas afirma que o terrorismo palestino é "conseqüência inevitável" da ocupação israelense e pode ser comparado à resistência ao nazismo e à luta contra o apartheid, o antigo regime de segregação racial da África do Sul. A comparação enfureceu a diplomacia israelense, que considerou o documento uma espécie de luz verde da organização ao terror.
O documento preparado por John Dugard, investigador independente da ONU para o conflito entre Israel e os palestinos, será apresentado no dia 17 de março no Conselho de Direitos Humanos da organização. Em um de seus trechos mais polêmicos, Dugard diz que é preciso lembrar o "contexto histórico" ao analisar a violência palestina.
"A história está repleta de exemplos de ocupações militares às quais se resistiu com violência, atos de terror. A ocupação alemã foi resistida por muitos países europeus durante a Segunda Guerra", exemplifica, sem distinguir ações contra militares das que atingem civis.
O delinqüente poderia ter comparado, sei lá, a situação à resistência dos argelinos anticolonialistas, notáveis também pelo uso da violência. Não perderia nada em delinqüência teórica, mas, ao menos, não exibiria o ânimo da provocação torpe. A comparação com o nazismo - que tinha como prática o extermínio de judeus e como uma das metas a sua erradicação - é simplesmente inaceitável.
Dia desses, a ONU divulgou um relatório sobre direitos humanos e racismo no Brasil. Nem dei bola. Sabem por quê? Não confio naquela gente. Aquilo é uma repartição pública de incompetentes. Há coisa de uns, sei lá, quatro ou cinco meses, um relatório da entidade, feito com base numa única matéria de um jornalista argentino, afirmava que a cidade São Paulo tinha 1% dos homicídios mundiais. Era mentira. Os dados, velhos. Tiveram de pedir desculpas.
Por isso, quando a ONU disse a Bush: "Não invada o Iraque", pensei: mais um bom motivo para invadir o Iraque. A ONU está sempre errada.
Visão Judaica