Autoridades e forças de segurança indianas coordenam um trabalho para resgatar os cerca de 100 reféns restantes dos atentados que atingiram a capital financeira indiana, Mumbai, no Estado de Maharashtra. Enquanto o número de mortos subiu para 125, o de feridos já chegou a 327. Até a noite desta quinta-feira, os reféns ainda permaneciam no hotel Taj Mahal Palace e ao menos 10 – todos israelenses – na casa judaica Nariman. A situação pior, no entanto, encontrava-se no hotel de luxo Oberoi Trident, onde mais de 100 pessoas permanecem presas, mesmo depois de 70 terem sido liberadas ao longo do dia.
Nesta quinta-feira, outras três fortes explosões foram ouvidas na parte sul de Mumbai, enquanto a imprensa indiana informava uma ação das forças de segurança contra homens armados que tomaram o rabino Gavriel Holtzberg como refém.
O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, condenou os ataques terroristas e disse ser “evidente” que os autores dos atentados não são indianos.
– Falaremos com nossos vizinhos do uso que os terroristas fazem de seu território para lançar ataques como este – alertou Singh.
O primeiro-ministro nega, ainda que de forma implícita, a credibilidade dada ao grupo fundamentalista islâmico Deccan Mujahedin, organização desconhecida que toma seu nome de um planalto do sul da Índia e que reivindicou os atentados, em mensagem enviada a vários meios de comunicação.
Nesta quinta-feira, outras três fortes explosões foram ouvidas na parte sul de Mumbai, enquanto a imprensa indiana informava uma ação das forças de segurança contra homens armados que tomaram o rabino Gavriel Holtzberg como refém.
O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, condenou os ataques terroristas e disse ser “evidente” que os autores dos atentados não são indianos.
– Falaremos com nossos vizinhos do uso que os terroristas fazem de seu território para lançar ataques como este – alertou Singh.
O primeiro-ministro nega, ainda que de forma implícita, a credibilidade dada ao grupo fundamentalista islâmico Deccan Mujahedin, organização desconhecida que toma seu nome de um planalto do sul da Índia e que reivindicou os atentados, em mensagem enviada a vários meios de comunicação.