Considero esse artigo, publicado ontem (01/12/08), um dos melhores que o prof. Olavo escreveu nos últimos tempos. Mas algo me chamou a atenção no último parágrafo, que transcrevo a seguir:
"O exercício da razão, hoje, é um privilégio dividido entre os grandes planejadores estratégicos e engenheiros comportamentais, que por motivos óbvios não pensariam em partilhá-lo com ninguém mais, e os estudiosos independentes que tentam em vão partilhá-lo com quem não o deseja."
Considerando que o prof. Olavo divide o exercício da razão entre os dois grupos acima, como deveríamos entender o exercício da razão por parte do Papa e dos Bispos em comunhão com ele (ou seja, excluídos, obviamente, os Bispos progressistas, modernistas, adeptos da teologia da libertação etc.)? Pois o Magistério propriamente dito não pode ser enquadrado na categoria dos "grandes planejadores estratégicos e engenheiros comportamentais" na acepção em que o Olavo usa essas expressões, tampouco pode ser incluído no grupo dos "estudiosos independentes". Fiquei com a impressão de que o prof. Olavo se esqueceu do Papa e dos Bispos em comunhão com ele quando escreveu esse parágrafo.
O que vocês acham?
P.S.: prezada Roxane, se o prof. Olavo puder comparecer a este tópico para nos dizer umas poucas palavras a respeito, seria ótimo!
"O exercício da razão, hoje, é um privilégio dividido entre os grandes planejadores estratégicos e engenheiros comportamentais, que por motivos óbvios não pensariam em partilhá-lo com ninguém mais, e os estudiosos independentes que tentam em vão partilhá-lo com quem não o deseja."
Considerando que o prof. Olavo divide o exercício da razão entre os dois grupos acima, como deveríamos entender o exercício da razão por parte do Papa e dos Bispos em comunhão com ele (ou seja, excluídos, obviamente, os Bispos progressistas, modernistas, adeptos da teologia da libertação etc.)? Pois o Magistério propriamente dito não pode ser enquadrado na categoria dos "grandes planejadores estratégicos e engenheiros comportamentais" na acepção em que o Olavo usa essas expressões, tampouco pode ser incluído no grupo dos "estudiosos independentes". Fiquei com a impressão de que o prof. Olavo se esqueceu do Papa e dos Bispos em comunhão com ele quando escreveu esse parágrafo.
O que vocês acham?
P.S.: prezada Roxane, se o prof. Olavo puder comparecer a este tópico para nos dizer umas poucas palavras a respeito, seria ótimo!