Neste documento assinado por diversos movimentos negros há negação da existência do povo brasileiro e a defesa da criação de um Estado pluriétnico.
Logo de início, a carta não é dirigida ao 'povo brasileiro', mas à 'população brasileira'. Os negros são tratados como 'povo', os brasileiros são apenas 'população'.
O documento cita o I Congresso Afro-Brasileiro, de 1934, mas silencia que ele foi organizado por Gilberto Freyre, um dos principais intelectuais que valorizaram e defenderam a mestiçagem como fundamental para a identidade do povo brasileiro.
O documento está disponível em
www.conneb.org.br/wp-ontent/uploads/2008/02/carta-a-populacao-brasileir\a-do-conneb.pdf
O Movimento Mestiço tem denunciado o PL da Lei de Cotas Raciais e o PL do Estatuto da Igualdade Racial como instrumentos de eliminação da identidade mestiça brasileira e apagamento de suas manifestações (caboclos, mulatos, cafuzos e outros mestiços).
Logo de início, a carta não é dirigida ao 'povo brasileiro', mas à 'população brasileira'. Os negros são tratados como 'povo', os brasileiros são apenas 'população'.
O documento cita o I Congresso Afro-Brasileiro, de 1934, mas silencia que ele foi organizado por Gilberto Freyre, um dos principais intelectuais que valorizaram e defenderam a mestiçagem como fundamental para a identidade do povo brasileiro.
O documento está disponível em
www.conneb.org.br/wp-ontent/uploads/2008
O Movimento Mestiço tem denunciado o PL da Lei de Cotas Raciais e o PL do Estatuto da Igualdade Racial como instrumentos de eliminação da identidade mestiça brasileira e apagamento de suas manifestações (caboclos, mulatos, cafuzos e outros mestiços).