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Todos conhecem o filme "Forrest Gump" (*), que narra a história de um *imbecil* que sobe na vida, auxiliado por circunstâncias absurdamente favoráveis a ele.
Pois bem... Também temos aqui nosso "Forrest Lula", pelas razões que apresentarei abaixo :
1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi por uma junção entre sua persistência malufiana e o "mudancismo" do eleitor, que, só pelo desejo por mudanças, nem se sabe no quê vota. Não foram poucos os intelectuais que votaram nesse embuste e que, hoje, amargam o mais doloroso arrependimento.
2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda romântica de lá acha lindo um operário do terceiro mundo ter virado presidente, pouco importando se ele é competente ou não. Ele recebe essa corda toda e acredita.
3) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o bolsa-escola do FHC em bolsa-esmola cata votos.
4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa. Aí, ele tem razão. Por conta do mar de lama que corre sob as suas narinas, das asnices, das mordomias absurdas dos cartões de crédito, cujas faturas altíssimas são paga por nós, os palhaços, tem mesmo de estar na crista da onda. Por isso, ele a sua quadrilha estão sempre nas manchetes.
5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva de seu desempenho. Neste aspecto, o "Forrest Gump" americano é mais simpático, porque nunca se recusou a ser entrevistado em coletivas.
Todos conhecem o filme "Forrest Gump" (*), que narra a história de um *imbecil* que sobe na vida, auxiliado por circunstâncias absurdamente favoráveis a ele.
Pois bem... Também temos aqui nosso "Forrest Lula", pelas razões que apresentarei abaixo :
1) Ele pensa que chegou a presidente pela competência, mas foi por uma junção entre sua persistência malufiana e o "mudancismo" do eleitor, que, só pelo desejo por mudanças, nem se sabe no quê vota. Não foram poucos os intelectuais que votaram nesse embuste e que, hoje, amargam o mais doloroso arrependimento.
2) Ele pensa que é respeitado lá fora, mas não passa de uma curiosidade zoológica, como o mico-leão dourado. A esquerda romântica de lá acha lindo um operário do terceiro mundo ter virado presidente, pouco importando se ele é competente ou não. Ele recebe essa corda toda e acredita.
3) Ele pensa que trouxe programas sociais, mas a única coisa que fez foi proteger os terroristas sem-terra, e transformar o bolsa-escola do FHC em bolsa-esmola cata votos.
4) Ele pensa que faz sucesso com a imprensa. Aí, ele tem razão. Por conta do mar de lama que corre sob as suas narinas, das asnices, das mordomias absurdas dos cartões de crédito, cujas faturas altíssimas são paga por nós, os palhaços, tem mesmo de estar na crista da onda. Por isso, ele a sua quadrilha estão sempre nas manchetes.
5) Ele pensa que não existe ninguém que possa questioná-lo tanto em ética quanto em política, mas isso só acontece por que ele nunca se expôs a entrevistas coletivas sérias, com jornalistas especializados, onde teria de dar uma satisfação objetiva de seu desempenho. Neste aspecto, o "Forrest Gump" americano é mais simpático, porque nunca se recusou a ser entrevistado em coletivas.