RIO - Eles decretaram a quarta-feira como "o dia sem os gays" (day without gays). Ativistas da Califórnia revoltados com a Proposta 8 do referendo que proibiu, no dia 4 de novembro, o casamento entre pessoas do mesmo sexo, organizaram uma espécie de greve entre gays e lésbicas na tentativa de protestar e mostrar o impacto de sua ausência no dia-a-dia dos californianos. Mas o boicote não foi aderido por milhares de homossexuais, informou o jornal "San Francisco Chronicle". Mesmo na cidade que é o coração do movimento, a manifestação não foi suficiente para reverter a situação.
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Diversos gays e lésbicas disseram que não podiam bancar a iniciativa de "tirar um dia de folga", especialmente no momento em que a crise financeira preocupa os americanos e muitos correm o risco de perder seus empregos.
- Nossos direitos foram tirados como de muitas pessoas - disse Rich Boutell, que gerencia uma loja de São Francisco e cujo casamento foi desconsiderado nas eleições do dia 4 de novembro.
Ele e o parceiro, Cougar Andrews, mantiveram a loja aberta e esperavam que os organizadores do "dia sem os gays" patrocinassem seus estabelecimentos para que fossem recompensados.
- O propósito era apoiar uns aos outros, e não boicotar. Se você vai fazer um protesto, tem que ser uma coisa positiva. O dólar gay é muito forte.
Os que conseguiram tirar o dia de folga em protesto disseram que fizeram porque conseguiram ajuda de outros funcionários de suas empresas.
Glenn Coffee, de 48 anos, é funcionário da loja de departamento Macy's. Ele disse que o estabelecimento sempre apoiou os gays e a comunidade GLS. Segundo ele, o principal objetivo de faltar ao trabalho foi mostrar que "como uma comunidade nós valemos muito".
O Globo
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Diversos gays e lésbicas disseram que não podiam bancar a iniciativa de "tirar um dia de folga", especialmente no momento em que a crise financeira preocupa os americanos e muitos correm o risco de perder seus empregos.
- Nossos direitos foram tirados como de muitas pessoas - disse Rich Boutell, que gerencia uma loja de São Francisco e cujo casamento foi desconsiderado nas eleições do dia 4 de novembro.
Ele e o parceiro, Cougar Andrews, mantiveram a loja aberta e esperavam que os organizadores do "dia sem os gays" patrocinassem seus estabelecimentos para que fossem recompensados.
- O propósito era apoiar uns aos outros, e não boicotar. Se você vai fazer um protesto, tem que ser uma coisa positiva. O dólar gay é muito forte.
Os que conseguiram tirar o dia de folga em protesto disseram que fizeram porque conseguiram ajuda de outros funcionários de suas empresas.
Glenn Coffee, de 48 anos, é funcionário da loja de departamento Macy's. Ele disse que o estabelecimento sempre apoiou os gays e a comunidade GLS. Segundo ele, o principal objetivo de faltar ao trabalho foi mostrar que "como uma comunidade nós valemos muito".
O Globo