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A REALIDADE: os acontecimentos na Faixa de Gaza

Iniciado por klaicon em 29/12/2008 · 18 mensagens

klaicon#1
Desde o início de 2008 os acontecimentos na Faixa de Gaza parecem se atropelar. Quando o Neguev Ocidental passou a ser atacado constantemente com mísseis Kassam, o gabinete israelense decidiu, no final de janeiro, fechar as fronteiras com Gaza. Uma das medidas foi a interrupção do fornecimento de combustível. Isso desencadeou um clamor que tomou conta do mundo, pois Israel foi acusado de provocar uma "crise humanitária". A mídia internacional repetia continuamente relatos sobre a miséria em Gaza. Na época, a ministra do Exterior de Israel, Tzipi Livni, defendeu o país: "Israel é o único país do mundo que abastece uma organização terrorista com energia elétrica, enquanto esta retribui bombardeando seu território com mísseis". Então, as imagens de acontecimentos na fronteira entre a Faixa de Gaza e o Egito circularam pelo mundo. Em alguns dias, até 700.000 palestinos forçaram sua entrada pela fronteira egípcia, para comprar praticamente tudo o que o comércio tinha a oferecer. O mundo comparou as imagens com cenas ocorridas por ocasião da abertura da fronteira alemã oriental-ocidental em 1989. O que não foi noticiado: nesses dias, incontáveis armas e toneladas de explosivos entraram em Gaza. Em contraste, no ano de 1989, os alemães do Leste "contrabandearam" para a ex-Alemanha Oriental principalmente bananas.. Quando os egípcios voltaram a fechar as fronteiras em 25 de janeiro, o olhar se voltou outra vez para Israel. Mais uma vez foi apontada sua responsabilidade pela "crise humanitária". Mas ninguém derramou uma só lágrima pelo sofrimento dos israelenses que vivem no raio de alcance dos mísseis Kassam. Mais uma vez a ONU provou sua tendenciosidade quando a cidade portuária de Ashkelon foi atacada durante vários dias com mísseis Grad. No dia 4 de março, o Conselho de Direitos Humanos da ONU não teve nada melhor a fazer do que insistir um minuto de silêncio pelos "mártires" na Faixa de Gaza.
klaicon#2
O grupo radical-islâmico Hamas comprovou que faz política com a violência. Será que alguma vez o mundo percebeu que Ismail Haniyeh, líder do Hamas, ameaçou também o Egito em um pronunciamento na televisão? O Hamas tentou ainda expandir seu modelo de violência para a Margem Ocidental do Jordão, onde houve tumultos em diversas localidades. Analistas israelenses deram vazão a seus maus augúrios: "Uma nova intifada está no ar". Mas é sempre Israel que é acusado de ser violento por causa de suas ações militares na Faixa de Gaza. Pelo visto, o mundo não quer ouvir que o Ministério do Exterior israelense anunciou em 4 de março que doze caminhões carregados com medicamentos, carne, peixe, legumes, farinha, óleo, açúcar e laticínios, bem como oitenta caminhões carregados com trigo, passaram pela fronteira de Israel para Gaza. Nesse mesmo dia também foi encerrada provisoriamente uma busca pontual por oficinas de fabricação de bombas em Gaza, enquanto milhares de israelenses procuravam se manter próximos de abrigos anti-aéreos.
AN
klaicon#3
Como reagiriam os Estados Unidos ou a União Européia se milhares de mísseis fossem disparados sobre suas cidades? De Israel se exige que não se defenda quando é alvejado. Tanto a ONU como a União Européia intimaram Israel a se conter.Mas acerca dos ataques com foguetes contra Israel, que duraram meses, não se ouve falar quase nada na mídia mundial. Os meios de comunicação quase nunca mencionam que Israel ajuda generosamente a população de Gaza com mantimentos e que muitos palestinos recebem tratamentos em hospitais israelenses. Raramente as mentiras da mídia mundial apareceram com tanta clareza como no exemplo de Gaza. O apóstolo Paulo diz aos Coríntios: "... quando somos injuriados, bendizemos; quando perseguidos, suportamos; quando caluniados, procuramos conciliação; até agora, temos chegado a ser considerados lixo do mundo, escória de todos" (1 Co 4:12-13). Aqui Paulo fala em primeiro lugar sobre si mesmo, seus cooperadores e companheiros. Mas será que essa palavra não se aplica também à atual situação de Israel? Davi, o grande rei de Israel, passou pelas mesmas experiências (Sl 109:28). Nessa luz, certamente as palavras de Paulo nos lembram do vínculo inseparável entre Israel e a Igreja de Jesus.
cristina_2#4
Parabéns p tópico!
antnioluiz#5
Mandou bem, Klaicon!
luizfernando#6
Ontem, pela primeira vez vi o Jornal Nacional cobrir a reação israelense com algum equilíbrio. Mostrou relatos de moradores atingidos pelos morteiros do Hamas e reiterou que Israel estava no seu direito de defesa. Citou que a própria ONU considera que as maiores baixas são de terroristas do Hamas. Willian Bonner afirmou também que o Hamas usa a população civil como escudo humano.
luizfernando#7
Advinhem quem vai salvar os palestinos?

tchan-tchan-tchan-tchannnnnnnn.......

OBAMA!

(aplausos)
luizfernando#8
Isso se o Lula não roubar a cena:
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL939441-5602…E+MEDIO.html
(aplausos nordestinos)
luizfernando#9
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou nesta terça-feira (30), em Recife, ter pedido ao ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) para conversar com autoridades estrangeiras e convocar uma reunião de emergência para tentar ACABAR com o conflito entre israelenses e palestinos no Oriente Médio.
rodrigo_19#10
O império do Hamas em Gaza fruto de eleição? Esse cara bebeu?
luizfernando#11
Clóvis Rossi, O Semi-Revisionista Que Não Lê A Folha De S. Paulo

É isto mesmo. Sem meias palavras. Rossi, colunista da Folha de S. Paulo, em seu último artigo, "Massacre No Gueto de Gaza", compara a ação anti-terrorista de Israel com o extermínio de 1/3 de um povo: o povo judeu. Isto é revisionismo e minimização do Holocausto. Ao nunca ter usado tais termos para condenar genocídios de VERDADE como Darfur - sendo visto hoje que poderia ter gasto toda a verborragia aplicada neste texto para isto - Rossi se torna cúmplice por omissão do fato. E por fim, a série de manipulações de sua coluna se chocam diretamente com informações trazidas pelo correspondente do SEU VEÍCULO na região, publicadas na MESMA EDIÇÃO do jornal. Mas aparentemente Clóvis Rossi não lê a Folha de S. Paulo.

É ultrajante. Não existe outra palavra para definir as distorções contidas no texto de Clóvis, a iniciar pelo título. Como comparar a ação de Israel em sua defesa, lançando um ataque para impedir que foguetes continuem a atingir seus civis, com o extermínio deliberado, preparado em escala industrial contra todo um povo, e que acabou resultando na aniquilação de 1/3 deste?

Isto é revisionismo. Isto é minimização do Holocausto.

Primeira frase do texto: "O Ocidente tem imensa dificuldade em condenar Israel, mesmo quando merece".

Em que planeta Clóvis Rossi vive? Quantas vezes países europeus condenaram Israel? Quantas vezes não propuseram boicotes intelectuais e de produtos a Israel? Quantas vezes a ONU não lançou resoluções contra Israel ( e diga-se de passagem, nenhuma contra homens-bomba ou mísseis que antingem o Estado Judeu)?

E será que Israel merece mesmo? Depois de mais de oito anos aguentando calado a provocação do Hamas; depois de receber dez mil mísseis em seu território, até transformar Sderot e região em cidades fantasmas, onde as pessoas vivem mais em bunkers do que ao ar livre - ao decidir dar um basta nesta situação intolerável - Israel merece mesmo ser condenado?
luizfernando#12
No próximo paragráfo, menciona Rossi: "Mais difícil é entender o apoio cego de sucessivos governos norte-americanos a Israel, mesmo agora, quando o Estado judeu comete "crimes contra a humanidade", como disse Recep Tayyip Erdogan, primeiro-ministro da Turquia, um raro governante muçulmano que mantém (ou mantinha) boas relações com Israel".

Citação válida. Rossi, trouxe o primeiro ministro da Turquia, país que ainda mantêm relações com Israel no Oriente Médio. Mas existem citações ainda mais válidas. Rossi não lê a Folha de S. Paulo. Se assim procedesse, teria visto o correspondente internacional de seu veículo, Marcelo Ninio, trazer a palavra de um palestino pertencente a uma organização humanitária local que defende a ação israelense:

"Em conversa por telefone com a Folha de Gaza, o palestino Wael Alqarra, que trabalha numa organização humanitária, disse que o bombardeio é intermitente e que as ruas estão desertas. Mas admitiu que não observou desvios grosseiros dos objetivos declarados por Israel. "O próprio Hamas disse que 97% das baixas são de membros do grupo", disse".

Vamos além: na Folha Online, aparecem a lista de alvos de Israel. Casas? Civis? Não, não exatamente. No texto, "Número de mortos por ataques de Israel a Gaza ultrapassa 380", vemos claramente o que Israel alvejou: "Desde ontem à noite, as forças israelenses abateram edifícios do Governo do Hamas, um instalação naval ao oeste da faixa, edifícios das milícias palestinas e casas de destacados milicianos, segundo informam meios de imprensa palestinos".

Crimes de guerra? Crimes contra a Humanidade? O que seriam então os 80 foguetes lançados apenas em um dia contra Sderot voltados a alvos tão somente civis?
luizfernando#13
Clóvis Rossi, como jornalista supostamente bem informado, deveria ter lido um pouco mais a mídia palestina (veja que coisa interessante: até agora não mencionamos fontes israelenses, apenas palestinas) e procurado saber quem ela condenada pelos ataques. Em suas edições de 28 e 29 de dezembro, o Al-Hayat Al-Jadida, principal diário palestino, além da edição de 28 de dezembro do Al-Ayyam e do libanês Al-Akhbar, trazem claramente: as principais lideranças palestinas, da Autoridade Palestina e da Fatah, condenam o Hamas como o responsável pela situação em Gaza.

E agora, cara pálida? O mais impressionante de tudo, é que sequer se condenou os foguetes do Hamas que na sexta-feira atingiram duas meninas palestinas, causando suas mortes e ainda ocasionando mais alguns feridos que foram atendidos em hospitais israelenses. Onde estavam os crimes contra a humanidade nesta hora?

Como se isto tudo não bastasse, vamos ao próximo parágrafo de Rossi:"A bem da verdade, Israel vem cometendo crimes contra os palestinos há muitíssimos anos, a começar do desrespeito à resolução da ONU que manda devolver os territórios palestinos ocupados em sucessivas guerras".

Acusação falsa é crime? Se é, aqui Rossi cometeu um. Primeiro, ele não comenta quem foi o agressor nestas diversas guerras, e quem se defendeu. Aliás, não relata que o lema árabe era: "jogar judeus ao mar". Segundo, ele mente ou não sabe absolutamente nada de nada ao dizer que Israel comete crime contra a humanidade ao desrespeitar (segundo ele) a resolução da ONU que mandaria (novamente fica por conta dele, este "mandar") entregar os territórios conquistados em guerras.

Vamos a verdade?
luizfernando#14
O Status Legal da Terra Conquistada em 1967

1) Reivindicações Legítimas de Israel:

Algumas partes de Judéia e Samária teriam feito parte de Israel, conforme definido pelo Plano de Partilha da ONU, mas foram tomadas em 1948. Haviam comunidades judaicas, como Kfar Etzion, para não mencionar a Cidade Velha de Jerusalém, que caíram na guerra de 1948. Os judeus foram mortos ou expulsos destas regiões conquistadas pelos exércitos árabes invasores.

O Mandato da Liga de Nações reconheceu, explicitamente, o direito ao estabelecimento judaico, em todo o território alocado para o lar nacional judaico, no contexto do Mandato Britânico. O Mandato Britânico abrangia a região que é atualmente Israel e todos os territórios sob disputa (e até mesmo o que agora é a Jordânia). Estes direitos, sob o Mandato Britânico, foram preservados pelas Nações Unidas, pelo Artigo 49 do Estatuto da ONU.

2) Guerra Defensiva:

O controle militar de Judéia e Samária foi claramente o resultado de uma guerra defensiva. De acordo com o Dr. Dore Gold, Diretor do Jerusalem Center for Public Affairs:

"Juristas internacionais geralmente fazem uma distinção entre situações de “conquista agressiva” e disputas territoriais que surgem após uma guerra de auto-defesa. O Ex-Conselheiro Jurídico do Departamento de Estado dos EUA, Stephen Schwebel, que mais tarde presidiu o Tribunal de Justiça em Haia, escreveu em 1970, sobre o caso de Israel: “Quando o proprietário anterior de um território houver tomado aquele território de forma ilegal, o estado que subseqüentemente tomar aquele território no exercício legal da auto-defesa tem, contra aquele proprietário anterior, direitos maiores e mais reconhecidos”".
luizfernando#15
3) Transferência Forçada de Populações Civis:

Há reivindicações equivocadas de que o controle de Israel sobre estes territórios viola a Quarta Convenção de Genebra, que foi adotada, em 12 de agosto de 1949, pela comunidade internacional em resposta às atrocidades nazistas cometidas durante a Segunda Guerra Mundial. Ela declara ilegal o restabelecimento, por uma potência ocupante, de seus próprios civis em território sob seu controle militar, especificamente “transferências forçadas individuais ou em massa”.

As únicas transferências de massa forçadas foram contra comunidades judaicas em 1948. Depois da Guerra dos Seis Dias, Israel não expeliu uma única comunidade árabe da terra que passou a controlar.

A “Potência Ocupante” também não pode “deportar ou transferir partes de sua própria população de civil” para territórios tomados em conflito. Israel nunca forçou judeus a se mudarem para os territórios. Porém, não há nenhuma determinação que obrigue Israel a impedir o assentamento voluntário por parte de sua população civil.

4) Resolução 242 do Conselho de Segurança das Nações Unidas

Após a guerra, surgiram muitas opiniões sobre o que um acordo de paz deveria requerer das partes. A visão da União Soviética e do bloco árabe era que Israel deveria ser forçado a se retirar de todas as terras conquistadas na guerra. Porém, esta visão não prevaleceu nas Nações Unidas.

De acordo com a Jewish Virtual Library, uma divisão da American Israel Cooperative Enterprise:

"A cláusula mais controversa na Resolução 242 é a chamada para a “Retirada das forças armadas israelenses de territórios ocupados no recente conflito”. Esta está ligada à segunda cláusula, que não admite ambíguidade, pedindo “o término de todas as reivindicações ou estados de beligerância” e o reconhecimento de que “todos os Estado na região” têm o “direito de viver em paz dentro de fronteiras seguras e reconhecidas, livres de ameaças ou atos de violência”.
luizfernando#16
A resolução não torna a retirada israelense um pré-requisito para a ação árabe. Além disso, não especifica de quanto território Israel deve desistir. O Conselho de Segurança não disse que Israel tem que se retirar de “todos os” territórios ocupados após a Guerra dos Seis Dias. Isto foi bastante deliberado. O delegado soviético quis a inclusão dessas palavras e disse que sua exclusão significava que “parte destes territórios poderia permanecer em mãos israelenses”. Os estados árabes pressionaram para que a palavra “todos” fosse incluída, mas isto foi rejeitado. A Liga Árabe, então, rejeitou toda a resolução. No entanto, ela foi aprovada pelo Conselho de Segurança".

A resolução conclama claramente os estados árabes a fazer a paz com Israel. A condição principal é que Israel se retire de “territórios ocupados” em 1967, o que significa que Israel tem que retirar de alguns, todos, ou nenhum dos territórios ainda ocupados. Israel se retirou de 95% dos territórios quando deixou o Sinai e depois Gaza. Já cumpriu parcialmente, se não completamente, sua obrigação de acordo com a Resolução 242.

Além disso, a reação árabe à resolução não foi fazer a paz mas, pelo contrário, a opção pelos “Três Nãos” da Conferência de Khartum de agosto de 1967:

• Não à paz com Israel
• Não ao reconhecimento de Israel
• Não à negociação com Israel

Que crimes Rossi? Você sabe do que está falando mesmo?

Mais uma do colunista: "Neste ano, Israel bloqueou os acessos a Gaza e transformou- a num gueto de 362 km 2 em que se amontoam 1,5 milhão de pessoas, 35% dos quais no desemprego, 35% em situação de pobreza absoluta".
luizfernando#17
Quanta crueldade de Israel! Ao invés de operar dentro dos territórios e justamente evitar o que está acontecendo agora, Israel por algumas vezes ( e não o tempo todo) bloqueou os acessos a Gaza, tentando fazer com que a própria população forçasse uma mudança de regime. E mesmo nestes momentos, não deixou de mandar ajuda humanitária, energia suficiente para manter os hospitais e os serviços básicos funcionando e remédios. Nos momentos de calmaria, as fronteiras eram abertas, e trabalhadores palestinos diariamente a cruzavam para ganhar seu pão em Israel.

Outra coisa: se existe algum culpado pela miséria em Gaza é a Autoridade Palestina e agora o Hamas. Como já apontava há anos a escritora Pilar Rahola, os palestinos receberam ajuda ao longo das últimas décadas da ONU, União Européia, Liga Arabe ( e seu infindável petróleo), Estados Unidos, organizações de caridade islâmica e até de impostos de Israel e nunca construiram a suiça do Oriente Médio que poderia ter sido montada em Gaza. Suha Arafat vive numa riqueza incalculável em Paris e os palestinos na miséria. Há dez anos, os palestinos tem controle de 99% de Gaza. Há três anos, 100%. Não há desculpa para a pobreza. Nem Israel, e nem a ex-ocupação.

E a afirmação final de Rossi então, beira o risível: "Não adianta também tentar asfixiar o Hamas, que governa Gaza e é uma das raríssimas administrações no mundo árabe nascida de eleições que a comunidade internacional aceitou como justa e livre. A menos que se acredite que o Hamas ganhou porque todos os palestinos de Gaza são terroristas. Quem acredita nessa hipótese vai acabar propondo a "solução final" para o gueto de Gaza".
luizfernando#18
A comparação com o Holocausto neste parágrafo final é intolerável. Ultrajante. Desrespeitosa. Mas evocar o nazismo, não. Sim, afinal os ideais do Hamas e do nazismo são idênticos. Ódio a Israel, aos judeus e ao mundo ocidental. Escolha de uma raça (ou religião) superior. Ambos subiram ao poder através de eleições democráticas e depois deram o golpe para se manter, expulsando as facções adversárias.
Sabe como o nazismo caiu Rossi? Através de bombardeios incessantes na Alemanha Nazista. E o mundo agradece até hoje. As pessoas tem que arcar pela consequência de seus atos. Elegeram, são co-responsáveis, acobertaram, tiveram tempo suficiente para mudar o destino. Não fizeram. Só resta lamentar por elas. Mas o mundo todo não pode pagar o preço. Mas Gaza tem uma sorte: ao contrário de Dresden, Munique e Berlim reduzidas a pó, os israelenses como demonstrado, vão se concentrar somente nos alvos militares.
Quando palestinos se matam entre si, nas brigas Fatah x Hamas, não vejo estas condenações de Rossi. Onde estariam?
Cade Darfur na sua pauta?
Cade a menção aos crimes contra os direitos humanos e as torturas do Irã?
Por favor, Rossi, não perca o seu tempo e o nosso. Limite-se a escrever do que você conhece e sabe. O bom jornalismo agradece.
http://www.deolhonamidia.org.br/Comentarios/mostraCo….asp?tID=391

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