Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Compromisso moral com Israel

Iniciado por klaicon em 29/12/2008 · 42 mensagens

klaicon#1
Em fevereiro de 2003, a Organização Sionista da América divulgou os resultados de uma extensa pesquisa de opinião realizada pela empresa especializada John McLaughlin e Associados. A análise dos dados indicava um crescente apoio dos americanos ao moderno Estado de Israel em detrimento do Estado palestino. O resultado foi: 71% dos americanos se opunham à criação de um Estado palestino e quase a mesma porcentagem se opunham a qualquer apoio aos árabes palestinos. A maior parte desse apoio a Israel vem, certamente, dos chamaos cristãos sionistas.
Numa ampla pesquisa de opinião, 80% dos cristãos americanos declararam sentir "uma obrigação moral e bíblica com Israel".
Em Israel, o jornal Jerusalem Post comentou exaustivamente essa pesquisa realizada nos EUA. O estudo foi encomendado pelo "Joshua Fund" de Washington, que apresentou os resultatos em uma conferência em Jerusalém da qual participaram 2.000 cristãos evangélicos de todo o mundo. Conforme informações do Jerusalem Post, nos próximos três anos esse fundo pretende disponibilizar 100 milhões de dólares para vítmas de ataques terroristas e para projetos assistenciais em Israel. Responsável pela pesquisa foi o instituto "McLaughlin and Associates", cujas informações indicam que a margem de erro dessa pesquisa é inferior a 3%.
Principalmente as declarações básicas de 80% dos entrevistados em relação às suas "obrigações morais e bíblicas de apoiar o Estado de Israel" produziram manchetes na mídia. Essas pessoas também afirmaram orar regularmente pela paz de Jerusalém.
Não menos interessante são outros resultados da pesquisa. A metade dos participantes é de opinião que Jerusalém deve continuar sendo a capital indivisível de Israel. Quase a metade dos entrevistados (49%) admitiu grande interesse em uma visita a Israel.
klaicon#2
Logo depois, outra notícia acerca do apoio de cristãos americanos a Israel também foi motivo de manchetes. Pouco antes do 60 aniversário de fundação do Estado de Israel, o evangelista norte-americano John Hagee anunciou uma oferta de seis milhões de dólares para Israel. Recentemente, o conhecido pregador foi motivo de manifestações críticas nos EUA pelo seu desentedimento com o candidato presidencial republicano John McCain. Em Israel sua solidariedade incondicional com os colonos judeus dos assentamentos pe criticada por ser vista como interferência em um eventual processo de paz. Por ocasião do anúncio da doação, Hagee salientou que o dinheiro beneficiará 16 instituições israelenses, entre elas a "Magen David Adom" (Estrela de Davi Vermelha, equivalente da Cruz Vermelha), muito necessitada de doações financeiras. (AN)
klaicon#3
O apoio a Israel por parte dos cristãos americanos é exemplar. Na realidade, ele deveria ser algo normal para todos os cristãos. Quem ama Jesus também ama a Israel. Vez por outra ouve-se falar de cristãos árabes que eram inimigos fanáticos de Israel e repentinamente tornaram-se grandes amigos do Estado judeu. Só o amor de Jesus pode fazer isso. O apoio a Israel é uma tarefa importante de cada filho de Deus.
guilherme_9#4
E, em nome de Jesus, liberamos os israelenses para jogar bombas na cabeça de crianças palestinas. Já são 21 "capetinhas" mortos. A "palavra" segue forte, irmão!
Fonte:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u484375.shtml - Foguetes lançados de Gaza matam três em Israel
P.S.: Klaicon, os israelenses já seguem Jesus? Não resisiti a esta provocação!!!!
P.S.2: Aos companheiros judeus: pouco me importa se vocês seguem ou não Jesus. Respeito a liberdade religiosa. Só acho patético a pessoa apoiar o estado de Israel dizendo que o faz por "seguir Jesus". Ora bolas, Jesus Cristo NÃO é considerado "O Messias" pela religião judaica.
Isso é coisa dos "Christian Zionists", evangélicos estadunidenses que, financiados pelo lobby sionista nos USA, pregam a defesa do estado de Israel. Tem um livro chamado "Christian Zionism: The Road to Armaggedoom". Vou dar uma pesquisada e depois dou mais detalhes. O resumo da ópera é que, para angariar simpatia entre a população estadunidense em prol da defesa do estado de Israel, o lobby sionista financia estes "pastores" que fazem uma defesa radical da existência de Israel. Não é ideológico. É puro interesse financeiro dos "pastores". Para variar né...
antnioluiz#5
E, em nome de Jesus, liberamos os israelenses para jogar bombas na cabeça de crianças palestinas.

Israel não joga "bombas na cabeça de crianças palestinas" e você sabe disso. Israel ataca terroristas, que usam crianças como escudo.
klaicon#6
Irmão? Como assim? Sinto muito te informar, mas biblicamente falando um ateu não faz parte da família de Deus. E outra, meus irmãos são aqueles que "que ouvem a palavra de Deus e a observam." (Lc 8:21). Necessário é nascer de novo! (Jo 3:7). O dia que se converter não será mais "esquerdista-liberal" rs.

É um dever os cristãos apoiarem o Estado de Israel. Principalmente diante do fato de que Deus levou Seu povo de volta à Terra Prometida como uma preparação para o cumprimento de eventos prféticos futuros. A fundação do atual Estado de Israel foi a primeira de uma série de grandes coisas que o Deus da Bíblia reservou para o povo eleito. Assim sendo, por que razão um cristão que crê na Bíblia se oporia ao que Deus está fazendo em Israel em nossos dias?

Em termos gerais, no cerne de quase toda oposição cristã a Israel está na crença de que Deus rejeitou Israel para sempre e que a Igreja agora ocupa o lugar que antes pertencia a esse povo. A expressão teológica usada para designar esse ponto de vista é teologia da substituição. A teologia da substituição significa que a chegada do reino de Deus através de Jesus Cristo transformou e reinterpretou todas as promessas e profecias do Antigo Testamento. Essa visão está geralmente relacionada a um sistema de crenças conhecido como teologia da aliança.

É importante conhecermos esses fatos porque, ao longo de toda a sua história, sempre que a Igreja se deixa dominar por esse tipo de pensamento, surge o anti-semitismo teológico. O anti-semitismo teológico se baseia na crença de que a nação de Israel não tem mais nenhum lugar na história, tendo sido substituída pela Igreja. Na minha opinião, os cristãos que defendem essa visão são suscetíveis a um certo grau de anti-semitismo, ainda que muitos deles achem isso ridículo. Entretanto, a história parece me dar razão.
klaicon#7
Ao longo da história, o Ocidente aplicou três políticos consecutivos em relação aos judeus que se encontravam na Dispersão.

Em resumo, desde o século IV depois de Cristo, houve três políticas antijudaicas: a conversão, a expulsão e a aniquilação. A segunda [expulsão] surgiou como uma alternativa para a primeira, e a terceira [aniquilação] como uma alternativa para a segunda.

O processo de destruição dos nazistas não apareceu do nada; ele foi o ápice de uma tendência cíclica. Primeiro os missionários do mundo cristão disseram: vocês não têm o diretio de viver entre nós como judeus. Depois os governantes seculares posteriores proclamavam: vocês não têm direito de viver entre nós. Finalmente os nazistas decretaram: vocês não têm direito de viver.

Essas posturas cada vez mais dásticas trouxeram em seu rastro um crescimento lento porém constante de sentimentos e ações antijudaicas. O processo começou com a tentativa de converter os judeus ao cristianismo, prosseguiu até o ponto de forçar as vítimas ao exílio e terminou conduzindo os judeus para a morte.

Essa análise histórica desconcertantemente precisa mostra o resultado de um erro, de um edifícil de preconceito e ódio erguido sobre um fundamento teológico falso. A cegueira da Igreja com relação ao lugar dos judeus no plano da redenção foi, acredito eu, diretamente responsável pelos terríveis pecados e atitudes condenáveis descritos acima. Aquilo em que a Igreja acredita a respito dos judeus sempre teve um efeito. Mas nem sempre a Igreja acreditou numa mentira.

A Igreja só está realmente crendo no que a Bíblia ensina (tanto no Antigo quanto no Novo Testamento) quando acredita que Deus tem um futuro para a nação de Israel, e é essa visão que a imuniza contra as investidas do anti-semitismo teológico.
klaicon#8
É muito triste saber que grandes homens como Orígenes, Agostinho, Crisóstomo, Ambrósio, Jerônimo, Lutero etc eram anti-semitas. Tudo isso é consequência do abandono da interpretação literal (coerente) das Escrituras, que se desenvolveu a partir do século IV. Os cristãos primitivos eram quiliastas (termo antigo para pré-milenismo) e alguns pais da Igreja como Irineu acreditavam num retorno dos judeus a Israel. A intepretação literal das Escrituras só foi restaurada com a segunda geração de reformadores protestantes, com os PURITANOS. Não é de surpreender que o cristianismo americano tem-se inclicando sempre na direção da defesa do retorno nacional de Israel à Terra Santa.
massasofrida#9
tipo MST
massasofrida#10
o dia que os brancos tomarem vergonha na cara, as leis raciais só a ffavor de negros vai acabar.
klaicon#11
"Porque não quero, irmãos, que ignoreis este mistério (para que não presumais de vós mesmos): que o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado; e assim todo o Israel será salvo, como está escrito: Virá de Sião o Libertador, e desviará de Jacó as impiedades;e este será o meu pacto com eles, quando eu tirar os seus pecados. Quanto ao evangelho, eles na verdade, são inimigos por causa de vós; mas, quanto à eleição, amados por causa dos pais." (Rm 11: 25-28)
guilherme_9#12
Bom, Klaicon, na realidade, o "irmão" saiu mais como uma "gíria carioca" do que como um "cumprimento" religioso.

No entanto...

O modo preconceituoso que você me tratou por ser ateu ( e eu me lixo se tu não me considera "irmão" ) revela que você pode ser tudo, menos cristão. Você segue uma corrente extremamente elitista, pedante e eurocêntrica. Ainda bem que a maioria do povo estadunidense já não tem mais essa visão excludente e isolacionista de mundo.

Abraços,

Guilherme Meirelles
rafael_33#13
A questão é seguinte ; eles tem o direito divino sobre aquelas terras ; não digo aqui que deva haver a expulsão pura e simples dos palestinos mas que uma solução viável seria dar direito de cidadania para os palestinos dispostos a viver lá sob as leis israelenses.
Os que querem continuar em guerra com Israel que sejam incorporados a Jordânia ou a Síria ; essa seria a solução mais justa do problema e não a criação de um estado palestino pois o mesmo seria inevitalvelmente constituido politicamente por forças saídas de grupos terroristas ; tal estado seria um enclave do fundamentalismo muçulmano.
E Israel tem todo o direito de atacar; se vc é bombardeado pelo seu vizinho o que vc faz ? Espera ele te atacar de novo ? Claro que Não!! Vc vai atacá-lo antes que ele possa te surpreeender!!
O ataque de Israel constitui legítima defesa !!
rafael_33#14
''Você segue uma corrente extremamente elitista, pedante e eurocêntrica.''
Não aguento mais clichês imbecis como estes !!
Não existe eurocentrismo!!
''A cultura cristã da Europa comporta, entre os seus elementos mais importantes, o desejo de compreender a natureza da sua constituição mais profunda e de transformá-la para a sua utilidade; a aspiração por uma vida universal em comum, baseada numa organização social objectiva expressa com meios apropriados; o reconhecimento do respeito da criação como um dom que Deus fez aos homens; e como elemento-chave da teologia única e válida em toda a história da humanidade, a Encarnação do Filho de Deus e a sua morte e ressurreição salvífica, em que nos incorporamos, para vencer o mal e obter a salvação.
Os dois últimos elementos radicais inculturaram-se profundamente nos dois primeiros, fazendo do conjunto dos quatro a raiz profunda da cultura europeia. Mas, ao mesmo tempo, verificamos que eles são contestados na modernidade e principalmente na pós-modernidade. Em particular, é rejeitado o facto central, ou seja, Cristo como única salvação e como teleologia da história e da cultura.''
http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_council…rdes_po.html
vicente_3#15
"Você segue uma corrente extremamente elitista, pedante e eurocêntrica"

só faltou dizer "você é feio e bobo"
guilherme_9#16
Você entendeu... Cristão, religioso, que fica de nariz em pé... fala sério...

Tomem cuidado para não virarem uma "Mesa de Chá da Liga das Senhoras Católicas".

P.S.: Não tenho nenhuma intenção de ser um carola.
antnioluiz#17
Olavo bota os pingos nos is:
http://www.blogtalkradio.com/olavo/2008/12/29/true-outspeak
(sintonize 36:55 na barra à direita do video)
r_orkut_3#18
"O apoio a Israel é uma tarefa importante de cada filho de Deus." [2]

Tenho grande e sincero respeito pelo povo árabe e por todos os povos da Terra. Defendo a liberdade de expressão, o direito à propriedade e à privacidade, e também a liberdade no que diz respeito a opções sexuais e preferências políticas. Defendo a liberdade religiosa. Defendo, inclussive, o direito que o ser humano tem de ser ateu, se assim o desejar - embora eu considere o ateísmo uma mistura infeliz de teimosia com burrice.

Ou seja: respeito profundamente a meus semelhantes e defendo seus direitos.

Mas não recuo UM MILÍMETRO SEQUER na defesa dos meus direitos, pois não sou menos importante que meus semelhantes.

Qualquer atitude ou comportamento que seja danoso a outrem, deve ser evitado e dá ao prejudicado o direito de reagir em proporção no mínimo igual à agressão. Disso resulta que os homens e mulheres de vontade má são os únicos responsáveis pelas reações que experimentam. Sempre foi e sempre será assim.

Não venham, portanto, num futuro próximo, os esquerdistas e outros maus de todos os grupos humanos, unidos em seu propósito predatório e de dominação, lamentar a severa punição que sofrerão e que até o momento final preferem subestimar e ignorar. Ferem seus semelhantes inocentes e de forma severa serão feridos.

Deus existe. E todas as pessoas de bem, em todas as nações deste mundo, ainda que silenciosamente, e apesar do drama midiático tendencioso, sabem que Israel vem sendo alvo de perseguição. A elas Deus retribuirá a sensatez, livrando-as de seus agressores e de sua própria hesitação.

Acima de tudo, a verdade - que liberta.

A definição de tudo nunca esteve tão próxima. Alegrem-se.
,\’
priscila#19
Onde estavam os defensores do Hamas - que é CONTRA QUEM Israel se defende - quando 70 morteiros e bombas caíam todos os dias em Israel, e matavam crianças e civis? Mostrem os seus protestos indignados a respeito disso, e eu acreditarei na sua justiça de agora!

Os culpados pela morte de CADA inocente, de um lado ou de outro, são ELES, os terroristas! Os palestinos de Gaza deveriam entender isso, que suas vidas estão ameaçadas porque o Hamas NUNCA PAROU de bombardear Israel!

E é precisamente ISTO que cada terrorista quer, em primeiro lugar: que o mundo "se revolte"com a defesa de Israel a seus ataques, que todo mundo fique CONTRA Israel - para que eles possam continuar a bombardear quando quiserem e onde quiserem - e sob o olhar mudo e complacente dos que hoje estão "revoltados"contra o ataque israelense! Terroristas não têm escrúpulos, é da natureza do terrorismo usar inocentes como escudo ou como alvo!

É muito engraçadinho pedir PAZ, SHALOM! - mas desde QUANDO essa paz foi respeitada pelo terrorismo? Então como é que é - um lado pede e concede a paz, e o outro incessantemente bombardeia?! Até quando? Nem o mundo árabe está unido em defesa de tanta arbitrariedade! O Hamas é anti-islâmico, fere o Islam a cada ação terrorista que pratica!

Acordem!
priscila#20
Errr... perdão. Acho que quase todo mundo aqui concorda comigo. Me empolguei.

Mas fica o post para o caso de alguém não entender o que se passa. Os jornais brasileiros estão fazendo a habitual campanha. Os canalhas que jamais denunciam os atos terroristas, que não dizem meia palavra sobre qualquer ação deles, que não falam sobre os morteiros e as bombas disparadas de Gaza pelo Hamas sobre a terra de Israel diariamente, agora parecem todos "revoltadíssimos"... Tão tá.
mario#21
"Realmente, trucidar com 300 vidas de civis entre as quais 10% de crianças constitui legítima defesa."
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(VERSUS)
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"According to reports, some 360 Palestinians have been killed. The United Nations says that 64 of those dead were civilians."
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http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,598886,00.html
marcioneijr#22
Como sou cristão católico..... nem ''fu'' nem ''fa''.
mario#23
Comentario infeliz do Marcionei, mas a visao do Roberto nao fica atras.
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Ali em cima voce mentiu dizendo "realmente, trucidar com 300 vidas de civis entre as quais 10% de crianças constitui legítima defesa"
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300 civis?
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Mostrei que, segundo a ONU, dos 360 palestinos mortos 294 eram do Hamas (terroristas, portanto) e 64 eram civis. Obvio que uma morte sequer de um civil deve ser lamentada, mas nao distorca os numeros, ok?
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Esse site que voce colocou (http://www.uruknet.de/) eh panfletagem das grossas, recheada de mentiras. Voce le mesmo isso ai e faz o seu juizo? Eh assim que se informa?
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Eh o que eu disse lah em cima. As mortes de civis tem de ser lamentadas e sao, infelizmente, inevitaveis em uma guerra. Todavia, Israel tem agido sim para diminui-las. Mas eu nao vou te convencer, nao eh mesmo?
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Vai ver que quem busca proteger a vida de inocentes eh o Hamas, que tem como valor central a aniquilacao de Israel e que se pudesse mataria quantos judeus fosse possivel.
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Vai ver que o Hamas nao busca incessantemente alvos civis em Israel.
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Vai ver que o Hamas nao transforma os proprios palestinos em alvo, ao faze-los de escudo humano.
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Vai ver que o Hamas nao esconde seus apetrechos militares em areas altamente povoadas.
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Mas, simbora que eh tudo culpa de Israel...
priscila#24
A guerra é a guerra, meu amigo: com todos os seus horrores! Nenhuma guerra é "diferente", em todas haverá a morte de inocentes.
O culpado da guerra a que nos referimos é o terrorismo: não creio que você seja ingênuo a ponto de imaginar que se vencerá o terrorismo sem que morram inocentes!

Mas A CULPA dessas mortes é do terrorismo, NUNCA dos que o combatem - pois, se NÃO COMBATESSEM, em nome do temor de ferir esses inocentes - MAIS INOCENTES HAVERIA que seriam sacrificados!

É terrível, bem sei - mas é INDISPENSÁVEL.
priscila#25
Não creio que nenhum cristão seja indiferente à morte de um inocente: mas, repito, amigo Roberto: NÃO LUTAR significará MAIS MORTES! E pior: significará um domínio que ninguém deseja - nem o Judaísmo, nem a Cristandade, e nem o verdadeiro Islam.

Seria a vitória do mal!
rafael_33#26
de que Israel tem direito divino aquelas terras seja Católica ou protestante ou seja lá o que for ....a questão é de ordem bíblica ; a promessa da terra foi feita a Abraão e é inegável que as promessas de Deus não se derrogam -ainda que tal promessa da terra prometida possa ser interpretada espiritualmente pelo cristtrianismo( no sentido do reino dos céus ) tal interpretação não invalida a certeza que Deus deu uma porção de terra aos hebreus ; também no antigo testamento os judeus para se estabelecerem lá tiveram que destruir os povos que lá viviam ; havia até a prática do anatemá que significav que não se podia deixar vivos nem mulheres nem crianças para não contaminar o povo com as práticas pagas desses povos ; todos deveriam ser passados a fio de espada.
Não estou aqui defendendo o retorno ao antigo testamento; porém o quero é mostrar que a indignação quanto aos ataques israelenses não se justificam ; repito o que o Olavo disse : vcs querem que Israel conte quantas bombas o Hamas jogou para que Israel jogue o mesmo número? ; o ataque israelense foi justo pois se adequa a noção de guerra defensiva ; infelizmente mesmo com ataques cirúrgicos há sempre o risco de atingir a população civil !!
rafael_33#27
Não creio que nenhum cristão seja indiferente à morte de um inocente: mas, repito, amigo Roberto: NÃO LUTAR significará MAIS MORTES! E pior: significará um domínio que ninguém deseja - nem o Judaísmo, nem a Cristandade, e nem o verdadeiro Islam.

Seria a vitória do mal! [2]
albertoleopoldo#28
Sem entrar no mérito da questão...

Essa ideologia judaico-protestante americanista tem vedado os olhos de muitos católicos.

Uma coisa é defender Israel com base em considerações geopolíticas, estratégicas, de direito internacional etc. (sejam os argumentos bons ou maus).

Outra é querer apelar a uma justificativa teológica para a defesa incondicional de Israel que não tem o menor amparo na doutrina da Igreja.
albertoleopoldo#29
O resto é o blá-blá-blá protestante de sempre.
thales#30
A situação, como sempre acontece lá, é confusa e problemática.
Mas eu tenho a impressão que, além da contingência estratégica, há dois pontos chaves para analisar a atitude de Israel. Um deles é o "direito à Terra Santa" e outro é a natureza da resposta militar.
Quanto ao direito, eu vejo com analisar a coisa por três pontos de vista: um religioso, outro histórico e outro cultural.
Do ponto de vista religioso, é fato que não é doutrina da Igreja o direito de Israel à Terra Santa. Mas é inegável que, em algum momento, ainda que a título passageiro, Deus prometeu a terra aos descendentes de Abraão segundo a Aliança (ou seja, aos filos de Isaac). Pode-se argumentar que nós, Cristãos, somos os descendentes de Abraão, mas somos subsidiariamente aos judeus, porque eles "desertaram" da Aliança quando veio o Messias.
Historicamente, partindo do relato bíblico, que é a fonte istórica mais antiga, os israelitas eram senhores da terra e chamaram os romanos a arbitrar as diputas que havia lá. Logo, os romanos foram legitimamente para lá. O legado dos romanos foi herdado pelos cristãos, primeiro pelo Império do Oriente e depois da invasão mussulmana, pelos Cruzados, que foram chamados para lá pelo Imperador do Oriente, o legítimo dono espoliado. O último rei cruzado de Jerusalém foi o último senhor legítimo das terras. Independentemente das disputas entre judeus e cristãos/romanos, os árabes/mussulmanos não têm nada o que fazer lá. E, além disso, Roma criou um grande problema promovendo a diáspora, que cabe a nós cristãos, parece-me, resolver.
thales#31
Culturalmente, que é o ponto de vista que me parece mais importante, cabe ressaltar que o autor do Corão só colocou Maomé ascendendo aos céus em Jerusalém porque ali estava o Templo de Salomão. O próprio Cristo só nasceu, foi crucificado, ressuscitou e subiu aos Céus na Terra Santa porque aquela era a terra dos judeus, do povo da Antiga Aliança. A Terra Santa só tem sentido por causa de Israel. Se a terrados judeus fosse Madagascar, ou a Argentina, o autor do Corão teria feito Maomé subir aos céus em Buenos Aires, Cristo teria ressuscitado em Buenos Aires. Logicamente, é o fato de aquela ser a terra dos judeus que faz a Terra Santa ter sentido para as outras religiões abraâmicas.
thales#32
Nada disso, é claro, melhora, por outro lado, a situação do sionismo (tomada a palavra no sentido estrito, que se refere a uma ideologia muito específica e muito típica do final do Séc XIX). Nesse sentido bastante preciso, trata-se de uma ideologia laicista, romântica, moderna, em uma palavra, com todas as conotações ruins do termo. O problema, é claro, é que muito pouca gente rejeita o sionismo só pelo seu aspecto moderno, mas esconde atrás disso, como dizia o MLK, anti-judaísmo.
Aliás, os judeus e os gregos fundaram a Civilização Cristã. Por muito que houvesse, sei lá, neoplatônicos ou estóicos pagãos legitimamente herdeiros dos gregos, parece-me que a nossa cultura deveria mostrar um carinho especial para com eles, par mais religiosamente errados que eles estivessem. Graças a Deus que os gregos se cristianizaram (e, por muito que eles não estejam em plena comunhão conosco, devemos reverência ao outro pulmão da Igreja). É o caso dos judeus, que, além de tudo, são "primos" de sangue do nosso Salvador (há até árvores na Terra Santa que são reverenciadas porque, segundo a tradição, Jesus Cristo se apoiou nelas). O próprio Caifás, no memento que condenava Jesus, estava sendo profético ao dizer que "é bom que um homem morra por todo o povo". No mais, esse respeito pelos judeus, sim, é uma posição (ainda que não doutrinária) reiterada pelo Vaticano (veja-se as citações de passagem em http://www.zenit.org/article-9994?l=portuguese)
Quanto aos ataques, parece-me que as baixas civis, que são lamentáveis, são realmente culpa dos terroristas, que se escondem atrás dos civis. Aliás, condenar Israel por elas é justamente fazer o papel que eles, na estratégia de guerra assimétrica deles, esperam que o Ocidente faça.
antnioluiz#33
Tudo muito bonitinho, tudo muito poético, mas o gozado é que até agora não responderam à pergunta da Priscila:

Onde estavam os defensores do Hamas - que é CONTRA QUEM Israel se defende - quando 70 morteiros e bombas caíam todos os dias em Israel, e matavam crianças e civis? Mostrem os seus protestos indignados a respeito disso, e eu acreditarei na sua justiça de agora!
thales#34
Concordo, Miguel. Não sei qual é a solução, mas acredito que ela possa passar por esses dois pontos. Só um detalhe: nós, "herdeiros" de Roma, temos alguma obrigação moral de ajudar a solucionar o problema, já que foram os romanos que o criaram. Mas, por outro lado, os palestinos que estavam lá estavam em uma terra tomada à força do Império Romano do Oriente e depois dos Cruzados. O resumo dos meus posts confusos acima é que, se os judeus tem um "direito lógico", "cultural", à Terra Santa (porque ela só faz sentido para os mussulmanos e para nós por causa deles), o "direito histórico" é "nosso", dos ocidentais (primeiro dos romanos pagãos, chamados lá pelos prórpios judeus, e que criaram o problema todo, depois dos romanos cristãos, depois dos bizantinos, e, por fim, dos cruzados, chamados lá pelo Basileu de Constantinopla).
lusguilherme#35
Essa ideologia judaico-protestante americanista tem vedado os olhos de muitos católicos.

Uma coisa é defender Israel com base em considerações geopolíticas, estratégicas, de direito internacional etc. (sejam os argumentos bons ou maus).

Outra é querer apelar a uma justificativa teológica para a defesa incondicional de Israel que não tem o menor amparo na doutrina da Igreja. [3]

O resto é blá-blá-blá protestante [2]
massasofrida#36
pacifistas
marcioneijr#37
detesto pacifistas [X3]
.
Tb detesto burrice.²
rafael_33#38
foram vcs não eu ; não estou defendendo incondicionalmente Israel.
A questão é que bíblicamante é inegável que o Povo Hebreu recebeu uma terra de Deus e consta na promessa Divina um caráter de perpetuidade; ainda que Cristo tenha profetizado a destruição de Jerusalém em vista da não aceitação do povo judeu da pessoa do Filho de Deus é fato que em profetas como Isaias( Cujo livro profestiza sobre o exílio e a reconstrução de Israel ) se promete a Israel uma restauração futura ; não há aí nada que contrarie a doutrina da Igreja Católica ou o magistério !!
A presença de Israel no mundo é como disse o Papa João Paulo II um fato sobrenatural pois sua existência como nação se deve a uma intervenção de Deus na história!!
thales#39
Só que uma coisa é não dar as costas para a gratidão cultural, política e religiosa que nós devemos ao Povo Eleito (parte da qual passa por fazer o que estiver ao nosso alcance para que o direito que ele tem de existir seja assegurado). Outra coisa é um certo "materialismo teológico" que identifica acriticamente o Estado moderno e laico de Israel com o cumprimento das profecias. Se há uma coisa que o Magistério (a começar pelo de Cristo) ensina é a não esperar pelo Reino, pela Jerusalém Celeste, neste mundo. É claro de Deus poderia se servir de uma ideologia problemática como o Sionismo (em sentido histórico), mas isso não pode ser aceito assim automaticamente...
Dito isso, também desconfio dos pacifistas e concordo com a Priscila: é muito fácil falar mal da resposta isaelense sem prestar atenção aos foguetes de gaza e às 10.000 advertências que a precederam.
luizfernando#40
Um dos principais líderes do grupo radical islâmico Hamas, Nizar Rayan, morreu nesta quinta-feira (1º) em um ataque aéreo israelense na Faixa de Gaza junto com suas quatro mulheres e 10 de seus 12 filhos, além de dois vizinhos, no sexto dia da ofensiva israelense contra a organização terrorista, que já causou 420 vítimas fatais.
http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL941069-5602…AELENSE.html
priscila#41
Concordo com a Ácida.
irahir#42
MASSA SOFRIDA: eles nao são pacifistas,sao carniceiros eles adoram ver os terroristar do hamas jogar bombas e se explodir matando civis Israelenses,gostao tanto que desejam que isso dure para sempre ,e que acada ano + e + sejão mortos, um bando de gente que adora uma moral fajuta.Apoiam um bando de covardes que se escondem no meio da populaçao civil,que usam crianças como escudo e ainda ficam se fazendo de coitadinhos para o mundo.
REAÇAO PROPORCIONAL?tem UMA eu disse UMA cidade ISRAELENSE (que me falha o nome) que "comemorou" as 4mil bombas que foram lançadas por palestinos ah seu território.
Israel tenque ir com tudo,acabar de uma vez por todas com tudo isso até o ultimo MALDITO.

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