Artigo do leitor Yasha Jose Rizzante Gallazzi
Há dias acompanhamos notícias sobre o ataque lançado por Israel contra a Faixa de Gaza, em resposta aos atentados praticados pelo Hamas. Na esmagadora maioria das manchetes percebe-se uma constante: a ânsia em condenar a ação militar dos israelenses. Uma das manifestações mais veementes partiu do Brasil - primeiro através do Itamaraty, depois por meio do PT.
Sei que corro o risco de incomodar o consenso politicamente correto que insiste em ver o conflito do Oriente Médio como uma variante da luta de classes, mas considero impossível embarcar na nave que insiste em navegar no obscurantismo. Analisemos o conflito com base nos fatos:
1) O Hamas é um grupo terrorista que, além de atuar no submundo do crime, entrou na política e conseguiu obter o controle da Faixa de Gaza, depois de promover uma guerra civil contra o Fatah;
2) Em nenhum momento o Hamas renunciou às armas e ao terror. Mesmo assim, os palestinos deram aos bandidos o comando político de seus territórios;
3) O Hamas atacou - e continuará a atacar - exclusivamente alvos civis de Israel, pois seu objetivo declarado é varrer aquele país do mapa;
4) Depois de cada ataque feito contra Israel, os terroristas se escondem atrás de escudos humanos, em casas, vilas, mesquitas, hospitais e escolas.
O que vai acima é fato, não opinião ou ideologia. Desafio qualquer um a contestar - sempre com fatos - o que vai acima. Não dá. É simplesmente impossível. O que temos é um conflito entre uma nação e um grupo terrorista que estendeu seus tentáculos até a política, dominando e oprimindo um povo inteiro.
O terror, sabe-se, não tem ética nem regras. A única coisa que interessa a eles é matar o inimigo - o "grande Satã". Não importa se isso vai ser feito por meio do aliciamento e da corrupção de crianças, nem de trás de escolas, mesquitas ou casas. Só importa destruir Israel.
Há dias acompanhamos notícias sobre o ataque lançado por Israel contra a Faixa de Gaza, em resposta aos atentados praticados pelo Hamas. Na esmagadora maioria das manchetes percebe-se uma constante: a ânsia em condenar a ação militar dos israelenses. Uma das manifestações mais veementes partiu do Brasil - primeiro através do Itamaraty, depois por meio do PT.
Sei que corro o risco de incomodar o consenso politicamente correto que insiste em ver o conflito do Oriente Médio como uma variante da luta de classes, mas considero impossível embarcar na nave que insiste em navegar no obscurantismo. Analisemos o conflito com base nos fatos:
1) O Hamas é um grupo terrorista que, além de atuar no submundo do crime, entrou na política e conseguiu obter o controle da Faixa de Gaza, depois de promover uma guerra civil contra o Fatah;
2) Em nenhum momento o Hamas renunciou às armas e ao terror. Mesmo assim, os palestinos deram aos bandidos o comando político de seus territórios;
3) O Hamas atacou - e continuará a atacar - exclusivamente alvos civis de Israel, pois seu objetivo declarado é varrer aquele país do mapa;
4) Depois de cada ataque feito contra Israel, os terroristas se escondem atrás de escudos humanos, em casas, vilas, mesquitas, hospitais e escolas.
O que vai acima é fato, não opinião ou ideologia. Desafio qualquer um a contestar - sempre com fatos - o que vai acima. Não dá. É simplesmente impossível. O que temos é um conflito entre uma nação e um grupo terrorista que estendeu seus tentáculos até a política, dominando e oprimindo um povo inteiro.
O terror, sabe-se, não tem ética nem regras. A única coisa que interessa a eles é matar o inimigo - o "grande Satã". Não importa se isso vai ser feito por meio do aliciamento e da corrupção de crianças, nem de trás de escolas, mesquitas ou casas. Só importa destruir Israel.