Artigo do leitor Roberto Lisboa Waichenberg
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A partir de 1948, a palavra "judeu" deixou de ser um "adjetivo qualificativo" e passou a designar uma raça, um povo, aquele que viveu de perseguições em perseguições até que, no final da Segunda Guerra Mundial, e que por uma decisão de diversos países membros do que viria a se tornar futuramente a ONU, votaram a favor e assim nascia, na Palestina, numa terra que já havia pertencido aos antepassados deste povo, uma nova Nação soberana, o Estado de Israel.
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Nem assim pararam as perseguições e a vontade de eliminar os judeus da face da Terra. Desde a instalação deste novo Estado, guerras se sucederam para terminarem de vez com os judeus, não bastasse o que sofreram com o episódio do Holocausto.
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Se fossem dados por direito a Israel os limites da "mais antiga das escrituras de que se tem notícia", e que se encontra na Bíblia advinda do Antigo Testamento, os limites do Estado Judeu seriam bem diferentes e maiores que as fronteiras atuais. Mas, mesmo assim, a intenção de aniquilação de Israel é uma constante, uma ideia fixa contra este povo.
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A Faixa de Gaza, que sempre pertenceu ao Egito, e que foi ocupada e devolvida por Israel, não teve esta devolução aceita pelo Egito, preferindo entregar este pequeno corredor um pouco maior que Copacabana aos palestinos, que por imposição de uma das organizações terroristas passaram a usar este enclave para fustigar Israel, dia e noite, com foguetes, causando pânico e morte à população israelita.
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Sistematicamente em Israel ouve-se o "alerta vermelho" indicando que Israel está sobre ataque palestino com foguetes, principalmente nas cidades fronteiriças e nas autoestradas da região, escolas e hospitais.
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A partir de 1948, a palavra "judeu" deixou de ser um "adjetivo qualificativo" e passou a designar uma raça, um povo, aquele que viveu de perseguições em perseguições até que, no final da Segunda Guerra Mundial, e que por uma decisão de diversos países membros do que viria a se tornar futuramente a ONU, votaram a favor e assim nascia, na Palestina, numa terra que já havia pertencido aos antepassados deste povo, uma nova Nação soberana, o Estado de Israel.
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Nem assim pararam as perseguições e a vontade de eliminar os judeus da face da Terra. Desde a instalação deste novo Estado, guerras se sucederam para terminarem de vez com os judeus, não bastasse o que sofreram com o episódio do Holocausto.
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Se fossem dados por direito a Israel os limites da "mais antiga das escrituras de que se tem notícia", e que se encontra na Bíblia advinda do Antigo Testamento, os limites do Estado Judeu seriam bem diferentes e maiores que as fronteiras atuais. Mas, mesmo assim, a intenção de aniquilação de Israel é uma constante, uma ideia fixa contra este povo.
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A Faixa de Gaza, que sempre pertenceu ao Egito, e que foi ocupada e devolvida por Israel, não teve esta devolução aceita pelo Egito, preferindo entregar este pequeno corredor um pouco maior que Copacabana aos palestinos, que por imposição de uma das organizações terroristas passaram a usar este enclave para fustigar Israel, dia e noite, com foguetes, causando pânico e morte à população israelita.
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Sistematicamente em Israel ouve-se o "alerta vermelho" indicando que Israel está sobre ataque palestino com foguetes, principalmente nas cidades fronteiriças e nas autoestradas da região, escolas e hospitais.