A guerra entre Israel e a Palestina faz-se sentir bem longe da Faixa de Gaza. Desde a última semana de Dezembro que milhares de páginas na internet com o dominio ".il", de Israel, foram pirateadas por hackers de países como Marrocos, Líbano, Turquia ou Irão.
.
A constatação partiu de Gary Warner, director de pesquisa em computação criminal da Universidade de Alabama, e que afirma que as invasões atingiram sobretudo páginas de pequenos negócios e variedades hospedadas em domínios “.il”, de Israel.
.
As mensagens são curtas e anti-Israel. No site http://mgnlaw.co.il/, por exemplo, pode ler-se, por baixo de uma bandeira da Palestina, “Voces matam palestinianos, eu mato os vossos sites. Não se preocupem, eu não vou parar enquanto Israel não parar. Liberdade para a Palestina”.
.
Os ataques na web começaram logo depois dos ataques no terreno, a 27 de Dezembro, afirma Warner. Desde então, o investigador estima que 10 mil páginas tenham sido invadidas. Muitas invasões são feitas de forma coordenada através de contactos que grupos de hackers fazem em fóruns online. Um desses hackers, chamado Cold Z3ro, afirma ter invadido 5 mil páginas na internet, escreve o jornal brasileiro Folha Online.
.
Esse tipo de invasão já aconteceu em 2006, quando centenas de sites dinamarqueses foram atacados na sequência do famoso cartoon alusivo a Maomé ter sido publicado num jornal da Dinamarca.
.
O investigador alerta para o facto de a recruta de pessoas para se infiltrarem na web estar a aumentar. “Mais e mais pessoas estão a ser treinadas”, o que pode transformar este tipo de guerra digital numa prática cada vez mais comum
.
JN
.
A constatação partiu de Gary Warner, director de pesquisa em computação criminal da Universidade de Alabama, e que afirma que as invasões atingiram sobretudo páginas de pequenos negócios e variedades hospedadas em domínios “.il”, de Israel.
.
As mensagens são curtas e anti-Israel. No site http://mgnlaw.co.il/, por exemplo, pode ler-se, por baixo de uma bandeira da Palestina, “Voces matam palestinianos, eu mato os vossos sites. Não se preocupem, eu não vou parar enquanto Israel não parar. Liberdade para a Palestina”.
.
Os ataques na web começaram logo depois dos ataques no terreno, a 27 de Dezembro, afirma Warner. Desde então, o investigador estima que 10 mil páginas tenham sido invadidas. Muitas invasões são feitas de forma coordenada através de contactos que grupos de hackers fazem em fóruns online. Um desses hackers, chamado Cold Z3ro, afirma ter invadido 5 mil páginas na internet, escreve o jornal brasileiro Folha Online.
.
Esse tipo de invasão já aconteceu em 2006, quando centenas de sites dinamarqueses foram atacados na sequência do famoso cartoon alusivo a Maomé ter sido publicado num jornal da Dinamarca.
.
O investigador alerta para o facto de a recruta de pessoas para se infiltrarem na web estar a aumentar. “Mais e mais pessoas estão a ser treinadas”, o que pode transformar este tipo de guerra digital numa prática cada vez mais comum
.
JN