Por: Alejandro Peña Esclusa
7 de enero de 2009
La decisión del gobierno venezolano de expulsar al embajador de Israel y alinearse con Hamas, marca un cambio de fase en el proceso revolucionario. En mi opinión, no se trata de un capricho repentino, sino de un plan previamente concebido, que busca obtener el apoyo del fundamentalismo islámico para los difíciles tiempos que se le avecinan.
Con el desplome del precio del petróleo, el gobierno venezolano prevé una crisis de pagos, una inflación galopante y un severo desabastecimiento. Además, para tratar de palear la crisis, se verá obligado a cargar al ciudadano común con impuestos, lo cual incrementará el descontento popular. Como consecuencia, a mediados de 2009 se crearán las condiciones para una explosión social y una crisis de gobernabilidad.
Chávez está consciente de esa situación y querrá atornillarse en el poder mediante la represión; pero como no confía en los militares -y como las milicias no están lo suficientemente preparadas- el gobierno necesita otra fuerza de choque capaz de contener el descontento popular.
Dado que las FARC -aliadas incondicionales del gobierno venezolano- están siendo desmanteladas por el gobierno de Álvaro Uribe, y dado que la Revolución Cubana está herida de muerte, Chávez recurre al fundamentalismo islámico para proteger su revolución. De allí su alineamiento con Hamas, el Hezbollah, y demás grupos terroristas, a la vez que rompe relaciones con Israel.
Como en todo acuerdo, hay una contrapartida. Los movimientos terroristas que defiendan la revolución con el uso de las armas, encontrarán en Venezuela un territorio libre para resguardarse, hacer negocios, comprar armas, desplazarse por todo el continente, y planificar acciones contra sus enemigos en otras naciones.
Hago un llamado a los sectores democráticos del país y a lo que queda de las instituciones nacionales, para que -todos juntos- impidamos semejante locura, que incendiaría en llamas no sólo a Venezuela, sino a todo el continente americano.
Chávez não é só um orango bufão...
Se não acordarmos, fudeu-se...
Talvez quem possa fazer a diferença nessa história seja o próprio povo venezuelano, que, ao contrário dos palestinos, não subscreve e ainda não é obrigado a subscrever todas as maluquices de seu líder.
A uns 5 anos atrás a oposição à Chávez acusou-o de dar 1 milhão de dólares aos grupos terroristas islâmicos. Só não se se o fato é verdadeiro.
Fidel Castro está manipulando Chávez, o qual está coordenando o terrorismo mundial. Abaixo, evidências de que Chávez deu proteção ao terrorista autor dos ataques de 11/03 na Espanha:
http://www.youtube.com/watch?v=27TDltFZNqA&feature=related
"2007
Hugo Chávez monta quartel do terrorismo para Hezbollah, Hamas e Al-Qaeda
Interpol e serviços secretos ocidentais intensificaram suas atenções sobre o cenário das bases terroristas que estão se estabelecendo na República da Venezuela. Em Caracas, as organizações terroristas libanesa do Hezbollah e palestina do Hamas abriram suas representações, a Al-Qaeda desembarcou agentes para ampliar o seu núcleo existente.
O ditador Hugo Chávez, contrariando comandantes militares, permitiu oficial e publicamente o estabelecimento dos escritórios daquelas correntes do terror, principalmente como sinal de afronta ao Governo dos EUA que está incomodado com o porte e as atividades da embaixada do Irã no país, com projeções de relacionamento com o Equador, Bolívia e Nicarágua.
(...)
Caracas passa a compor com Damasco e Beirute os pólos de planejamento operacional das duas organizações terroristas do Oriente Médio.
(...)"
[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=3722571&tid=2537167523303729915&start=1[/url]
"04 de junho de 2007
(...)
Presidente do Brasil apóia o terrorismo
Os sucessivos vôos permitiram o embarque e desembarque no Brasil de centenas de refugiados, sem os critérios de praxe de identificação pela Polícia Federal e, entre eles, é sabido que havia algumas dezenas de agentes do terrorismo internacional, notadamente da Al-Qaeda. Estes chegaram ao país e, livremente, desapareceram. Alguns já foram vistos na Tríplice Fronteira, outros foram para Caracas e uns tantos devem estar cumprindo missão no "Brasil: um país de todos".
http://brasilacimadetudo.lpchat.com/index.php?option…9&Itemid=140
FIDEL CASTRO DÁ REFÚGIO A TERRORISTAS
Abaixo, mais uma notícia que vocês não vão ler na mídia tupiniquim:
"01/12/2010
Guerrilleros de Farc, Eln y Eta, en Cuba, según EE. UU.': WikiLeaks
Cuba es "refugio" de miembros del grupo separatista vasco Eta que ayudan a la guerrilla colombiana de las Farc, aunque es poco probable que planeen operaciones en la isla, según un cable diplomático de Estados Unidos, revelado por WikiLeaks.
(...)"
http://www.eltiempo.com/mundo/estados-unidos/guerril…ks_8490565-4
"23/03/2011
Kadafi e Chávez aparecem relacionados nos computadores de Raúl Reyes como sócios das FARC. Os dois são sócios ideológicos e procedimentais dos governos pró-terroristas de Daniel Ortega, Rafael Correa, Evo Morales, Raúl Castro e Dilma Rousseff.
(...)"
Na íntegra:
http://www.midiasemmascara.org/artigos/movimento-rev…-kadafi.html
"03/04/2011
Traficante denuncia as ligações de Hugo Chávez com o narcotráfico e com o terrorismo Islâmico
(...)"
http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=41005
"27/03/2011
Ex-embaixador da OEA denuncia a ameça do terrorismo islâmico na America Latina
(...)
Em 22 de agosto de 2010, por sugestão do Irã, o presidente venezuelano, Hugo Chávez, se reuniu com líderes do Hamas, Hezbollah e Jihad Islâmica Palestina (PIJ), em uma cúpula secreta que foi realizada em uma base de inteligência militar na localidade do Forte Tiuna , ao sul de Caracas. Entre os presentes estavam o Secretário-geral da Jihad Islâmica, Ramadan Abdullah Mohammad Shallah, que está na lista dos terroristas mais procurados pelo FBI, estava também o "líder supremo" do Hamas, Khaled Meshal, e o "chefe de operações" do Hezbollah, cuja identidade é um segredo muito bem guardado.
A ideia desta reunião de cúpula veio de um encontro entre o embaixador do Irã para a Síria, Ahmad Mousavi, e seu homólogo venezuelano, Imad Saab Saab, da embaixada da Venezuela em Damasco em 10 de maio de 2010. Segundo o informe recebido pelo ministro das Relações Exteriores da Venezuela, os dois diplomatas estavam considerando a possibilidade de uma reunião entre seus presidentes, e o líder do Hezbollah, Hasan Nasrallah, quando o embaixador iraniano sugeriu uma reunião dos três com Chavez em Caracas. O fato de que esses criminosos desprezíveis saíram de seus refúgio habituais, demonstra a sua confiança em Chávez, e os três estão determinados a cultivar uma rede terrorista às portas dos Estados Unidos.
De acordo com informações internas do regime venezuelano, os acordos para o conclave de agosto foram realizados pelo segundo diplomata de Chávez na Síria,Ghazi Nassereddine Atef Salame. Nassereddine é libanês naturalizado venezuelano que lidera a crescente rede do Hezbollah na América do Sul, que inclui operações terroristas e tráfico de drogas. Um documento obtido recentemente de um diplomata venezuelano revelou que Nassereddine faz negócios com quatro empresas operadas por Walid Makled, um traficante de cocaína procurado pelos EUA e preso na Colômbia.
(...)
No entanto, a revelação de Makled que poderia lançar luz sobre a rede Hezbollah na América Latina comandada por Nassereddine, deve ser um incentivo para que os diplomatas dos EUA continuem pressionando pela extraditação do crimino aos EUA.
O perigo de uma rede terrorista na América Latina é real. Em maio do ano passado, Muhammad Saif-ur-Rehman Khan, um paquistanês que pediu um visto para os EUA na embaixada americana em Santiago, no Chile, foi preso depois que os guardas encontraram em suas mãos vestígios de matéria para fabricação de bombas. Autoridades dos EUA descobriram o vínculo de Khan com o grupo islâmico Jamaat Al-Tabligh. Não está claro quanta informação foi compartilhada com os investigadores chilenos. Na ausência de provas para processar Khan, as autoridades chilenas o liberaram em janeiro, e ele fugiu do país para a Turquia. Uma fonte chilena do alto escalão informou-me que antes de sua prisão, Khan viveu e se relacionou com pessoas do Egito, Arábia Saudita e Líbano, muitos dos quais portando passaportes venezuelanos. Um dos funcionários acusados de emissão dos documentos aos suspeitos estrangeiros, é o homem de confiança de Chávez, Tarek Zaidan El Aissami. O ministro do Interior da Venezuela também é de origem síria, seu pai é conhecido por ter elogiado publicamente Saddam Hussein e Osama bin Laden, e seu irmão Firaz é sócio do traficante Makled.
(...)"
http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=40842