Aristides Teixeira já foi presidente da Associação Democrática da Ponte 25 de Abril e anseia agora por voos mais altos, já que vai apresentar, esta quinta-feira, a sua candidatura às presidenciais de 2011, inspirado pelo exemplo do presidente eleito norte-americano Barack Obama.
"Antes de Obama seria considerado um acto de loucura que pudesse haver o atrevimento de alguém de cor tentar ser eleito presidente da República portuguesa, mas após Obama já acho que é melhor não se considerar um acto de loucura". Confiante, Aristides Teixeira lança a questão: "se Barack Obama nos EUA, que tem uma projecção racial enorme, conseguiu, então nós não conseguiremos cá em Portugal?"
Esta é já a segunda candidatura do, actualmente, produtor televisivo. Em 1995, Aristides Teixeira foi candidato à Presidência da República, sem ter chegado ao fim da corrida presidencial, mas só agora se apresenta como o "candidato de cor" a Belém. "Esta candidatura apresenta-se para ganhar as eleições", porque "a cor da pele e o sexo não podem ser determinantes para cargos públicos ou não públicos", sublinhou à agência Lusa.
Aristides Teixeira não tem um passado político comparável ao de Obama, tendo sido apenas candidato a deputado pela CDU, como independente, na década de 80. Questionado sobre a escolha da data de apresentação da candidatura - as eleições presidenciais só se realizarão em 2011 - o candidato aponta a independência partidária como razão para a necessidade de uma campanha mais longa.
"Esta candidatura tem de arrancar agora porque não tem apoios partidários, é uma candidatura apoiada em cidadãos e em associações cívicas e logo aí tem um suporte económico mais frágil."
(segue)
"Antes de Obama seria considerado um acto de loucura que pudesse haver o atrevimento de alguém de cor tentar ser eleito presidente da República portuguesa, mas após Obama já acho que é melhor não se considerar um acto de loucura". Confiante, Aristides Teixeira lança a questão: "se Barack Obama nos EUA, que tem uma projecção racial enorme, conseguiu, então nós não conseguiremos cá em Portugal?"
Esta é já a segunda candidatura do, actualmente, produtor televisivo. Em 1995, Aristides Teixeira foi candidato à Presidência da República, sem ter chegado ao fim da corrida presidencial, mas só agora se apresenta como o "candidato de cor" a Belém. "Esta candidatura apresenta-se para ganhar as eleições", porque "a cor da pele e o sexo não podem ser determinantes para cargos públicos ou não públicos", sublinhou à agência Lusa.
Aristides Teixeira não tem um passado político comparável ao de Obama, tendo sido apenas candidato a deputado pela CDU, como independente, na década de 80. Questionado sobre a escolha da data de apresentação da candidatura - as eleições presidenciais só se realizarão em 2011 - o candidato aponta a independência partidária como razão para a necessidade de uma campanha mais longa.
"Esta candidatura tem de arrancar agora porque não tem apoios partidários, é uma candidatura apoiada em cidadãos e em associações cívicas e logo aí tem um suporte económico mais frágil."
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