Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

[Fixo] Conflito em Gaza - Tópico Pró-Israel

Iniciado por klaicon em 08/01/2009 · 41 mensagens

klaicon#1
A fim de evitar excesso de tópicos relacionados ao conflito em Gaza e atendendo pedido de alguns membros da comunidade, este tópico foi criado exclusivamente para postar artigos pró-Israel. Quem quiser postar artigos defendendo os palestinos e os terroristas, favor abrir outro tópico fixo.
klaicon#2
Israel Brasil
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ARI http://arirj.com.br/index.php/relacoes-institucionai…et-sionismo/
Hagshama Brasil http://www.hagshama.com.br/
Chazit Hanoar Porto Alegre http://www.chazit.com/
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FEDERAÇÕES E ENTIDADES
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Fundo Comunitário http://www.fundocomunitario.org.br/
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IMPRENSA JUDAICA
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A Hora Israelita (RS) http://www.horaisraelita.org.br/
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Tribuna Judaica http://www.tribunajudaica.com.br/
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klaicon#3
World Zionist Organization http://www.wzo.org.il/en/default.asp
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Scholars for Peace in the Middle East http://www.spme.net/
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Nativ
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Kvutsat Yovel http://www.kyovel.org/
Keren Hayesod http://www.kh-uia.org.il/EN/Pages/defaultHome.aspx
Jewish National Fund http://www.kkl.org.il/kkl/kklMain_eng.aspx
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J Street http://www.jstreet.org/
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Facts and Logic About the Middle East http://www.factsandlogic.org/
European Union of Jewish Students http://www.eujs.org/
European Friends of Israel http://www.efi-eu.org/
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American Israel Public Affairs Committee http://www.aipac.org/
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Israel Heute http://www.israelheute.com/
klaicon#4
Brasil:
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Beth Shalom http://www.beth-shalom.com.br/
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Canadá:
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Christian Action For Israel http://www.cdn-friends-icej.ca/
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Estados Unidos:
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Prophecy Today http://www.prophecytoday.com/
Battalion of Deborah http://www.battalionofdeborah.org/
Bridges for Peace http://www.bridgesforpeace.com/
Christians' Israel Public Action Campaign http://www.cipaconline.org/
Christians for Israel http://www.c4israel.org/c4i/
Christian Friends of Israel http://www.cfijerusalem.org/
Christians United for Israel http://www.cufi.org/site/PageServer
Come Answer the Call http://www.comeanswerthecall.com/
Eagles' Wings http://www.eagleswings.to/Group/Group.aspx?id=1000001702
Exodus, Ltd. http://www.exodusltd.org/
International Christian Embassy Jerusalem http://www.icej.org/
International Fellowship of Christians and Jews http://www.ifcj.org/site/PageServer
Israel Always http://www.israelalways.org/
Israel Christian Nexus http://www.icnexus.org/
Love of Israel http://www.loveofisrael.com/
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The Friends of Israel Gospel, Ministry Inc. http://foi.org/
The Jerusalem ConnectionInternational http://www.tjci.org/
Unity Coalition for Israel http://www.israelunitycoalition.org/
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Reino Unido:
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Christian Friends of Israel, UK http://www.cfi.org.uk/
Church's Ministry Among Jewish People http://www.cmj.org.uk/
Exploits Ministry http://www.olivetree.org/
Intercessors For Britain (IFB)
Prayer Friends of Israel (PFI)
Council of Christians and Jews http://www.ccj.org.uk/
Derek Prince Ministries http://www.dpmuk.org/
Beit Yeshua http://www.beityeshua.org/
North East Messianic Fellowship
Bridges of Peace http://www.bridgesforpeace.com/
C L Ministries http://www.clministries.org.uk/
Evangelical Sisterhood of Mary http://www.kanaan.org/
Hatikvah Film Trust http://www.hatikvah.co.uk/
International Christian Embassy Jerusalem, UK http://www.icej.org/
klaicon#5
Messianic (Christian) Educational Trust http://www.messianictrust.org.uk/
Paul Heyman International Ministries
Revelation TV http://www.revelationtv.com/
Israel Britain Evangelistic Association http://www.ibea.org.uk/
Christian Zionists for Israel UK
Light for the Last Days http://www.lightforthelastdays.co.uk/
klaicon#6
08/01 - 17:38 - Nahum Sirotsky, correspondente iG em Israel
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A ministra de Exterior de Israel e líder do Kadima, o partido majoritário, Tzipi Livni, disse em um “briefing” a embaixadores estrangeiros em Tel Aviv, que Israel não firmará acordo algum com o Hamas, que representa o terrorismo e nenhuma forma de bem estar do povo palestino.
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Tzipi Livni, segundo comentaram posteriormente alguns dos diplomatas, surpreendeu com sua firmeza. O encontro foi há poucas horas e o website do “Jerusalem Post” obteve e divulgou uma síntese.
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Ela declarou que o Hamas “não representa os legítimos interesses do povo palestino, parte do qual fez seus reféns em Gaza. E é o que explica o fato de, apesar de Israel estar agindo contra o Hamas, contra o terror, adotar medidas para aliviar o sofrimento dos habitantes da região em termos de assistência humanitária”. Israel vem suspendendo a luta cerca de três horas por dia para viabilizar a entrada e passagem de caminhões com cargas de alimentos e medicamentos.
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O resumo do encontro destaca a denúncia de Livni de que “o Hamas, como sabem, esconde-se no meio dos civis e atira contra nossas tropas de dentro de escolas”. Livni disse que não pretende fazer acordo com tal grupo. “A luta é contra o terror e para assegurar a tranqüilidade dos que vivem na região, e nunca entendimentos com o terror”.
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Ao que se entende, Israel não rejeita um cessar-fogo. Os termos da suspensão da luta estão sendo intermediados por França, Egito, União Europeia e países árabes. Serão aceitos e aplicados se satisfizerem as condições essenciais à segurança e tranquilidade da região sul israelense por um prazo considerado aceitável. Os intermediários significam que Israel não estende legitimidade jurídica ao Hamas, cujo programa enfatiza o objetivo de destruir Israel.
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Sabe-se que o presidente Mubarak, do Egito, convidou e receberá Ehud Olmert, chefe do governo israelense interino, para conversar sobre o cessar-fogo. O Egito é dos países mais ativos na promoção de um cessar -fogo.
klaicon#7
Ehud Barak, ministro da Defesa de Israel, declarou que suas forças estão preparadas para a conquista da tranquilidade de seu povo, caso não se chegue a um projeto viável de cessar -fogo.
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Último Segundo
klaicon#8
Comunidade judaica argentina realiza ato de apoio a Israel
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[8/1/09] A comunidade judaica argentina, uma das mais numerosas da diáspora, organizou nesta quinta-feira um ato de apoio a Israel sob o lema "pela paz, pela vida e contra o terror", na sede da mutual AMIA, reconstruída após um violento atentado em 1994 que deixou 85 mortos e 300 feridos.
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"A comunidade judaica argentina é contra o terrorismo e amante da paz. Não se esqueçam dos dois atos terroristas na Argentina, nos quais a Argentina foi atacada, embora seu alvo fosse uma entidade judaica", disse à AFP Carlos Frauman, presidente da Organização Sionista Argentina (OSA), que convocou a manifestação.
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Dois anos antes da explosão da sede da Associação Mutual Israelita Argentina (AMIA), que matou 85 pessoas e feriu 300, outro atentado terrorista destruiu a Embaixada de Israel em Buenos Aires, deixando um saldo de 29 vítimas fatais e 200 feridos.
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Aldo Donzis, presidente da Delegação de Associações Israelitas Argentinas (DAIA) - que aderiu ao ato ao lado de grande parte das organizações judaicas do país -, disse que "a operação isralense não é dirigida contra o povo palestino, mas sim contra o grupo terrorista Hamas".
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Sobre o contraste entre a quantidade de mortos do lado palestino (763) e israelense (8), Donzis afirmou que "a questão não é numérica. Uma morte sozinha já é uma tragédia em si. Nós valorizamos a vida. Se for possível chegar a um cessar-fogo, nós estaremos celebrando".
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Frauman, que será um dos oradores do evento junto com o embaixador de Israel na Argentina, Daniel Gazit, indicou que o ato busca "reafirmar nosso apoio ao Estado de Israel", assim como "esclarecer o que está acontecendo no Oriente Médio".
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"Israel está defendendo seus habitantes do sul dos mísseis atirados indiscriminadamente sobre a população civil pelo Hamas", acrescentou.
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AFP
klaicon#9
Senado dos EUA apóia incursão de Israel em Gaza
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[8 de janeiro de 2009 17:14 ] WASHINGTON - O Senado norte-americano expressou nesta quinta-feira um forte apoio à guerra de Israel contra os militantes do Hamas em Gaza, clamando por um cessar-fogo que previna o Hamas de disparar mais foguetes contra Israel.
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O Senado concordou, em votação oral, com uma resolução não vinculante (de cumprimento não obrigatório) apoiada pelos líderes dos partidos democrata e republicano na Câmara.
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"Quando essa resolução for aprovada, o Senado dos Estados Unidos irá fortalecer a ligação histórica com o Estado de Israel, reafirmando o direito inalienável de Israel de se defender dos ataques de Gaza, assim como o nosso apoio ao processo de paz entre israelenses e palestinos", disse o líder da maioria no Senado Harry Reid, um democrata do Estado de Nevada, antes de votar.
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Apontando que Israel tinha como objetivo conter os ataques de foguetes do Hamas em suas cidades do sul, Reid disse: "Eu peço que meus colegas imaginem o que acontece lá, aqui nos Estados Unidos. Foguetes e morteiros vindos de Toronto, no Canadá, para Buffalo, no Estado de Nova York. Como nós, como um país, iríamos reagir?".
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O líder da minoria no Senado Mitch McConnell, um republicano de Kentucky, disse antes do voto: "Os israelenses ... estão respondendo exatamente da mesma maneira que responderíamos".
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A Câmara dos Deputados deverá aprovar uma resolução semelhante.
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A resolução do Senado encoraja o presidente dos EUA, George W. Bush, a "trabalhar ativamente para apoiar um acordo de cessar-fogo durável, executável, e sustentável em Gaza o mais rápido possível, prevenindo o Hamas de reconstruir sua capacidade de lançar foguetes ou morteiros em Israel", disse Reid.
klaicon#10
A resolução também expressa um comprometimento "firme" ao bem-estar de Israel, e reconhece seu direito de agir em sua defesa para proteger seus cidadãos contra atos de terrorismo, disse. "Ela permite a melhora a longo prazo das condições de vida das pessoas comuns em Gaza", disse.
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Os palestinos enfrentavam condições ainda mais sombrias em Gaza na quinta-feira, depois que uma agência humanitária da ONU suspendeu seus trabalhos, dizendo que seus funcionários corriam riscos devido às forças de Israel, depois que dois motoristas foram mortos.
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O número de palestinos mortos no conflito de 13 dias já superou 700. Pelo menos 11 israelenses foram mortos, oito deles eram soldados, incluindo quatro que morreram por "fogo amigo".
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(Reportagem de Susan Cornwell)
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Reuters
klaicon#11
[9/1/09]Rio - Cerca de 60 pessoas participaram há pouco de uma manifestação pela paz no Oriente Médio, em frente à Câmara dos Vereadores do Rio, na Cinelândia. O encontro foi convocado pela AMISRAEL - O Mensageiro da Paz, uma organização não governamental (ONG), com atuação internacional em prol da paz entre os povos e nações. Por meio das suas delegações e voluntários, ela organiza e promove eventos e projetos de cunho pacífico em países das Américas, Europa, Ásia, África e Oriente Médio.
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A ONG esclareceu que um dos objetivos da manifestação foi conscientizar a população mundial que o conflito de Israel não é contra Palestina e sim contra o grupo terrorista Hamas que tem, segundo o AMISRAEL, como plataforma ideológica e política a destruição do Estado de Israel. Não houve nenhum tumulto na Cinelândia, apenas gritos de pedestres a favor da Palestina.
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O Globo
klaicon#12
A polícia de Israel informou que um palestino armado com um machado perseguiu nesta sexta-feira (9) pessoas em Rehovot, uma cidade no centro israelense, ferindo sem gravidade ao menos uma pessoa. O porta-voz da polícia Micky Rosenberg disse que o homem foi preso e estava sendo interrogado.
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Segundo o porta-voz, a motivação do ataque foi política. Ele não acrescentou outros detalhes. Não estava claro se a agressão estava relacionada com a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, iniciada em 27 de dezembro, que deixou mais de 750 palestinos mortos, incluindo centenas de civis. O ataque com o machado ocorreu na rua principal da cidade de Rehovot.
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As informações são da Associated Press.
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AE
klaicon#13
Temos de nos defender, diz embaixador de Israel em Portugal
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Lisboa, 9 jan (Lusa) - O novo embaixador de Israel em Portugal, Ehud Gol, diz estar feliz com a colocação, mas inicia funções num momento crítico para seu país, com o inicio, em 27 de dezembro, de uma operação militar na Faixa de Gaza.
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Fontes palestinas estimam em mais de 750 os palestinos que morreram e num número superior a 3 mil os que ficaram feridos desde que Israel iniciou a ofensiva, após o final da trégua em vigor até dia 19, e para acabar com os disparos de foguetes da Faixa de Gaza contra território israelense.
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Quinze israelenses perderam também a vida nas hostilidades e dezenas ficaram feridos.
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"Vivemos numa vizinhança dura, numa região dura, com inimigos, com países e organizações terroristas que nos querem destruir e enquanto eles tiverem esse objetivo de destruir o Estado judeu, de não nos deixarem viver uma vida normal, nós temos de continuar a defender-nos", declarou Ehud Gol.
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"Não é fácil, não é simples, mas é a nossa única opção defendermo-nos e assegurar uma vida normal para o nosso povo", continuou.
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O embaixador frisou que, em termos de segurança, a principal ameaça para Israel vem do Irã.
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"O armamento nuclear do Irã seria um risco existencial para Israel", disse.
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No entanto, "os principais problemas (…) são o (movimento xiita libanês) Hizbollah e o (movimento islamita palestino que controla a faixa de Gaza) Hamas, duas organizações terroristas".
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Segundo o diplomata, os "dois grupos terroristas são financiados e armados pelo Irã, com apoio infelizmente também da Síria".
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"Irã, Hamas e Hizbollah constituem as ameaças à segurança de Israel, mas também do Oriente Médio e ainda à paz do mundo", considerou.
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Relações com Portugal
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Gol afirma estar feliz com a colocação e promete fazer tudo para melhorar as relações entre os dois países, mesmo já sendo "muito boas".
klaicon#14
"Temos muito boas relações e, no passado, em anteriores funções já tive oportunidade de estar envolvido nas relações luso-israelenses. Estou muito feliz por estar aqui agora", declarou, em entrevista à Agência Lusa, o diplomata de 62 anos.
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Gol, que assumiu funções nesta semana, prometeu fazer "tudo dentro da (sua) capacidade para melhorar as relações entre os dois países", a nível político, econômico, turístico e cultural.
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Lamentou a inexistência de vôos diretos entre Israel e Portugal, considerando que, havendo pelo menos um por semana, "muitos turistas viriam de Israel a Portugal e muitos portugueses iriam a Israel".
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Diplomata de carreira, Gol foi embaixador na Espanha e Itália e desempenhou as funções de cônsul-geral no Rio de Janeiro, sendo o português uma das cinco línguas que fala, juntamente com o hebraico, inglês, espanhol e italiano.
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Lusa
klaicon#15
Brasília - Diante das críticas ao ataque à Faixa de Gaza, que resultou na morte de mais de 700 palestinos em 13 dias, Israel intensificou esta semana uma campanha na mídia internacional para justificar sua estratégia no conflito. Nos últimos dois dias, a embaixada israelense em Brasília divulgou oito vídeos à imprensa por orientação do Exército de Israel. Alguns deles, como o "Crianças do Hamas", deram margem a conclusões negativas sobre Israel - que a própria diplomacia de Tel-Aviv apressou-se a dissipar.
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O vídeo, um dos oito apresentados pela representação diplomática, mostra uma sequência de imagens de uma sala de aula, com crianças supostamente sendo treinadas para ações militares pelo Hamas, e fotografias de garotos vestidos como homens-bomba. Com uniforme militar, um menino afirma que pretende se tornar mártir. Seu objetivo seria "matar os judeus" porque são "animais". A entrevista teria sido concedida a uma rede de televisão palestina, conforme informou o vídeo.
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O conselheiro Rafael Singer, da embaixada de Israel, sustentou que a divulgação desse vídeo teve o objetivo de alertar para a maneira como o Hamas se vale de crianças para atingir seus objetivos. Outros três vídeos divulgados pela embaixada israelense mostram cenas que, do ponto de vista de Israel, comprovariam a mobilização de civis, especialmente de crianças, para a defesa de supostos arsenais do Hamas em prédios públicos e residências.
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Mídia - Os israelenses se sentem injustiçados com a imprensa internacional. Consideram que a cobertura tem tido um viés pró-Hamas, sem se importar com a situação das cidades fronteiriças de Israel. Nas rádios e TVs israelenses, os disparos de foguetes palestinos contra cidades, como Sderot e Ashkelon, ganham muito mais destaque do que as mortes em Gaza.
klaicon#16
Em jornais locais, como o Jerusalém Post, com a exceção do ataque à escola da ONU, as baixas palestinas são colocadas em páginas internas. O jornal Yediot Ahronot chegou a chamar a imprensa internacional de "mentirosa" em reportagem de capa. Já as autoridades israelenses, ao acompanhar as notícias de órgãos internacionais em TVs a cabo e na internet, reclamam do pouco espaço que concedem para Israel. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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AE
klaicon#17
GUSTAVO IOSCHPE
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Seria bom se a comunidade internacional deixasse de tratar membros do Hamas como pobres coitados e os visse como são: genocidas

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A COBERTURA do conflito entre Israel e Hamas surpreende pela omissão de dois fatos simples e indispensáveis. Primeiro: Israel não ocupa Gaza desde 2005. Segundo: o Hamas é uma organização terrorista. Não são "milicianos", "radicais", "fundamentalistas". O que diferencia o Hamas é o uso de métodos terroristas para alcançar seus objetivos. Objetivos, aliás, públicos e antigos: constam de sua carta de fundação, de 1988, solenemente ignorada pela imprensa.
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Em seu documento, o Hamas declara "trabalhar para impor a palavra de Alá sobre cada centímetro da Palestina" (art. 6º). Aqui, "Palestina" é a histórica: território que hoje inclui Israel, Gaza e Cisjordânia. Essa formulação prega a destruição de Israel e a criação de um Estado islâmico, governado pela sharia (a lei muçulmana).
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No artigo 7º, o Hamas cita "o profeta [Maomé]: "o julgamento final não virá até que os muçulmanos lutem contra os judeus e os matem'". No artigo 11, declara que a Palestina é um "Waqf": terra sagrada e inalienável para os muçulmanos até o Dia da Ressurreição e que, pela origem religiosa, não pode, no todo ou em parte, ser negociada ou devolvida a ninguém.
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Há outros trechos interessantes -o Hamas deixa claro o papel dos intelectuais e das escolas, que é de doutrinamento para a jihad; das mulheres ("fazedora de homens" e administração do lar) e até determina o que é arte islâmica ou pagã -que permitem ao leitor antever o paraíso de liberdade em que se tornaria a Palestina caso a sua visão fosse concretizada.
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Também há artigos em que o antissemitismo do grupo acusa a comunidade judaica internacional de dominar a mídia e as finanças internacionais e de ter causado a Segunda Guerra Mundial, em que 6 milhões de judeus foram assassinados.
klaicon#18
O documento flerta tanto com o ridículo que ele mesmo esclarece, no artigo 19, que "tudo isso é totalmente sério e não é piada, pois a nação comprometida com a jihad não conhece a jocosidade". Quanto à seriedade do Hamas, não resta a menor dúvida, e seria bom que a comunidade internacional deixasse de tratá-los como pobres coitados e os visse como o que são: genocidas que só não implementam sua visão por inabilidade.
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A realidade no Oriente Médio mudou, mas a imprensa brasileira não se deu conta. Passou tanto tempo atacando Israel por sua ocupação contra os pobres palestinos que continuam a dirigir sua sanha acusatória três anos depois do fim da ocupação.
Qual é a justificativa do Hamas para disparar foguetes contra a população civil israelense? Nenhuma. Para alguns, seria uma reclamação contra o bloqueio da fronteira. Essa é uma maneira totalmente ilegítima e inaceitável de protestar. Para notar o absurdo, basta imaginar se o Uruguai resolvesse lançar foguetes sobre a Argentina quando esta bloqueou suas fronteiras por causa da "guerra das papeleiras".
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Pode-se realmente exigir de Israel que abra suas fronteiras a uma organização que deseja destruí-lo? Por que o Egito também bloqueia sua fronteira com o Hamas (apesar de ninguém protestar por isso)? Será por que o grupo usa a fronteira para contrabandear armas?
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Quaisquer que sejam as razões do Hamas para a campanha de pirotecnia -campanha assustadora, que já lançou mais de 3.500 foguetes contra Israel-, nenhum Estado pode tolerar essa agressão contra seus cidadãos.
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Comentaristas sugerem a resolução do problema por vias pacíficas, mas ninguém menciona exatamente como se daria a negociação, já que o Hamas não reconhece a existência de Israel. Aqueles que reconhecem o direito de resposta de Israel o fazem com duas condicionantes: que a resposta seja proporcional ao ataque e que civis não sejam vitimados.
klaicon#19
A exigência de proporcionalidade é uma sandice. Levada ao pé da letra, significa pedir que um Estado democrático constitucional lance foguetes a esmo contra uma população civil indefesa. Outra "saída" seria a morte de mais soldados israelenses. Ou, melhor ainda, civis. Ninguém menciona que, na Segunda Guerra, morreram 22 vezes mais civis alemães do que ingleses. O dado é ignorado com razão.
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A contabilidade é irrelevante. Hitler precisava ser derrotado.
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É certo que a morte de qualquer civil é uma tragédia. Uma vida é uma vida. Mas, quando os acusadores se espantam que 20% ou 25% dos mortos sejam civis, eu me espanto pelo contrário: é preciso enorme controle e apreço pela vida de inocentes para que, em uma região densamente povoada e contra um inimigo que se esconde em regiões urbanas, o índice de acerto seja de 75% a 80%.
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Os membros do Hamas se escondem em áreas residenciais, em prédios cheios de crianças. Agem de tal maneira que, em seu confronto com as democracias ocidentais, nós sempre saímos perdendo: ou pagamos com as vidas de nossos civis ou com um pouco da nossa civilidade.
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Não há maneira militar de derrota-los em definitivo. A melhor saída é drenar o pântano: chegar a um Estado palestino com os moderados do Fatah e investir para que o atraso econômico e a sensação de derrota e humilhação de muitos países árabes sejam amenizados. Fazer com que o caminho da paz e da prosperidade seja mais atraente que o terrorismo.
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Enquanto isso não acontece, é preciso mão forte para combater o terrorismo que já nos atinge. Ontem em Nova York, hoje em Gaza, amanhã provavelmente em outras capitais do mundo civilizado.
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GUSTAVO IOSCHPE, 31, mestre em desenvolvimento econômico pela Universidade Yale, é articulista da revista "Veja" e foi colaborador da Folha . É autor de "A Ignorância Custa um Mundo" (Prêmio Jabuti 2005).
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Folha de S. Paulo
marcioneijr#20
É uma cobertura de guerra, é inevitável que exista excesso nos dois lados, por isso não faz sentido viciar explicitamente o debate sendo de antemão favorável a uma das partes.²

E como já foi dito no outro tópico, os cristãos não devem nada aos israelenses e nem ao Estado de Israel. Então,cristãos(principalmente CATÓLICOS) evitem tomar partido...
luizfernando#21
É bom mesmo nós cristãos não tomarmos partido... Quem sabe, como na Segunda Guerra, não deixamos morrer mais uns 6 milhõeszinhos de judeus...

Aff...
luizfernando#22
Presidente do Irã envia emissário a Brasília para conversar com Lula
Por Renata Giraldi, na Folha Online.
O presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, enviou um emissário a Brasília para entregar pessoalmente uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Diplomatas informaram que, na correspondência, o iraniano sugere o incremento das relações entre Brasil e Irã embora o emissário pretenda, na conversa com Lula, defender a posição iraniana em relação à ofensiva israelense na faixa de Gaza que já matou mais de 760 palestinos.

Para os iranianos, há uma desproporção nos ataques oriundos de Israel.

O documento será entregue a Lula na próxima semana pelo ministro de Cooperativas do Irã, Mohammad Abbasi. Detalhes sobre a correspondência e a posição iraniana serão divulgados ainda nesta sexta-feira, em Brasília.

No final de 2008, o ministro Celso Amorim (Relações Exteriores) entregou ao presidente iraniano uma carta enviada por Lula na qual expressava "o interesse brasileiro de aprofundar as relações bilaterais, particularmente na vertente econômico-comercial, e menciona a possibilidade de troca de visitas presidenciais no futuro". Essa informação foi publicada na edição desta sexta-feira na Folha, no Painel (íntegra para assinantes do jornal ou do UOL).
luizfernando#23
Nesta quinta-feira (8), o governo brasileiro decidiu entrar diretamente nas negociações por um cessar-fogo na região de Gaza. Já nesta sexta-feira, Amorim viaja para o Oriente Médio determinado a reforçar os apelos para o fim da guerra. Nesta viagem, o ministro pretende ir a Israel, aos territórios palestinos, à Síria e Jordânia.
Enviados brasileiros, em nome do governo federal, seguiram também nesta sexta-feira para a região em conflito para entregar 14 toneladas de alimentos que serão doados às vítimas que vivem na faixa de Gaza. A aeronave da FAB (Força Aérea Brasileira) saiu do Rio e tem previsão de chegada no domingo (11).
Manifestações públicas de partidos e parlamentares já ocorreram. O PT divulgou nota criticando a ofensiva israelense e incomodou a comunidade judaica no Brasil. Uma comissão suprapartidária enviou correspondências aos governos de Israel e da Autoridade Palestina apelando por um cessar fogo.
http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/2009/01/pres…braslia.html
klaicon#24
BRASÍLIA - Cerca de 100 pessoas se reuniram nesta sexta-feira (9) em frente à embaixada de Israel, em Brasília, numa manifestação em defesa do Estado israelense e contrária à ação do grupo islâmico Hamas.
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“Nossa mobilização é para dizer que o povo brasileiro afirma a soberania do Estado de Israel, reafirma isso, porque [Israel] é o único país no mundo que precisa ficar reafirmando o seu direito de existência”, diz Kelita Machado, diretora no Brasil da organização não-governamental internacional Amisrael – Mensageiro da Paz.
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A ONG é responsável pela manifestação que, além de Brasília, ocorre também em outras oito cidades brasileiras e mais 18 países em todo o mundo. A mobilização é um contra-ponto às manifestações contrárias ao Estado de Israel realizadas em diversas localidades.
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“O que a gente tem visto é a queima da bandeira de Israel, um símbolo pátrio, então é uma evidência declarada e aberta [de apoio ao] que tem feito o Hamas, de tentar destruir o Estado de Israel. Se nós brasileiros queimamos a bandeira do Estado de Israel, estamos dizendo com isso que também queremos que Israel deixe de existir, e isso nós veementemente condenamos”, explica Kelita.
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Em um manifesto entregue durante à manifestação ao conselheiro da embaixada, Raphael Singer, a organização defende o direito de existência e de se defender de Israel, convoca os povos do mundo a encontrar maneiras de estabelecer a paz no Oriente Médio, rejeita o terrorismo e todo ato de violência dirigido a civis e manifesta a sua solidariedade aos povos palestino e israelense.
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“Nós somente queremos paz com os nossos vizinhos, mas temos que lembrar que o Hamas está contra a paz no Oriente Médio, é uma organização terrorista usando a população civil palestina como escudos humanos”, afirmou Singer, ao se encontrar com os manifestantes.
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Tanto Singer quanto a Amisrael disseram defender a existência de dois Estados na região, o de Israel e o da Palestina, convivendo em paz.
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DCI
klaicon#25
No Masp, dois lados na guerra de Gaza se manifestam quase juntos.
Um, a favor de Israel. O outro, pedindo respeito ao povo do território.
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No mesmo lugar, quase no mesmo horário. O vão do Museu de Arte de São Paulo (MASP) abrigou duas manifestações contrárias nesta sexta-feira (9). Ao meio-dia, a organização não governamental Amisrael distribuiu folhetos com um manifesto a favor do direito de defesa e do Estado de Israel, da paz no Oriente Médio e do povo palestino, mas contra o Hamas. Duas horas depois, ocorreu a manifestação organizada pela Associação Islâmica de São Paulo. Exigia apoio incondicional do Brasil à Palestina, respeito por parte de Israel ao acordo de 1967, fim da invasão israelense e era contrária ao Tratado de Livre Comércio Israel-Mercosul. Manifestantes tiveram direito à sapatada e queimar bonecos de políticos internacionais.
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G1
klaicon#26
Um apelo ao boicote aos comerciantes judeus indignou Itália. Um pequeno sindicato de retalhistas de esquerda pretendeu encetar um protesto contra a ofensiva israelita em Gaza. Mas a iniciativa acabou por unir a direita e a esquerda italiana. O edil de Roma, o ex-fascista Gianni Alemano, lembrou que foi com apelos do género que começou a perseguição nazi.
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“Estas notícias metem-nos medo. Todos os cidadãos italianos condenam os autores desta iniciativa lamentável” afirmou Andrea Ronchi, o ministro para os Assuntos Europeus do governo de Silvio Berlusconi.
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Uma das mais importantes personalidades da oposição de esquerda, Piero Fassino, considera o apelo ao boicote “uma estupidez, no limite da provocação. Boicotar é uma forma de negação de Israel e dos seus direitos, mas a paz no Médio Oriente não pode ser alcançada pela negação dos direitos de Israel e do povo palestiniano.”
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Para o responsável do sindicato o boicote económico deveria servir para dificultar o comércio com Israel e impedir Telavive de financiar a guerra. A comunidade judaica de Roma vai apresentar queixa contra o sindicato por incitação ao ódio racial.
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euronews
luizfernando#27
Iniciativa noticiada pelo 'Guardian' seria reversão da política de Bush para o grupo.

Da BBC

O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, está disposto a iniciar um diálogo com o grupo palestino Hamas, de acordo com reportagem publicada na edição desta sexta-feira do jornal britântico The Guardian.

O diário diz ter ouvido três integrantes da equipe de Obama cientes de discussões visando a abertura de um canal de negociação com a organização islâmica.

"Não se fala em Obama aprovar negociações diplomáticas diretas com o Hamas cedo, mas ele está recebendo recomendações de assessores para iniciar aproximações a nível de baixo escalão ou clandestinas", disse o jornal.

"Um caminho já testado seria começar os contatos através (...) dos serviços de inteligência dos Estados Unidos, similar ao processo secreto pelo qual os Estados Unidos abordaram a OLP (Organização para a Libertação da Palestina) na década de 70", afirma a reportagem.

"Israel não ficou ciente dos contatos até muito depois."

A estratégia, se confirmada, significaria o abandono da política de isolamento adotada pelo presidente George W. Bush para o Hamas.

Segundo o Guardian, "Richard Haass, um diplomata que serviu durante os governos dos dois presidentes Bush citado por várias organizações noticiosas nesta semana como a escolha de Obama para enviado ao Oriente Médio, apoia contatos de baixo escalão com o Hamas desde que exista um cessar-fogo e uma reconciliação entre o Hamas (que controla a Faixa de Gaza) e a Fatah (facção rival que controla a Cisjordânia)".
luizfernando#28
Legitimidade

O jornal diz que "há várias opções que evitariam um cenário politicamente tóxico para Obama de parecer dar legitimidade ao Hamas" ao abrir diálogo.

"Você pode fazer alguma coisa através dos europeus", disse Steve Clemons, diretor do Programa de Estratégia Americana da New America Foundation, segundo o Guardian. "Você pode inventar uma estrutura que seja multilateral."

Um especialista em Oriente Médio próximo à equipe de transição de Obama cujo nome o jornal não divulgou disse ser pouco provável que os possíveis contatos com Hamas venham a público.

O Departamento de Estado considera o Hamas uma organização terrorista e em 2006 o Congresso dos Estados Unidos aprovou uma lei proibindo a concessão de ajuda financeira ao grupo, lembra o jornal.
pedro_9#29
Artigo de Miguel Castelo Branco, diplomata português:
http://combustoes.blogspot.com/2009/01/coisas-que-no-compreendo.html
"Quando em 1948 Israel proclamou a independência, os comunistas, pensando tratar-se de um potencial aliado, fizeram campanha pelo nóvel Estado. Então, os "imperialistas britânicos", mais as "monarquias-fantoche" (Iraque, Transjordânia, Egipto) e as "Cinco Irmãs" faziam o boneco perfeito de uma luta que oporia o capitalismo global ao socialismo kibutzim. As contas sairam-lhes erradas.
Uma década volvida, com a instalação dos regimes árabes socialistas manipulados pelo Kremlin, Israel era já a alma danada do "capitalismo sionista", instrumento de agressão contra as "massas árabes" e agente perturbador regional. A URSS dava dinheiro e armas, velhos cientistas nazis reformados davam assessoria a mirabolantes projectos de "armas secretas" alimentados por Nasser e um certo jornalismo de causas reproduzia a rábula da manipulação judaica da banca ocidental. O mito foi tão longe e aceite com tal naturalidade que, sem tirar, limitou-se a copiar a historieta dos Protocolos dos Sábios do Sião que durante tantas décadas havia alimentado o imaginário de uma conspiração mundial "plutocrática judaico-maçónica". A verdade é que Israel, ou antes, os judeus israelitas, nunca foram ricos e foram, até, muito hostilizados, tanto pela mais estrita ortodoxia judaica - que no laicismo identificava uma herética quebra da tradição - como pelos judeus assimilados, que viam no nacionalismo sionista um agente de perturbação do seu estatuto de cidadãos de outros Estados.
pedro_9#30
Israel consolidou o Estado moderno, foi e é a única democracia plena no Médio Oriente - onde a minoria árabe (20%) goza de plenos direitos e possuiu todas as faculdades políticas dos restantes cidadãos, integrando as listas de candidatos de partidos sionistas, socialistas ou autónomos - e foi, sempre, preciso alinhado do Ocidente. Não tivesse existido Israel e o Mediterrâneo Oriental ter-se-ia convertido num trampolim soviético de assalto à fachada sul da Europa. Recentemente, foi Israel que possibilitou a contenção do expansionismo do fundamentalismo islâmico, obrigando-o a concentrar meios avultados em guerras e baixa intensidade que Israel mantém.

Há coisas que nunca cheguei a entender. Se os anti-sionistas querem ver destruído o Estado de Israel, por que razão durante tanto tempo exigiram que os judeus fossem concentrados numa só região - fosse o Alasca, a Patagónia, Angola ou uma qualquer ignota republiqueta russa - e agora pedem a extinção de Israel ? O que os alimenta, de facto - e não têm coragem de dizer - é desejo de extinção física desse povo. O anti-judaísmo - não há, neste particular, qualquer distinção entre o anti-judaísmo e o anti-sionismo - nutre-se de um confuso caldo de pequenas e grandes mentiras, mitos e pulsões irracionais. Esse anti-judaísmo não tem, felizmente, qualquer expressão no mundo civilizado, pelo que vive derrancado na admiração por regimes que odeiam o Ocidente e tudo o que este representa; ou seja, o anti-sionismo de "direita" é inimigo do Ocidente, preferindo a derrota do Ocidente, que vêem como mero factotum do capital judaico. Nessa visão conspirativa, a história ocidental dos últimos duzentos anos confunde-se com essa "conspiração". As mentes mais delirantes chegam a cruzar Churchill, Roosevelt, Estaline e até Hitler (!) no friso dos cripto-judeus com trabalho a realizar no quadro do magno plano mundial de escravização dos povos a Sião.
luizfernando#31
O representante do Irã enviado ao Brasil para debater o conflito na Faixa de Gaza, Mohammad Abbasi, afirmou que os dois países têm pensamentos semelhantes sobre o tema. Abbasi se encontrou com o assessor de assuntos internacionais da Presidência, Marco Aurélio Garcia, e com o secretário-geral do Ministério de Relações Exteriores, Samuel Pinheiro Guimarães, nesta sexta-feira (9) em Brasília e entregou a eles uma carta do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad.

Para Abbasi, a situação internacional é contra a posição de Israel. “Atualmente, a situação internacional é contra o sionismo. O que é importante em nossas conversas mostrou posição semelhante do Brasil e do Irã."

De acordo com o representante iraniano, os dois países estão trabalhando juntos para o fim do conflito. Abbasi espera que sejam abertas as fronteiras de Gaza para a entrada de ajuda internacional. Ele afirma que Israel não permitiu a instalação de hospitais e clínicas próximos à fronteira de Gaza para dar assistência medica aos feridos no conflito.

O Irã deseja também que Israel seja julgado por crimes de guerra. “Desejamos que o violador seja condenado na corte internacional”, disse o representante iraniano.

Sobre o Hammas, Abbasi afirma que o grupo está apenas defendendo o povo palestino. “Com certeza eles têm direito de apoiar seu povo. Quem votou para eles está esperando que os defenda. Como vocês sabem, o Hamas é um governo legítimo e tem direitos legais."

Além do Brasil, outros países latino-americanos recebem a visita de representantes iranianos. Venezuela, Cuba, Bolívia e Equador são alguns dos países-alvo da diplomacia iraniana.

G1
pedro_9#32
Esse atabalhoado monte de escritos sem qualquer préstimo científico, em que as premissas anda à cata de comprovações - logo, uma anti-historiografia - satisfaz-se com tudo, conquanto "demonstre" essa conspiração. Depois, vem a contabilidade dos seis milhões, que não eram seis, mas cinco, quatro, três ou meia dúzia. Sim, na Alemanha os judeus até gozavam de estadias em cidades-modelo como Theresienstadt, Hitler até tinha meio milhão de judeus na Wehrmacht, Himmler era um amigo dos judeus anti-sionistas. Parece estranho, mas a verdade é que o núcleo propulsor do nazismo, agora revisto e aparado, queira apagar o traço distintivo da sua funesta passagem pela história das ideias políticas, e julgue possível emendar o não emendável.

O anti-judaísmo é, também, uma das paixões do esquerdismo europeu. Tão velha como Marx, a polémica inscreve-se na visão maniqueísta da humanidade entre exploradores e explorados, entre ócio e trabalho. O judeu faz as mil maravilhas desta visão dual, pois desenvolve trabalho intelectual - isto é, agente de alienação - especulação e nunca "trabalha", pois para o marxismo o trabalho confunde-se com os ofícios. Uma vez mais, este modelo não resiste à mínima acareação. A sociologia histórica demonstra que os judeus mais perseguidos foram, sempre, os mais pobres, os menos influentes e os mais tradicionalistas: alvo de pogroms na "Paliçada" russo-polaca, facilmente perseguidos nos seus redutos de exclusão, foi sobre eles que tombou o anti-semitismo popular e o anti-semitismo de Estado. As vítimas do "holocausto" eram relojoeiros, sapateiros, vendedores retalhistas, carpinteiros, tanoeiros, alfaiates, nunca banqueiros, prestamistas ou ourives. Os "assimilados", por sua vez, se forneceram importante contributo para os partidos comunistas - Kamenev, Zinoviev, Trotsky, Rosa Luxemburgo, Béla Khun - forneceram importante contributo ao reforço das posições anti-comunistas, tendo-se alguns, até, constituído em maitres à penser do conservadorismo europeu (Raymond Aron).
pedro_9#33
Confesso que por vezes o lóbi judaico me chega a irritar. Abrir a CNN e dar de caras com uma imensa procissão Bash's, Blitzer's, King's e Kerzner's incomoda-me. Depois, serenado, penso: se os judeus controlam assim de forma tão descarada o mundo, por que razão são tão manifestos nessa exposição ? Sim, eles têm um lóbi, poderoso sem dúvida, mas que luta com outros lóbis no mercado da visibilidade: o lóbi das petroleiras, os lóbis dos pró e anti-vida, o lóbi hispânico, o lóbi irlandês, o lóbi italiano, o lóbi penalização e despenalização de estupefacientes, o lóbi pró-armas de uso pessoal, o lóbi "cristão" (leia-se anti-católico), etc & tal. Que eu saiba, nos EUA só não funciona o lóbi dos índios, aqueles pobres e nobres povos aos quais a terra pertenceu e foram exterminados e confinados, como os búfalos, a reservas. Eles, os judeus, não são nem todo-poderosos nem privados de poder. Tudo o que se disser em contrário é pura efabulação. "

A sensação dolorosa de já ter visto esse quadro deprimente de perto, bem de perto, torna essa análise do Miguel ainda mais realista. O anti-sionismo, no campeonato de macumbas mentais conspiratórias, quase não tem concorrência e leva a palma facilmente.
luizfernando#34
Hitler mesmo disse (mais ou menos assim):

"Quem decide quem é judeu e quem não é sou eu..."
christian#35
Recebi esta imagem de um amigo, sem maiores explicações:
imagem
http://i166.photobucket.com/albums/u102/Master-Li_ph…ss_Map-1.jpg

A imagem sugere que Israel era originalmente terra palestina. Se eu entendi a mensagem nas entrelinhas, a tomada dessa terra pelos judeus explicaria/justificaria a revolta palestina contra eles.
Queria saber até onde essa imagem condiz com a história e, em caso positivo, como se deu essa 'expansão' judaica. Se eu estiver pedindo muito ou se isso já surgiu neste ou noutro tópico, perdoem-me -- indicações, respostas breves e/ou links bastarão.
Obrigado a todos.
guilherme_9#36
Os palestinos da Faixa de Gaza, cerca de 1,5 milhão de pessoas, vivem em uma área que tem 40 Km de comprimento por 10 quilômetros de largura, aproximadamente. Ou seja, uma gueto. Qualquer míssil jogado lá, com certeza, acerta civis.

Quanto ao mapa, voltando ao assunto, ele mostra como era falsa a máxima sionista de "Uma terra sem povo, para um povo sem terra". Os palestinos já tavam lá há séculos. Quanto ao fato de, há dois mil anos os israelenses terem sido expulsos de lá... francamente... é a mesma coisa que você, estar na comodidade de seu lar e, uma bela manhã, alguém chegar na sua casa com uma ordem judicial de desapropriação com o argumento de que, há 350 anos atrás, o seu terreno era dos jesuítas. Pelo jeito, os sionistas nunca ouviram falar de "uso capião".
danny#37
Como surgiram os "refugiados palestinos?
Ta ai:
[url]/Main#CommMsgs.aspx?cmm=47930640&tid=5266611287763834976&start=1[/url]
klaicon#38
Coquetéis molotov lançados contra uma sinagoga e um centro judeu e inscursões anti-semitas são algumas das manifestações do conflito israelense-palestino na França, onde as agressões contra a comunidade judaica se multiplicaram nos últimos dias.

Bombas incendiárias foram atiradas na madrugada desta segunda-feira em Schiltigheim, no leste da França, contra uma casa utilizada como local de culto pelos judeus.

Na noite de domingo, dois coquetéis molotov foram lançados contra a sinagoga Ohr Menahem, em Saint-Denis, na periferia norte de Paris, provocando um princípio de incêndio no café vizinho.

Além disso, uma dezena de inscrições anti-semitas e pró-palestinas como "Morte aos judeus", "Viva a Palestina" e "Liberdade para Gaza" foram encontradas na manhã desta segunda-feira na parede de um centro social em Puy-en-Velay (centro).

Na segunda-feira passada, um carro foi incendiado depois de ter sido lançado contra a entrada de uma sinagoga perto de Toulouse, no sudoeste da França, onde um rabino proferia uma palestra. Ninguém se feriu durante a ação.

Além disso, quatro menores foram indiciados há alguns dias por terem agredido uma adolescente judia em um subúrbio de Paris.

Estes incidentes provocaram reações indignadas das autoridades francesas, sempre atentas a repercussões em seu país do conflito israelense-palestino na Faixa de Gaza. A França possui uma das maiores comunidades judaica e muçulmana da Europa.

"Nada justifica tais práticas", declarou a ministra francesa do Interior, Michèle Alliot-Marie, depois do incidente em Saint-Denis.

"A tragédia de Gaza não pode servir de pretexto para o recurso à violência em nosso território", afirmou o prefeito de Paris, o socialista Bertrand Delanoë.

O Conselho Francês do Culto Muçulmano (CFCM) e a Grande Mesquita de Paris, duas das mais importantes organizações muçulmanas da França, condenaram os ataques desta segunda-feira.
klaicon#39
Desde o início da ofensiva israelense em Gaza, em 27 de dezembro, dezenas de manifestações pró-palestinas ou pró-israelenses foram organizadas na França, em um clima às vezes tenso.
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"A França não vai tolerar que a tensão internacional seja utilizada como pretexto para atos de violência entre comunidades", advertira no início de janeiro o presidente francês, Nicolas Sarkozy, insistindo na importância de manter "a unidade nacional".
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Os franceses estão muito divididos sobre o conflito. De acordo com uma pesquisa publicada nesta segunda-feira pelo jornal Le Parisien, 23% consideram que o movimento palestino Hamas é o maior responsável pela guerra atual, 18% acusam Israel e 28% culpam igualmente as duas partes.
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Último Segundo
klaicon#40
JERUSALÉM (AFP) — A ministra israelense das Relações Exteriores, Tzipi Livni, manifestou nesta segunda-feira a preocupação de seu país com a "onda de atos anti-semitas" em todo o mundo devido à ofensiva do Exército hebreu contra a Faixa de Gaza.

"Recebemos com grande preocupação os numerosos relatos de ataques físicos, morais, verbais e outras manifestações anti-semitas contra os judeus e os cidadãos de Israel em diversos lugares do mundo".

"Qualquer que seja a opinião pessoal sobre a operação (em Gaza), isto jamais deveria ser um recurso para legitimar o ódio e as manifestações anti-semitas", destaca Livni.

A ofensiva israelense contra o movimento palestino Hamas, que controla a Faixa de Gaza, já causou mais de 900 mortes desde o dia 27 de dezembro, provocando numerosas manifestações e atos anti-semitas, especialmente na França.

"Israel convida os dirigentes internacionais a condenar (...) e a combater estes atos em todas as suas formas", conclui o comunicado de Livni.

AFP
klaicon#41
Brasileiros em Israel protestam contra declaração do PT
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SÃO PAULO - Dezenas de brasileiros realizaram nesta segunda-feira, 12, uma manifestação em frente à embaixada brasileira em Tel Aviv contra as declarações do Partido dos Trabalhadores (PT) sobre a operação israelense na Faixa de Gaza. Na semana passada, a legenda comparou a ofensiva às "práticas nazistas" e disse não concordar com a justificativa israelense de que estaria agindo em defesa própria. O presidente da Confederação Israelita do Brasil (CONIB) negou as comparações e se disse "espantado" com o teor da declaração.
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Estadão. com. br

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