Artigo da leitora Shirlei Amaro Avena Weisz
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Toda guerra é estúpida, mas mais estúpido que a guerra é tentar fingir que hoje o que temos não é algo difícil de ser classificado como uma guerra clássica, aos moldes em que estávamos acostumados no século XX.
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Desde 11 de setembro de 2001 estamos mergulhados em um mundo onde as civilizações (ou diria incivilizações?) se chocam. Se digladiam, mas não nos moldes de Estados contra Estados, mas sim em moldes antes inimagináveis. E hoje, o mundo inteiro se volta para conflito Israel x Palestina.
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Como brasileira e cidadã israelense, demorei em conseguir me colocar diante desse conflito. Não porque ache a guerra "justificável", pois nada justifica uma guerra. Afinal, em uma guerra não há vencedores, só perdedores! E os que mais perdem são aqueles que não ostentam armas em seus braços: são os civis, muitos crianças inocentes e que perdem toda a sua inocência em razão de terem que viver em meio à conflitos e bombas.
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Mas hoje, após ver que as tentativas de buscar uma solução pacificadora para o conflito ainda está distante, pensei em me manifestar. Primeiro porque esse conflito começa a ter reflexos em outras partes do mundo. Inclusive, o time israelense de basquetebol foi hostilizado e há notícias de que o anti-semitismo parece estar colocando suas "garras de fora" de novo na Europa. Segundo, porque estou envolvida neste conflito emocionalmente e moralmente.
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É preciso deixar claro que nós Israelenses somos contra a morte de inocentes. E mais que isso, não somos os únicos a sermos vítimas do terror instaurado pelo Hamas, Hezbolah e Al Qaeda. E isso não pode ser esquecido.
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Não podemos esquecer o 11 de Setembro e o 11 de Março, dias que ficaram marcados em nosso calendário, em anos diferentes, porque o terror se instaurou, primeiro nos EUA, com o horror da queda das Torres Gêmeas, e segundo em Madri, com o horror e a carnificina das explosões no metrô daquela região da Europa.
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Toda guerra é estúpida, mas mais estúpido que a guerra é tentar fingir que hoje o que temos não é algo difícil de ser classificado como uma guerra clássica, aos moldes em que estávamos acostumados no século XX.
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Desde 11 de setembro de 2001 estamos mergulhados em um mundo onde as civilizações (ou diria incivilizações?) se chocam. Se digladiam, mas não nos moldes de Estados contra Estados, mas sim em moldes antes inimagináveis. E hoje, o mundo inteiro se volta para conflito Israel x Palestina.
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Como brasileira e cidadã israelense, demorei em conseguir me colocar diante desse conflito. Não porque ache a guerra "justificável", pois nada justifica uma guerra. Afinal, em uma guerra não há vencedores, só perdedores! E os que mais perdem são aqueles que não ostentam armas em seus braços: são os civis, muitos crianças inocentes e que perdem toda a sua inocência em razão de terem que viver em meio à conflitos e bombas.
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Mas hoje, após ver que as tentativas de buscar uma solução pacificadora para o conflito ainda está distante, pensei em me manifestar. Primeiro porque esse conflito começa a ter reflexos em outras partes do mundo. Inclusive, o time israelense de basquetebol foi hostilizado e há notícias de que o anti-semitismo parece estar colocando suas "garras de fora" de novo na Europa. Segundo, porque estou envolvida neste conflito emocionalmente e moralmente.
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É preciso deixar claro que nós Israelenses somos contra a morte de inocentes. E mais que isso, não somos os únicos a sermos vítimas do terror instaurado pelo Hamas, Hezbolah e Al Qaeda. E isso não pode ser esquecido.
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Não podemos esquecer o 11 de Setembro e o 11 de Março, dias que ficaram marcados em nosso calendário, em anos diferentes, porque o terror se instaurou, primeiro nos EUA, com o horror da queda das Torres Gêmeas, e segundo em Madri, com o horror e a carnificina das explosões no metrô daquela região da Europa.