Olavo critica a influência da coletividade sobre o indivíduo no que se refere a imposição de arquétipos e ideologias (e neste ponto eu concordo com ele), ao mesmo tempo que defende a religião e os preceitos cristãos. Mas me pergunto se a religião tbm não é uma forma de cerceamento da individualidade. Sendo assim, qual é o critério para se defender que o cerceamento da religião é mais "legítimo" que o cerceamento de outros arquétipos ideologias?
Religião vs. individualidade
"Vc acha isso, vc pensa aquilo, vc deseja isso, vc procura aquilo..."
Com todo respeito, mas quem é vc pra dizer o que eu acho ou deixo de achar? Já está na hora de parar com esta mania de atribuir condições às outras pessoas de forma caluniosa. Isso em nada ajuda com o debate, a pergunta foi séria, gostaria de debater o assunto. Se não quiser debater, não precisa participar do tópico.
Com todo respeito, mas quem é vc pra dizer o que eu acho ou deixo de achar? Já está na hora de parar com esta mania de atribuir condições às outras pessoas de forma caluniosa. Isso em nada ajuda com o debate, a pergunta foi séria, gostaria de debater o assunto. Se não quiser debater, não precisa participar do tópico.
No entanto, me parece que a diferença seria que a Religião tem por finalidade o aprimoramento individual e a busca do transcendente.
Mas mesmo esta busca pela transcendência pregada pela religião, que inclusive é muito presente no arquétipo social, não seria algo voltado para o aprimoramento da coletividade? O indivíduo deve sempre buscar uma melhor relação com o próximo, é o que prega a religião.
Os 10 mandamentos evidenciam muito regras de conduta social, visando fazer do indivíduo um ser subserviente à religião e à coletividade.
A religião tbm prega uma espécie de padronização do ser.
Mas mesmo esta busca pela transcendência pregada pela religião, que inclusive é muito presente no arquétipo social, não seria algo voltado para o aprimoramento da coletividade? O indivíduo deve sempre buscar uma melhor relação com o próximo, é o que prega a religião.
Os 10 mandamentos evidenciam muito regras de conduta social, visando fazer do indivíduo um ser subserviente à religião e à coletividade.
A religião tbm prega uma espécie de padronização do ser.
Criticar a influência da coletividade no indivíduo e, ao mesmo tempo, defender a religião (uma das maiores influências, afinal) é uma contradição braba.
Resta saber os motivos do Olavo para colocar a religião como uma exceção à sua crítica.
De qualquer forma, é impossível descartar a influência da coletividade, óbvio. Creio que a crítica seria: A influência não pode ser tão forte a ponto de solapar a pessoa enquanto indivíduo.
Resta saber os motivos do Olavo para colocar a religião como uma exceção à sua crítica.
De qualquer forma, é impossível descartar a influência da coletividade, óbvio. Creio que a crítica seria: A influência não pode ser tão forte a ponto de solapar a pessoa enquanto indivíduo.
"Mas mesmo esta busca pela transcendência pregada pela religião, que inclusive é muito presente no arquétipo social, não seria algo voltado para o aprimoramento da coletividade? O indivíduo deve sempre buscar uma melhor relação com o próximo, é o que prega a religião."
Não. Pelo o que eu entendo a transcendência o criador de todo o Universo, então conseguimos compreender, através de Seu contato, o "funcionamento" do Universo (no sentido não científico da palavra). O nosso microcosmo espiritual entre em harmonia com o Universo existente. Surge, assim, uma cosmovisão harmônica com a existência que envolve o indivíduo.
É a partir dessa compreensão, posterior à instrospecção, que moldamos nosso comportamento. Não é o indivíduo que se submete às leis da coletividade (ou as regras que fariam ela funcionar melhor), mas as leis florescem no homem como um ajuste à cosmovisão adquirida.
Espero ter sido claro.
Não. Pelo o que eu entendo a transcendência o criador de todo o Universo, então conseguimos compreender, através de Seu contato, o "funcionamento" do Universo (no sentido não científico da palavra). O nosso microcosmo espiritual entre em harmonia com o Universo existente. Surge, assim, uma cosmovisão harmônica com a existência que envolve o indivíduo.
É a partir dessa compreensão, posterior à instrospecção, que moldamos nosso comportamento. Não é o indivíduo que se submete às leis da coletividade (ou as regras que fariam ela funcionar melhor), mas as leis florescem no homem como um ajuste à cosmovisão adquirida.
Espero ter sido claro.
Veja só: apertei o botão errado e entrou o texto todo "torto". Que horror!
"Mas mesmo esta busca pela transcendência pregada pela religião, que inclusive é muito presente no arquétipo social, não seria algo voltado para o aprimoramento da coletividade? O indivíduo deve sempre buscar uma melhor relação com o próximo, é o que prega a religião."
Não. Pelo o que eu entendo a transcendência, ela é um exercício essencialmente interior e individual. Se como dizem que Deus está presente em cada um de nós, é através da transcedência que conheceremos nosso Universo interior e o Deus que nele está presente. Ora, sendo Deus o criador de todo o Universo, então conseguimos compreender, através de Seu contato, o "funcionamento" dos Universos interior e exterior (no sentido não científico da palavra).
Dessa forma, nosso microcosmo espiritual entra em harmonia com o Universo existente. Surge, assim, uma cosmovisão harmônica com a existência que envolve o indivíduo.
É a partir dessa compreensão, posterior à instrospecção, que moldamos nosso comportamento. Não é o indivíduo que se submete às leis da coletividade (ou as regras que fariam ela funcionar melhor), mas as leis florescem no homem como um ajuste à cosmovisão adquirida.
Espero ter sido claro.
Não. Pelo o que eu entendo a transcendência, ela é um exercício essencialmente interior e individual. Se como dizem que Deus está presente em cada um de nós, é através da transcedência que conheceremos nosso Universo interior e o Deus que nele está presente. Ora, sendo Deus o criador de todo o Universo, então conseguimos compreender, através de Seu contato, o "funcionamento" dos Universos interior e exterior (no sentido não científico da palavra).
Dessa forma, nosso microcosmo espiritual entra em harmonia com o Universo existente. Surge, assim, uma cosmovisão harmônica com a existência que envolve o indivíduo.
É a partir dessa compreensão, posterior à instrospecção, que moldamos nosso comportamento. Não é o indivíduo que se submete às leis da coletividade (ou as regras que fariam ela funcionar melhor), mas as leis florescem no homem como um ajuste à cosmovisão adquirida.
Espero ter sido claro.
Quando a religião cristã prega "ama o próximo como a ti mesmo" ela não estaria cerceando a individualidade do ser? Uma vez que é algo bastante dificil seguir este preceito em um mundo tão competitivo como o nosso.
Obviamente não estou dizendo que devamos ser pessoas anti-sociais ou indiferentes aos outros indivíduos, estou apenas falando da aceitação de determinados preceitos por conta de uma imposição social. A religião em muitos casos é aceita apenas pela força de sua presença na sociedade, as pessoas aderem a ela para não sentirem-se de alguma forma excluídas do círculo social, mas do que a busca pela transcendência.
Obviamente não estou dizendo que devamos ser pessoas anti-sociais ou indiferentes aos outros indivíduos, estou apenas falando da aceitação de determinados preceitos por conta de uma imposição social. A religião em muitos casos é aceita apenas pela força de sua presença na sociedade, as pessoas aderem a ela para não sentirem-se de alguma forma excluídas do círculo social, mas do que a busca pela transcendência.
"De qualquer forma, é impossível descartar a influência da coletividade, óbvio. Creio que a crítica seria: A influência não pode ser tão forte a ponto de solapar a pessoa enquanto indivíduo."
É isto ! Lembremo-nos que a religião, em sua essência, é libertadora, e não escravizante, pois ela fornece elementos ao indivíduo para que atinja o objetivo preconizado por ela própria (no caso do Cristianismo, caminhar em direção a Deus, ou, melhor dizendo, caminhar em direção à perfeição). Isto, descontadas as deturpações da(s) própria(s) igreja(s), teria o poder de imunizar o homem contra as influências nefastas coletivas do mundo material.
E mesmo Jesus afirmou, repondendo a uma pergunta de um de seus discípulos, que o homem bom não deveria jamais viver em isolamento mas sempre no meio da comunidade, mesmo em um ambiente inóspito. É o mesmo "ser bom em um mundo mau" que o Olavo vive dizendo.
Não vamos nos esquecer que o Crsiatianismo foi a principal força que provocou o fim da escravidão do mundo, justamente for este seu caráter libertador.
É isto ! Lembremo-nos que a religião, em sua essência, é libertadora, e não escravizante, pois ela fornece elementos ao indivíduo para que atinja o objetivo preconizado por ela própria (no caso do Cristianismo, caminhar em direção a Deus, ou, melhor dizendo, caminhar em direção à perfeição). Isto, descontadas as deturpações da(s) própria(s) igreja(s), teria o poder de imunizar o homem contra as influências nefastas coletivas do mundo material.
E mesmo Jesus afirmou, repondendo a uma pergunta de um de seus discípulos, que o homem bom não deveria jamais viver em isolamento mas sempre no meio da comunidade, mesmo em um ambiente inóspito. É o mesmo "ser bom em um mundo mau" que o Olavo vive dizendo.
Não vamos nos esquecer que o Crsiatianismo foi a principal força que provocou o fim da escravidão do mundo, justamente for este seu caráter libertador.
acredito que em relação a religião ocorre o seguinte: a pessoa é livre pra entrar. ninguém deve ser forçado a aceitar ser católico, crente e tal. é algo que parte da pessoa, através de uma certa influência é claro. mas nada imposto. se for imposto já está errado.
é preciso ter muita individualidade para partir pra uma mudança assim. para aceitar e participar da religião. porque a responsabilidade e da pessoa.
é preciso ter muita individualidade para partir pra uma mudança assim. para aceitar e participar da religião. porque a responsabilidade e da pessoa.
Gerson, não é a coletividade que molda os indivíduos: é o exato contrário. Os indivíduos moldam a coletividade.
Parte-se da consciência de cada indivíduo para se chegar a uma identificação entre as consciências. Isso é o que cria o que é entendido como coletividade.
Esta é a idéia evidente e natural.
E este é o processo que é facílimo verificar que foi o que aconteceu, e continua acontecendo.
Até o Gramsci, de triste memória - e que está sendo discutido em outro tópico daqui, percebeu isso... Só destruindo individualmente um padrão de consciência, substituindo-o (de novo individualmente)por outro - pode-se alterar o padrão coletivo, e trocar até uma civilização inteira. Mas, naturalmente, isso é uma via de mão dupla: e o que alguns se propõem a fazer pelo mal, temos que nos propor a fazer pelo bem!
A religião tem exatíssimamente este propósito.
Parte-se da consciência de cada indivíduo para se chegar a uma identificação entre as consciências. Isso é o que cria o que é entendido como coletividade.
Esta é a idéia evidente e natural.
E este é o processo que é facílimo verificar que foi o que aconteceu, e continua acontecendo.
Até o Gramsci, de triste memória - e que está sendo discutido em outro tópico daqui, percebeu isso... Só destruindo individualmente um padrão de consciência, substituindo-o (de novo individualmente)por outro - pode-se alterar o padrão coletivo, e trocar até uma civilização inteira. Mas, naturalmente, isso é uma via de mão dupla: e o que alguns se propõem a fazer pelo mal, temos que nos propor a fazer pelo bem!
A religião tem exatíssimamente este propósito.
Não há contradição entre religião e individualidade. Creio que existe confusão entre a instituição da religião, que é o corpo de crentes, e a religião em si.
Interessante:
http://www.erealizacoes.com.br/videos/aula14/128k/video1128.wmv
Interessante:
http://www.erealizacoes.com.br/videos/aula14/128k/video1128.wmv
Obrigada pelo excelente link, David!
Não tem nada que me faça ficar mais reconhecida do que esse compartilhamento. Não deixem nunca de fazer isso, porque eu sou uma internauta meio chinfrim - embora o computador seja meu instrumento de trabalho no que diz respeito a programas gráficos...
Meus filhos sempre criticam essa "divisão", como eles classificam, mas é que são duas coisas completamente diferentes: o domínio de um programa e o domínio de um sistema de comunicação.
Enfim, vocês são a minha salvação!!!!!
Não tem nada que me faça ficar mais reconhecida do que esse compartilhamento. Não deixem nunca de fazer isso, porque eu sou uma internauta meio chinfrim - embora o computador seja meu instrumento de trabalho no que diz respeito a programas gráficos...
Meus filhos sempre criticam essa "divisão", como eles classificam, mas é que são duas coisas completamente diferentes: o domínio de um programa e o domínio de um sistema de comunicação.
Enfim, vocês são a minha salvação!!!!!
Esse vídeo do Olavo está ótimo. Foi o que tentei dizer na minha mensagem anterior. A propósito, tirei aquela idéia do Jardim. Como o Olavo coloca: o mistério do Homem está nele mesmo, e foi introduzindo em sua essência por uma força externa a si: Deus. Como o vídeo mostra: "ele sabe que aquilo que ele sabe, não é o todo que ele é".
A questão que o Fernando coloca está ótima. Quando falamos de religião, falamos num conjunto de comportamentos e conduta que nos aproxima da experiência da fé que é pilar da transcendência. As diferentes igrejas buscam novas maneiras de fazer a mesma coisa, e a briga entre elas sobre como buscar a fé é algo um tanto ridículo. Como o Olavo diz no vídeo: "a conexão entre eu e Deus não é externa e mecânica"
A questão que o Fernando coloca está ótima. Quando falamos de religião, falamos num conjunto de comportamentos e conduta que nos aproxima da experiência da fé que é pilar da transcendência. As diferentes igrejas buscam novas maneiras de fazer a mesma coisa, e a briga entre elas sobre como buscar a fé é algo um tanto ridículo. Como o Olavo diz no vídeo: "a conexão entre eu e Deus não é externa e mecânica"
"Quando a religião cristã prega "ama o próximo como a ti mesmo" ela não estaria cerceando a individualidade do ser? Uma vez que é algo bastante dificil seguir este preceito em um mundo tão competitivo como o nosso."
O que disse acima também vale para o teu questionamento. Seguir apenas um princípio porque deve ser seguido de nada adianta para concretizar a essência do mesmo, porque a ação necessita de substância, e muitas vezes compreendemos o amor como um ato que deve ser forçado, muitas vezes impelido por um sentimento de culpa. Aí, sim, o indivíduo embota sua liberdade em nome de algo deturpado e vazio.
Existe um porém: no Cristianismo, acredita-se que a simples ação cristã, livre e espontânea, aproxima o indivíduo de sua fé. Acredito que o mesmo valha para outras religiões. Em outras palavras: aja como um cristão e a fé lhe será dada. Dessa forma, a ação em si, tal qual o comportamento fundamentado em valores e condutas religiosas, aproxima o indivíduo da fé.
Seria uma tentativa incompleta de se alcançar a transcedência. E digo incompleta porque ater-se apenas a isso não é possível adquirir uma fé plena. O "agir como cristão" pode abrir ser um caminho para que a fé surja como um estalo e que, a partir desse estalo, se possa compreender o que significava, em essência, o ato.
O que disse acima também vale para o teu questionamento. Seguir apenas um princípio porque deve ser seguido de nada adianta para concretizar a essência do mesmo, porque a ação necessita de substância, e muitas vezes compreendemos o amor como um ato que deve ser forçado, muitas vezes impelido por um sentimento de culpa. Aí, sim, o indivíduo embota sua liberdade em nome de algo deturpado e vazio.
Existe um porém: no Cristianismo, acredita-se que a simples ação cristã, livre e espontânea, aproxima o indivíduo de sua fé. Acredito que o mesmo valha para outras religiões. Em outras palavras: aja como um cristão e a fé lhe será dada. Dessa forma, a ação em si, tal qual o comportamento fundamentado em valores e condutas religiosas, aproxima o indivíduo da fé.
Seria uma tentativa incompleta de se alcançar a transcedência. E digo incompleta porque ater-se apenas a isso não é possível adquirir uma fé plena. O "agir como cristão" pode abrir ser um caminho para que a fé surja como um estalo e que, a partir desse estalo, se possa compreender o que significava, em essência, o ato.
Atualmente, se a pessoa FOR religiosa é que estará correndo o risco de exclusão social... Não o contrário!
Responde a frases minhas tiradas do contexto dando a entender que estou falando bobagem e por fim me chama de sofista... realmente excelente!
O termo “religião” é, como qualquer termo, em muitos casos usado de forma errada. Se não é busca pela transcendência, então não é a isso que o Olavo se refere.
Isso não importa. Se as pessoas usam a religião de forma errada, é pq não a desejam ou não a entendem, mas sabem que a coletividade a adota sem muito questionamento, por isso "entram na onda".
O Olavo pode falar o que quiser, mas não é capaz de me conveser de que eu TENHO que buscar a transcendência. Não tenho coisa nenhuma, não quero, não sinto falta e nem vejo razão para tal busca, pq eu deveria busca-la?
Ou vc não entendeu a questrão que lancei, ou a tangenciou de propósito.
O termo “religião” é, como qualquer termo, em muitos casos usado de forma errada. Se não é busca pela transcendência, então não é a isso que o Olavo se refere.
Isso não importa. Se as pessoas usam a religião de forma errada, é pq não a desejam ou não a entendem, mas sabem que a coletividade a adota sem muito questionamento, por isso "entram na onda".
O Olavo pode falar o que quiser, mas não é capaz de me conveser de que eu TENHO que buscar a transcendência. Não tenho coisa nenhuma, não quero, não sinto falta e nem vejo razão para tal busca, pq eu deveria busca-la?
Ou vc não entendeu a questrão que lancei, ou a tangenciou de propósito.
Vc deveria saber que minha mente relativista/materialista rejeita sumariamente qualquer forma de maniqueísmo. Não há, para mim, caminho do BEM ou caminho do MAL. Há caminhos e caminhos. Usar de maniqueísmo em nada vai legitimar um paradigma e ilegitimar outro.
A religião é sim imposta, por melhores que seja suas intenções, aliás, de boas intenções o comunismo tbm está cheio.
A religião é sim imposta, por melhores que seja suas intenções, aliás, de boas intenções o comunismo tbm está cheio.
No post para o Rodrigo, onde falei "conveser", leia-se "convencer".
"A religião é sim imposta"
Sempre ? Você nega a idéia de um religioso que o é por livre e espontânea vontade ?
Sempre ? Você nega a idéia de um religioso que o é por livre e espontânea vontade ?
O número de pessoas que buscam a religião pelo que de fato ela representa, é muito pequeno. A maioria vai em busca da religião por outros motivos, como sentir-se incluído em determinado grupo, por exemplo. Há tbm as pessoas que nascem e crescem dentro de uma religião e nela se mantém por mero comodismo, participando dos ritos, encontros e cultos por questão de rotina ou como pretexto para reuniões sociais.
"O número de pessoas que buscam a religião pelo que de fato ela representa, é muito pequeno."
Como você sabe ? Com todo respeito, essa sua afirmação é um tanto quanto leviana, pois a motivação das pessoas religiosas, por ser muito mais de fôro íntimo do que externa, é um pouco difícil de auferir, não concorda ?
E, como sei que você é ateu, provavelmente sequer participar de um ambiente religioso para poder analisá-lo você já fez, o que torna essa sua idéia bastante difícil de sustentar.
Como você sabe ? Com todo respeito, essa sua afirmação é um tanto quanto leviana, pois a motivação das pessoas religiosas, por ser muito mais de fôro íntimo do que externa, é um pouco difícil de auferir, não concorda ?
E, como sei que você é ateu, provavelmente sequer participar de um ambiente religioso para poder analisá-lo você já fez, o que torna essa sua idéia bastante difícil de sustentar.
Gerson, eu já disse em outros lugares que não acho você exatamente mau - e isso quer dizer que você tem chance de recuperação, se não tiver sido excessivamente atingido na testa pelo "sorvete da patetice", o "congelador-de-neurônios-destroçador-de-consciências" do Gramsci - e eu quero muitíssimo acreditar que não, que ainda tem jeito!!!!!
Justamente, Gerson, o que é esperado de você (até como ser vivo, mas principalmente como ser humano) - é que você consiga estabelecer uma diferença entre o que é o bem e o que é o mal! Meteram na sua cabeça que isso é uma coisa "relativa", e que não se pode saber, mas isso é uma mentira filha da puta e muito cretina, impingida para que você pare de pensar!
Você sabe perfeitamente o que é "bom" ou "mau" em qualquer âmbito da sua vida - digamos - prática: e é fundamental que você saiba, senão você morre imbecilmente, porque comeu veneno ou atravessou a rua sem olhar pros lados...
Por que então você imagina que não seria importante distinguir o bem do mal no que diz respeito a sua consciência????? Já te ocorreu que foi através dessa monstruosa tática de não-julgamento que o teu país (entre outros, mas lá na primeira fila) virou o vale-tudo que virou?
BEM é BEM, MAL é MAL.
Isso não é maniqueísmo, coisa nenhuma - isso é uma recusa a ser manipulado!
Fica aqui o apelo para que você dedique um tempo a pensar sobre o assunto.
Isso, acredite, é o maior elogio que posso fazer a você.
Abraços esperançosos,
Priscila
Justamente, Gerson, o que é esperado de você (até como ser vivo, mas principalmente como ser humano) - é que você consiga estabelecer uma diferença entre o que é o bem e o que é o mal! Meteram na sua cabeça que isso é uma coisa "relativa", e que não se pode saber, mas isso é uma mentira filha da puta e muito cretina, impingida para que você pare de pensar!
Você sabe perfeitamente o que é "bom" ou "mau" em qualquer âmbito da sua vida - digamos - prática: e é fundamental que você saiba, senão você morre imbecilmente, porque comeu veneno ou atravessou a rua sem olhar pros lados...
Por que então você imagina que não seria importante distinguir o bem do mal no que diz respeito a sua consciência????? Já te ocorreu que foi através dessa monstruosa tática de não-julgamento que o teu país (entre outros, mas lá na primeira fila) virou o vale-tudo que virou?
BEM é BEM, MAL é MAL.
Isso não é maniqueísmo, coisa nenhuma - isso é uma recusa a ser manipulado!
Fica aqui o apelo para que você dedique um tempo a pensar sobre o assunto.
Isso, acredite, é o maior elogio que posso fazer a você.
Abraços esperançosos,
Priscila
Não fui ateu a vida toda, sou católico por formação. Mas nasci em um ambiente católico, e nele permaneci por algum tempo, até chegar a conclusão de aquilo não era o tipo de coisa que eu buscaria, sequer deveria ser o tipo de coisa que eu seguiria. Abandonei primeiro a religião, depois abandonei a crença, pois aquilo não passava de coisa que me foi imposta, e eu aceitei, até o momento em que comecei a questionar tudo aquilo.
Sou muito observador, noto que a maioria das pessoas não está lá pelo que a religião significa, mas que foram empurradas de uma forma ou de outra apara ela.
Sou muito observador, noto que a maioria das pessoas não está lá pelo que a religião significa, mas que foram empurradas de uma forma ou de outra apara ela.
Sobre o bem e o mal, não acredito neles enquanto lados opostos de uma eterna luta. O bem e o mal estão diluídos em nosso cotidiano, dizer que se vai adotar o lado do bem ou do mal é uma bobagem. Nada nem ninguém é bom ou mau, são bons em alguns momentos e maus em outros. Há tbm a questão do ponto de vista, pode haver quem me considere uma pessoa má por questionar isso, por questionar a religião e etc., mas eu posso achar que estou fazendo, na verdade, o bem, pq estaria fazendo as pessoas pensarem a da validade destes conceitos.
"Sou muito observador, noto que a maioria das pessoas não está lá pelo que a religião significa, mas que foram empurradas de uma forma ou de outra apara ela."
Pode até ser que este foi mesmo o caso com o ambiente que você freqüentou, mas não acredito que sua experiência sirva para a formação de uma regra geral, principalmente se levarmos em conta não só o Catolicismo como as outras tantas religiões existentes no mundo.
Sinceramente não saberia dizer se a imposição prevalece, mesmo porque hoje em dia não há uma cobrança social forte quanto à pessoa freqüentar um meio religioso, ao menos no Brasil. Concordo com a Priscila neste ponto, ser religioso hoje em dia é até muito mal visto.
E, como eu disse antes, os motivos dos religiosos são de foro íntimo, e, portanto, muito difícil de analisar objetivamente.
Pode até ser que este foi mesmo o caso com o ambiente que você freqüentou, mas não acredito que sua experiência sirva para a formação de uma regra geral, principalmente se levarmos em conta não só o Catolicismo como as outras tantas religiões existentes no mundo.
Sinceramente não saberia dizer se a imposição prevalece, mesmo porque hoje em dia não há uma cobrança social forte quanto à pessoa freqüentar um meio religioso, ao menos no Brasil. Concordo com a Priscila neste ponto, ser religioso hoje em dia é até muito mal visto.
E, como eu disse antes, os motivos dos religiosos são de foro íntimo, e, portanto, muito difícil de analisar objetivamente.
Se você não tem noção alguma sobre uma coisa ou pessoa ou escolha ser boa ou má (já que pra você não existe ou não importa a diferença), me explica o que raios você pergunta, ou responde, ou contesta, ou discute, ou opina, ou palpita - aqui ou em qualquer outro lugar?????
A única coisa que te cabe dizer é dããã, e olhe lá...
A única coisa que te cabe dizer é dããã, e olhe lá...
Gostaria de deixar claro que não sinto indignação alguma quanto à opinião do Olavo, só a acho contraditória. É claro que a religião, sobretudo as religiões abrahâmicas exercem uma forma de controle social, apresentando regras de conduta e até de pensamento sobre as pessoas.
Quando o Olavo critica o sufocamento do individualismo por conta de ideologias socializantes, para as quais as pessoas são levadas sem se dar muita conta, acaba contradizendo de certa forma sua defesa da religião.
Seria então melhor ele limitar-se a dizer que é contra a dissiminação do comunismo somente, e não jogar com um plural, tentando dar um aspecto mais isento à sua crítica.
No mais, se achar que deve-se discutir a questão materialismo vs metafísica, seria interessante fazê-lo em outro tópico destinado a isso, fique certo que tratarei de responder as questões relacionadas.
Quando o Olavo critica o sufocamento do individualismo por conta de ideologias socializantes, para as quais as pessoas são levadas sem se dar muita conta, acaba contradizendo de certa forma sua defesa da religião.
Seria então melhor ele limitar-se a dizer que é contra a dissiminação do comunismo somente, e não jogar com um plural, tentando dar um aspecto mais isento à sua crítica.
No mais, se achar que deve-se discutir a questão materialismo vs metafísica, seria interessante fazê-lo em outro tópico destinado a isso, fique certo que tratarei de responder as questões relacionadas.
Meu questionamentos são acerca de certos valores, tidos como absolutos, os quais permeia o juízo que se faz a respeito de pessoas e linhas de pensamento.
Não é armadilha alguma. É um caminho árduo de reflexão e observação, que te leva a observar o mundo da maneira mais isenta possível. É a forma de vc ver o mundo através de seus próprios olhos.
A pergunta mais conveniente neste caso é:
A crença no transcendente é motivada pela razão ou pela esperança?
A crença no transcendente é motivada pela razão ou pela esperança?
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"É claro que a religião, sobretudo as religiões abrahâmicas exercem uma forma de controle social, apresentando regras de conduta e até de pensamento sobre as pessoas."
Gerson, isso é clichê (a parte que diz "sobretudo as religiões abrahamicas). Alguma religião "abrahamica" tem sistema de castas como o hindu? você sabe a que ponto a abnegação, renúncia e auto-negação pregada pelo budismo.
a idéia de que as religiões monoteístas são muito severas é um clichê errôneo, como se as religiões orientais fossem muito "lights". Não são. são muito mais severas do que o catolicismo.
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quanto a religião ser/exercer "controle social" é fato, reconheço-o, e justamento por isso vejo com simpatia a existência das religiões na sociedade..
"É claro que a religião, sobretudo as religiões abrahâmicas exercem uma forma de controle social, apresentando regras de conduta e até de pensamento sobre as pessoas."
Gerson, isso é clichê (a parte que diz "sobretudo as religiões abrahamicas). Alguma religião "abrahamica" tem sistema de castas como o hindu? você sabe a que ponto a abnegação, renúncia e auto-negação pregada pelo budismo.
a idéia de que as religiões monoteístas são muito severas é um clichê errôneo, como se as religiões orientais fossem muito "lights". Não são. são muito mais severas do que o catolicismo.
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quanto a religião ser/exercer "controle social" é fato, reconheço-o, e justamento por isso vejo com simpatia a existência das religiões na sociedade..
É verdade que Olavo de Carvalho defende a religião cristã, mas ele NÃO A IMPÕE A NINGUÉM. Esta é a questão. Ou será que alguém irá dizer que o professor Olavo é um fanático impositor do cristianismo que não tolera outras religiões muito menos o ateísmo?
O grande problema, então, é a imposição EM SI, seja ela de ordem ideológica ou religiosa.
Eis aí o motivo pelo qual o Olavo é tão duro com os regimes totalitários e ditatoriais: ESTES SIM, impõem suas ideologias e seus preceitos dogmáticos. ESTES SIM, cerceiam a liberdade individual e religiosa, não permitindo que o indivíduo adulto tenha autonomia para seguir essa ou aquela religião.
Quer ser cristão? Que seja. Quer ser muçulmano? Que seja. Quer ser budista? Que seja. Quer ser materialista? Que seja. Quer ser ateu? Que seja. Não é o professor Olavo quem irá determinar a SUA religião, se é que você irá professar alguma. Olavo de Carvalho é professor, não impositor.
O grande problema, então, é a imposição EM SI, seja ela de ordem ideológica ou religiosa.
Eis aí o motivo pelo qual o Olavo é tão duro com os regimes totalitários e ditatoriais: ESTES SIM, impõem suas ideologias e seus preceitos dogmáticos. ESTES SIM, cerceiam a liberdade individual e religiosa, não permitindo que o indivíduo adulto tenha autonomia para seguir essa ou aquela religião.
Quer ser cristão? Que seja. Quer ser muçulmano? Que seja. Quer ser budista? Que seja. Quer ser materialista? Que seja. Quer ser ateu? Que seja. Não é o professor Olavo quem irá determinar a SUA religião, se é que você irá professar alguma. Olavo de Carvalho é professor, não impositor.
Quando falei isto estava pensando nas religiões praticadas no ocidente.
É comum ouvir que as religiões monoteístas são opressivas e reprimem os impulsos do homem, mantendo-o preso a dogmas.
Mas é a religião (e aqui penso na religião católica), e apenas ela, que de fato liberta o homem.
Liberta o homem do rolo compressor do materialismo, para o qual a vida não faz nenhum sentido, a liberdade de ação não existe, o homem é um tubo digestivo disseminador de gens e tudo o que há são partículas movimentando-se caoticamente sem motivo algum rumo à entropia final.
Liberta o homem também do paganismo e da superstição, para os quais o mundo e sua operação é resultado dos caprichos de divindades em nada perfeitas, super-homens por vezes enganadores e repletos de vícios que controlam o destino da humanidade, ou ainda de forças e leis mágicas completamente irracionais e arbitrárias que a qualquer momento podem pregar-nos uma peça e destruir-nos ou levar-nos à fortuna.
Deus criou tudo o que existe, e fez um universo que reflete a Sua bondade; ou seja, um universo cujo funcionamento é inteligível e racional. Fez o homem com um intelecto que permite-lhe conhecer a verdade e entender o que se passa à sua volta, e ao mesmo tempo livre para escolher suas próprias ações de forma a atingir a felicidade que é seu fim.
Ao mesmo tempo, deu ao homem um sentido mais nobre do que a alimentação e o sexo, que consiste exatamente no amar a Deus, e por conseqüência toda sua criação, e no qual o homem encontra uma felicidade muito superior à que poderia encontrar em qualquer outro lugar.
A Fé Católica libera o homem; não só do pecado, que é mal da vontade, mas também dos mundos de pesadelo para o qual tendem as crenças que se afastam da Fé.
Mas é a religião (e aqui penso na religião católica), e apenas ela, que de fato liberta o homem.
Liberta o homem do rolo compressor do materialismo, para o qual a vida não faz nenhum sentido, a liberdade de ação não existe, o homem é um tubo digestivo disseminador de gens e tudo o que há são partículas movimentando-se caoticamente sem motivo algum rumo à entropia final.
Liberta o homem também do paganismo e da superstição, para os quais o mundo e sua operação é resultado dos caprichos de divindades em nada perfeitas, super-homens por vezes enganadores e repletos de vícios que controlam o destino da humanidade, ou ainda de forças e leis mágicas completamente irracionais e arbitrárias que a qualquer momento podem pregar-nos uma peça e destruir-nos ou levar-nos à fortuna.
Deus criou tudo o que existe, e fez um universo que reflete a Sua bondade; ou seja, um universo cujo funcionamento é inteligível e racional. Fez o homem com um intelecto que permite-lhe conhecer a verdade e entender o que se passa à sua volta, e ao mesmo tempo livre para escolher suas próprias ações de forma a atingir a felicidade que é seu fim.
Ao mesmo tempo, deu ao homem um sentido mais nobre do que a alimentação e o sexo, que consiste exatamente no amar a Deus, e por conseqüência toda sua criação, e no qual o homem encontra uma felicidade muito superior à que poderia encontrar em qualquer outro lugar.
A Fé Católica libera o homem; não só do pecado, que é mal da vontade, mas também dos mundos de pesadelo para o qual tendem as crenças que se afastam da Fé.
É exatamente na Igreja que o homem é capaz de exercer sua verdadeira individualidade (e não simplesmente dar vazão aos vícios aos quais tem maior propensão), e ao mesmo tempo que se submete completamente a Deus, o Bem, liberta-se completamente do mal.
Ninguém é capaz de amar um punhado ambulante de células controlado por um aglomerado de neurônios conectados por sinapses(...)Sem reconhecer alguma forma de “transcendência”, ninguém vive.
Ótima questão!
Óbvio que nós trancendemos um simples aglomerado de células, mas acho que o Gérson quis dizer é que essa transcendência não precisa ser, necessariamente, espiritual, mística ou religiosa.
De forma análoga, ninguém usa punhado de semicondutores de silício representado uns e zeros conectados por portas lógicas manipuladas por algoritmos. Vc usa algo que transcende tudo isso: Um hardware e um software de aplicação que interage de forma compreensível, com textos, imagens, sons, etc. Mas embora trancendente, isso não significa espiritual.
Ótima questão!
Óbvio que nós trancendemos um simples aglomerado de células, mas acho que o Gérson quis dizer é que essa transcendência não precisa ser, necessariamente, espiritual, mística ou religiosa.
De forma análoga, ninguém usa punhado de semicondutores de silício representado uns e zeros conectados por portas lógicas manipuladas por algoritmos. Vc usa algo que transcende tudo isso: Um hardware e um software de aplicação que interage de forma compreensível, com textos, imagens, sons, etc. Mas embora trancendente, isso não significa espiritual.
Marco, teu paralelo é ruim pacacete.
O hardware e o software não transcendem a linguagem binária: ao contrário, dependem dela de forma absoluta.
É a linguagem binária que transcende o software e o hardware, porque ela vai além deles, e continua a existir como linguagem mesmo na ausência de qualquer um dos dois...
O hardware e o software não transcendem a linguagem binária: ao contrário, dependem dela de forma absoluta.
É a linguagem binária que transcende o software e o hardware, porque ela vai além deles, e continua a existir como linguagem mesmo na ausência de qualquer um dos dois...
Acho que entendo o que você diz, Marco: e se alma, que de fato não é algo corpóreo, for algo que emerge da atividade dos nossos componentes físicos (ainda que, uma vez existente, a operação da alma não seja apenas resultado de variáveis físicas)?
Assim, quando cessa a vida do corpo, cessa a existência da alma.
Considero essa visão falsa, e que ela acabe por levar a um certo desespero (não no sentido psicológico, mas no sentido de creer que um certo bem não pode ser alcançado), pois se for verdade então nem sequer a felicidade natural perfeita pode ser alcançada.
Ainda assim, ela é compatível com uma visão de mundo que escapa dos horrores do materialismo e do paganismo supersticioso. Ainda assim, mesmo quem aceita essa crença de que a alma morre não tem como, por exemplo, negar a existência de Deus.
Assim, quando cessa a vida do corpo, cessa a existência da alma.
Considero essa visão falsa, e que ela acabe por levar a um certo desespero (não no sentido psicológico, mas no sentido de creer que um certo bem não pode ser alcançado), pois se for verdade então nem sequer a felicidade natural perfeita pode ser alcançada.
Ainda assim, ela é compatível com uma visão de mundo que escapa dos horrores do materialismo e do paganismo supersticioso. Ainda assim, mesmo quem aceita essa crença de que a alma morre não tem como, por exemplo, negar a existência de Deus.
... em matéria de nebulosidade, o post foi dez!
b]A Fé Católica libera o homem; não só do pecado, que é mal da vontade, mas também dos mundos de pesadelo para o qual tendem as crenças que se afastam da Fé.
A fé católica, ou qualquer fé, pode tando ser um elemento libertador quando escravizador (ou nem tanto uma coisa nem outra). Depende apenas de como o indivíduo lida com isso.
Na maior parte das vezes, é um elemento utilizado como forma de expressão e auto-análise, um elemento catalizador que rege a forma do indivíduo interagir com ele mesmo e o mundo. Nesse aspecto, torna-se um aliado da individualidade ao compor um instrumento de auto-conhecimento, visto que a religião forma um contraponto ao mundo material, considerando que os ensinamentos de um Cristo, Buda ou Krishna são revolucionários por violarem (ou transcenderem) o ciclo padrão da vida (competição, sobrevivência, egoísmo, etc), introduzindo toda uma nova camada na percepção humana.
Mas também podem ser um trampolim para o proselitismo, a auto-ilusão, a auto-importância, a segregação. (Ou, pior ainda, como instrumento de poder institucionalizado e controle de massa, mas estou me atendo apenas no plano pessoal)
De qualquer forma, a religião não deixa de ser uma herança cultural/educacional, que molda ou interfere a individualidade, para melhor ou para pior.
A fé católica, ou qualquer fé, pode tando ser um elemento libertador quando escravizador (ou nem tanto uma coisa nem outra). Depende apenas de como o indivíduo lida com isso.
Na maior parte das vezes, é um elemento utilizado como forma de expressão e auto-análise, um elemento catalizador que rege a forma do indivíduo interagir com ele mesmo e o mundo. Nesse aspecto, torna-se um aliado da individualidade ao compor um instrumento de auto-conhecimento, visto que a religião forma um contraponto ao mundo material, considerando que os ensinamentos de um Cristo, Buda ou Krishna são revolucionários por violarem (ou transcenderem) o ciclo padrão da vida (competição, sobrevivência, egoísmo, etc), introduzindo toda uma nova camada na percepção humana.
Mas também podem ser um trampolim para o proselitismo, a auto-ilusão, a auto-importância, a segregação. (Ou, pior ainda, como instrumento de poder institucionalizado e controle de massa, mas estou me atendo apenas no plano pessoal)
De qualquer forma, a religião não deixa de ser uma herança cultural/educacional, que molda ou interfere a individualidade, para melhor ou para pior.
A Fé Católica libera o homem; não só do pecado, que é mal da vontade, mas também dos mundos de pesadelo para o qual tendem as crenças que se afastam da Fé.
A fé católica, ou qualquer fé, pode tando ser um elemento libertador quando escravizador (ou nem tanto uma coisa nem outra). Depende apenas de como o indivíduo lida com isso.
Na maior parte das vezes, é um elemento utilizado como forma de expressão e auto-análise, um elemento catalizador que rege a forma do indivíduo interagir com ele mesmo e o mundo. Nesse aspecto, torna-se um aliado da individualidade ao compor um instrumento de auto-conhecimento, visto que a religião forma um contraponto ao mundo material, considerando que os ensinamentos de um Cristo, Buda ou Krishna são revolucionários por violarem (ou transcenderem) o ciclo padrão da vida (competição, sobrevivência, egoísmo, etc), introduzindo toda uma nova camada na percepção humana.
Mas também podem ser um trampolim para o proselitismo, a auto-ilusão, a auto-importância, a segregação. (Ou, pior ainda, como instrumento de poder institucionalizado e controle de massa, mas estou me atendo apenas no plano pessoal)
De qualquer forma, a religião não deixa de ser uma herança cultural/educacional, que molda ou interfere a individualidade, para melhor ou para pior.
A fé católica, ou qualquer fé, pode tando ser um elemento libertador quando escravizador (ou nem tanto uma coisa nem outra). Depende apenas de como o indivíduo lida com isso.
Na maior parte das vezes, é um elemento utilizado como forma de expressão e auto-análise, um elemento catalizador que rege a forma do indivíduo interagir com ele mesmo e o mundo. Nesse aspecto, torna-se um aliado da individualidade ao compor um instrumento de auto-conhecimento, visto que a religião forma um contraponto ao mundo material, considerando que os ensinamentos de um Cristo, Buda ou Krishna são revolucionários por violarem (ou transcenderem) o ciclo padrão da vida (competição, sobrevivência, egoísmo, etc), introduzindo toda uma nova camada na percepção humana.
Mas também podem ser um trampolim para o proselitismo, a auto-ilusão, a auto-importância, a segregação. (Ou, pior ainda, como instrumento de poder institucionalizado e controle de massa, mas estou me atendo apenas no plano pessoal)
De qualquer forma, a religião não deixa de ser uma herança cultural/educacional, que molda ou interfere a individualidade, para melhor ou para pior.
Marco, teu paralelo é ruim pacacete.
O hardware e o software não transcendem a linguagem binária: ao contrário, dependem dela de forma absoluta.
É a linguagem binária que transcende o software e o hardware, porque ela vai além deles, e continua a existir como linguagem mesmo na ausência de qualquer um dos dois...
Priscila, não foi isso que eu quis dizer...
Quando digo hardware e software, me refiro à combinação de ambos resultando em uma experiência sensorial: Uma imagem na tela, por exemplo, que na verdade não passa de um monte de 0 e 1s codificado em softwares e corporificado por hardware como diferença de tensões elétricas.
Quando digo que transcende, é que esses 0 e 1s são uma imagem, e não meros 0 e 1s... essa é a analogia.
O hardware e o software não transcendem a linguagem binária: ao contrário, dependem dela de forma absoluta.
É a linguagem binária que transcende o software e o hardware, porque ela vai além deles, e continua a existir como linguagem mesmo na ausência de qualquer um dos dois...
Priscila, não foi isso que eu quis dizer...
Quando digo hardware e software, me refiro à combinação de ambos resultando em uma experiência sensorial: Uma imagem na tela, por exemplo, que na verdade não passa de um monte de 0 e 1s codificado em softwares e corporificado por hardware como diferença de tensões elétricas.
Quando digo que transcende, é que esses 0 e 1s são uma imagem, e não meros 0 e 1s... essa é a analogia.
Tudo bem, Marco, entendi.
Mas esse não é o sentido de transcendência, daí a minha "cutucada"...
Mas esse não é o sentido de transcendência, daí a minha "cutucada"...
Transcender é ir além, extrapolar, assumir novo significado, galgar novo nível.
Software + hardware transcende 0 e 1s e circuitos de silício. Daí o sentido me parece bem apropriado.
Software + hardware transcende 0 e 1s e circuitos de silício. Daí o sentido me parece bem apropriado.